<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434</id><updated>2012-01-19T15:01:27.323-02:00</updated><category term='Aventura'/><category term='Pesquisas'/><category term='2009'/><category term='Especial Páscoa'/><category term='Televisão'/><category term='Internet'/><category term='Moda'/><category term='Cinema'/><category term='2011'/><category term='Literatura'/><category term='Sexo'/><category term='Consumo'/><category term='How to'/><category term='2010'/><category term='Gadgets'/><category term='Ensaio'/><category term='Revista Alfa'/><category term='Comportamento'/><category term='Turismo'/><category term='Bebidas'/><category term='2007'/><category term='Cultura Pop'/><category term='Estilo'/><category term='10 Coisas'/><category term='Homem'/><category term='Artes'/><category term='Abril'/><category term='Carreira'/><category term='Música'/><category term='Especial'/><category term='História'/><category term='Saúde'/><category term='Overmundo'/><category term='Guerra dos Sexos'/><category term='Consiglieri VIP'/><category term='Tecnologia'/><category term='Consultoria'/><category term='Cotidiano'/><category term='2008'/><category term='Terra'/><category term='Economia'/><category term='Quadrinhos'/><title type='text'>Claudio R S Pucci - um portfolio online</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>604</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-3035420717129363844</id><published>2011-09-19T12:34:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T12:34:30.434-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Santos aniversários, Adam West faz 83 anos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WBh2MXO4tdI/TndgqRVuC9I/AAAAAAAACG8/GfEN-Ch0gPo/s1600/Santos+anivers%25C3%25A1rios%252C+Adam+West+faz+83+anos+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-WBh2MXO4tdI/TndgqRVuC9I/AAAAAAAACG8/GfEN-Ch0gPo/s320/Santos+anivers%25C3%25A1rios%252C+Adam+West+faz+83+anos+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em setembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/09/19/santos-aniversarios-adam-west-faz-83-anos/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Vou abrir uma exceção aqui no blog sobre  cinema para falar de um cara que viu a glória e a desgraça de se tornar  um ícone da TV. Adam West, o bom e eterno Batman gordo completa 83 anos  de idade hoje, 19 de setembro. O homem que se tornou um dos maiores  nomes da cultura pop do século 20, nunca conseguiu escapar da imagem do  Homem-m0rcego e do mesmo jeito que viu seu nome ir para os píncaros da  fama, enfrentou um ostracismo terrível em sua carreira. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;West era um ator de pequenos papéis no  cinema e chamou a atenção dos produtores e criadores do seriado do  Batman depois de estrelar uma série de comerciais do achocolatado Quik  da Nestlé, fazendo o Captain Q, um espião à la James Bond.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A série estreou em 12 de janeiro de 1966 e  logo se tornou um hit televisivo. Em pouco tempo, atores e celebridades  brigavam pela oportunidade de ser vilão ou convidado especial de algum  episódio porque isso dava status e, para muitos como Van Johnson e  Vincent Price, significou uma retomada em suas carreiras, então  estacionadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sucesso e a avalanche de entrevistas,  fotos e produtos com seu rosto tornou Adam West um superstar, mas acabou  com seu segundo casamento com a havaiana Ngahra Frisbie já que a moça  não aguentava o assédio que rolava em cima do marido. O engraçado é que,  em um programa especial para canal E, West declarou que imagem de bom  moço vinda do personagem causava desconforto nas mulheres. Contou, em  meio a muitas risadas, que uma vez chegou a ir a uma festa “quente” no  fim dos anos 60 com Frank Gorshin (o Charada da série) e lá pelas tantas  a coisa descanbou em uma orgia. Mas nenhuma mulher queria ficar com  ele, afirmando que não se sentiriam bem transando com o Batman.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o seriado foi cancelado em 1966,  depois de três temporadas e um filme para o cinema, West se viu sem  convites para atuar porque sua imagem estava totalmente atrelada ao do  personagem dos quadrinhos. Em 1970, Cubby Broccoli, produtor dos filmes  de 007, chegou a oferecer a West a chance de ser James Bond depois que  Connery se despediu de vez do agente secreto com &lt;em&gt;Os Diamantes são Eternos.&lt;/em&gt;  Adam fez a bobagem de recusar pois acreditava que Bond só deveria ser  interpretado por ingleses (isso porque não lembrou que George Lazenby de  &lt;em&gt;A Serviço de Sua Majestade&lt;/em&gt; era australiano).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por anos , ele apareceu em produções  duvidosas e de baixo orçamento e em alguns seriados de TV. Voltou ao  Batman como dublador do personagem nas animações dos anos 1970,  inclusive no icônico Superamigos. Depois, o desenho animado de Batman da  década de 1990 prestou-lhe uma homenagem quando o colocou como dublador  do Fantasma Cinzento, um personagem de uma série que inspirava Bruce  Wayne quando criança e cujo ator caiu no ostracismo depois que o seriado  foi cancelado. Em 2003, ele e Burt Ward, o Robin, participaram de um  filme chamado &lt;em&gt;Return to the Batcave: The Misadventures of Adam and Burt &lt;/em&gt;junto com alguns atores da série original.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo com muitas homenagens e aparições  especiais, West nunca mais viu o sucesso de novo. Hoje, ele até está  mais conhecido por dublar o prefeito Adam West do desenho politicamente  incorreto (e genial), &lt;em&gt;Family Guy&lt;/em&gt;. De qualquer maneira, para  muitas gerações ele será eternamente o cara que fez com o PLOC! BANG!  WHAMM! não só fizessem sentido, como fosse algo muito transado!&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-3035420717129363844?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/3035420717129363844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=3035420717129363844&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3035420717129363844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3035420717129363844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/santos-aniversarios-adam-west-faz-83.html' title='Santos aniversários, Adam West faz 83 anos'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-WBh2MXO4tdI/TndgqRVuC9I/AAAAAAAACG8/GfEN-Ch0gPo/s72-c/Santos+anivers%25C3%25A1rios%252C+Adam+West+faz+83+anos+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-2769077935875937060</id><published>2011-09-19T12:32:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T12:32:04.496-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Oliver Stone, 65 anos de polêmica</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Q3HHF_gG42Q/Tndf5W-ZKPI/AAAAAAAACG4/P4xsaOYD2RA/s1600/Oliver+Stone%252C+65+anos+de+pol%25C3%25AAmica+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Q3HHF_gG42Q/Tndf5W-ZKPI/AAAAAAAACG4/P4xsaOYD2RA/s320/Oliver+Stone%252C+65+anos+de+pol%25C3%25AAmica+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em setembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/09/16/oliver-stone-65-anos-de-polemica/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O diretor e roteirista Oliver Stone  completou 65 anos ontem, 15 de setembro. Stone é um desses caras muito  interessantes que criaram uma persona diferenciada, atrelando seu nome à  polêmica. Ninguém pode negar porém, que o homem tem uma capacidade  fantástica de transformar seus fantasmas autobiográficos em ótimos  filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Explicando melhor, sua experiência como  professor e depois soldado no Vietnã o levaram a fazer um dos mais  contundentes filmes de guerra da história do cinema, &lt;em&gt;Platoon&lt;/em&gt; que ganhou quatro Oscars (melhor direção, inclusive) e inaugurou sua trilogia vietinamita, seguido de &lt;em&gt;Nascido a 4 de Julho &lt;/em&gt;(dois Oscars) e &lt;em&gt;Entre o Céu e a Terra&lt;/em&gt;. Depois, seu mergulho nas drogas o inspirou no roteiro de &lt;em&gt;Scarface&lt;/em&gt;, a célebre refilmagem do clássico de gangster e também deu o tom de algumas cenas de &lt;em&gt;Assassinos por Natureza&lt;/em&gt;.  E mais, como trabalhava no mercado financeiro francês nas suas férias,  quando adolescente, Stone criticou a ganância e a busca pela riqueza em &lt;em&gt;Wall Street – Poder e Cobiça &lt;/em&gt;e voltou ao tema 23 anos depois com &lt;em&gt;Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme,&lt;/em&gt; aproveitando da quebradeira geral da economia em 2008.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro detalhe interessante sobre Stone é  a sua mania de fazer biografias, mas de sua maneira. Primeiro mostrou a  vida de Jim Morrison em &lt;em&gt;The Doors&lt;/em&gt; (onde Val Kilmer parece ter  incorporado o cantor em alguma sessão espírita), mas desprezou todas as  entrevistas que fez com integrantes do grupo e com a ex-mulher de  Morrison e apresentou a sua versão dos fatos. Louco por uma teoria da  conspiração fez &lt;em&gt;JFK&lt;/em&gt;, um filme com uma edição fantástica e revolucionária (chegou até a ser zombado em &lt;em&gt;Seinfeld&lt;/em&gt;),  sobre a investigação em cima da morte do mais popular presidente  americano. Sobram culpados para tudo quanto é lado. Fez ainda &lt;em&gt;Nixon&lt;/em&gt; (com um terrível Anthony Hopkins no papel-título) e &lt;em&gt;W.&lt;/em&gt;,  uma estranha e até mesmo enaltecedora biografia de George W. Bush que,  por mais que foque fatos polêmicos na vida do cara, acaba o mostrando  como um vencedor e homem de princípios (como assim, Georgie Boy dando  bronca no seu time de assessores porque “o enganaram” a respeito das  armas de destruição em massa iraquianas?).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do lado mais comercial, assinou o péssimo &lt;em&gt;Alexandre&lt;/em&gt; sobre o monarca macedônio, &lt;em&gt;As Torres Gêmeas &lt;/em&gt;sobre o sacrifício de dois bombeiros nos ataques de 11 de setembro e o impressionante &lt;em&gt;Um Domingo Qualquer&lt;/em&gt; com os bastidores de um time de futebol americano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas é mesmo na polêmica que Oliver Stone  faz a fama. De um tempo para cá resolveu, sabe-se lá porquê, apoiar e  propagandear a revolução boliviariana de Hugo Chávez com &lt;em&gt;Ao Sul da Fronteira&lt;/em&gt;, foi entrevistar Fidel Castro para o documentário &lt;em&gt;Comandante&lt;/em&gt;  e ainda tentou, em vão, falar com o pessoal das FARC. Além disso  comprou briga com a comunidade judaica graças a críticas ferozes contra o  que chamou de “dominação sionista da mídia e da política mundial”.  Obviamente que teve de se retratar depois. Seu projeto mais barulhento  porém, é&amp;nbsp; &lt;em&gt;The Untold History of the United States&lt;/em&gt; (a história  não contada dos Estados Unidos), uma megassérie de TV que mostrará a  verdadeira e obscura história da América e suas relações com figuras  controversas como Hitler, Stalin e Mao. Está prometido para o ano que  vem (embora ele lute para realizá-lo desde 2009).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto isso, Stone está acabando de filmar &lt;em&gt;Savages&lt;/em&gt;  sobre dois plantadores de maconha que tem que enfrentar o cartel  mexicano das drogas depois que sequestram sua namorada. Vindo dele,  prepara-se para se chocar de alguma maneira.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-2769077935875937060?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/2769077935875937060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=2769077935875937060&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/2769077935875937060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/2769077935875937060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/oliver-stone-65-anos-de-polemica.html' title='Oliver Stone, 65 anos de polêmica'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Q3HHF_gG42Q/Tndf5W-ZKPI/AAAAAAAACG4/P4xsaOYD2RA/s72-c/Oliver+Stone%252C+65+anos+de+pol%25C3%25AAmica+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-3734477924770168282</id><published>2011-09-16T09:53:00.000-03:00</published><updated>2011-09-16T09:53:56.399-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>A nudez e a nudez de Scarlett Johansson</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DlPoIvuGmbA/TnNGQi6vGwI/AAAAAAAACGs/6qU6-Q2pYJE/s1600/A+nudez+e+a+nudez+de+Scarlett+Johansson+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-DlPoIvuGmbA/TnNGQi6vGwI/AAAAAAAACGs/6qU6-Q2pYJE/s320/A+nudez+e+a+nudez+de+Scarlett+Johansson+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em setembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/09/14/a-nudez-e-a-nudez-de-scarlett-johansson/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era  adolescente ficava imensamente feliz quando a revista Playboy trazia a  coletânea “Sexo no Cinema”, porque reunia duas coisas que eu sempre  gostei: cinema e mulher bonita. Na época, começo da abertura no Brasil,  eu babava de vontade de ver algumas daquelas cenas mostradas na revista.  Alguns anos depois pude saciar parte da minha curiosidade em relação às  atrizes brasileiras com as exibições de pornochanchadas no célebre  programa “Sala Especial” e, obviamente, quando me tornei maior de idade e  estava enfim liberado de entrar no cinema sem falsificar carteirinha de  estudante. O lance todo é que essa fantasia em cima de celebridades  nuas – especialmente atrizes – se mantém, apesar da idade avançar. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Daí a importância das fotos de Scarlett Johansson pelada (veja &lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/gatas/2011/09/14/supostas-fotos-de-scarlett-johansson-nua-vazam-na-web/"&gt;aqui&lt;/a&gt;).  Para começar, por mim, é ela mesmo que está lá, deslumbrante. Depois  que Scarlett é uma atriz que consegue despertar a libido de 90% dos  homens com sua pele clara, decote generoso, voz sensual e cara de menina  safadinha, mas que dá para apresentar para a mãe. Ela mesmo gosta de  criar uma aura em cima de sua sensualidade como quando comentou que quis  fazer uma cena de nu em sei lá que filme, e o diretor preferiu não  filmar. E se você parar para pensar, o que faz uma atriz do naipe dela,  que já fez Woody Allen cair de quatro, tirar fotos nuas com seu celular  como uma teenager e as ver na internet depois que o aparelho foi  roubado? Não parece armação?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por ser “virgem” de nudez no cinema, a  bela Scarlett ficou fora do ranking das 100 celebridades nuas que o site  especializado Mr. Skin soltou no final de agosto. O Mr. Skin dedica-se  somente a mostrar as celebridades como vieram ao mundo e há dois anos já  haviam feito o ranking das melhores cenas de nudez no cinema (ganhou a  gatíssima Phoebe Cates – com aquele jeito de namoradinha – mostrando os  peitos em &lt;em&gt;Picardias Estudantis&lt;/em&gt;) e agora listou as moças que mais aparecem nua, não obrigatoriamente nas telas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em primeiro lugar ficou La Jolie, porque  na fase onde “ela ainda não era virgem”, parafraseando Groucho Marx, a  moça chocava o mundo dentro e fora dos filmes e não tinha receio de  mostrar a que veio em obras como &lt;em&gt;Gia- Fama &amp;amp; Destruição&lt;/em&gt; ou mais recentemente no péssimo &lt;em&gt;Pecado Original&lt;/em&gt;  ao lado de Antonio Banderas. Em segundo lugar, temos a sem graça Alyssa  Milano (que só gringo e nerd gostam), seguida da fantástica Halle Berry  (que deu um show em&amp;nbsp; interpretação e nudez em &lt;em&gt;A Última Ceia&lt;/em&gt;).  Em quarto lugar está Pamela Anderson (mais pelos vídeos quentes com seu  ex-marido do que péla suas habilidades interpretativas), seguida de  perto de Helen Mirren. Sim, a hoje grande dama do cinema inglês já teve  um tremendo corpão e adorava mostrá-lo a todo momento, até mesmo no  clássico &lt;em&gt;Excalibur&lt;/em&gt;, quando fez Morgana, a irmã do Rei Arthur.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption alignleft" id="attachment_10591" style="width: 191px;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/uschi.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="wp-caption-text"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Do sexto ao décimo lugar vem Anne Hathaway, Mônica Bellucci (o que  prova que americano é idiota mesmo em termos de escolha e não vê filmes  estrangeiros, porque a italiana merecia estar em um dos cinco primeiros  lugares), Pam Grier, Marisa Tomei (que sim, tem uma senhor corpo mesmo  depois dos 40 como mostrado em &lt;em&gt;Antes que o Diabo Saiba que Você está Morto&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Lutador&lt;/em&gt;) e Penelope Cruz.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Das atrizes clássicas, Marilyn Monroe  está na 15a. posição, Brigitte Bardot em 20o., a peituda Jayne Mansfield  em 36o., Catherine Deneuve em 65o., Angie Dickinson em 75o., Jacqueline  Bisset em 78o., Sylvia Kristel em 81, Joan Collins em 95o. e Ann  Margret em 99o. Denise Richards está em centésimo lugar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem ainda duas atrizes totalmente  desconhecidas no ranking, mas que tem seu lugar ao sol na história do  erotismo nas telonas. Em 25o. lugar está a sueca Uschi Digard que nos  anos 1970 foi uma das musas do diretor trash Russ Meyer, um dos  precurssores da nudez no cinema.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E se Kristel representa a Emanuelle francesa, a atriz meio holandesa,  meio indonésia, Laura Gemser (98a. posição) ganhou fama como a  Emanuelle negra em uma série de filmes. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você pode conferir o ranking completo &lt;a href="http://www.mrskin.com/top100-actresses/"&gt;aqui&lt;/a&gt;,  mas lembro que o site Mr. Skin é pago e não permite a não-assinantes  ver as cenas das atrizes escolhidas na lista (há, porém, um vídeo  introdutório bem bacana).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E que Scarlett nos honre com sua presença na próxima escolha!&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-3734477924770168282?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/3734477924770168282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=3734477924770168282&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3734477924770168282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3734477924770168282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/nudez-e-nudez-de-scarlett-johansson.html' title='A nudez e a nudez de Scarlett Johansson'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DlPoIvuGmbA/TnNGQi6vGwI/AAAAAAAACGs/6qU6-Q2pYJE/s72-c/A+nudez+e+a+nudez+de+Scarlett+Johansson+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-1489115945018416234</id><published>2011-09-16T09:47:00.001-03:00</published><updated>2011-09-16T09:47:50.624-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Darín, o ‘artilheiro’ da Argentina</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Z6_nL6EP5Ms/TnNE0NRQwzI/AAAAAAAACGo/Ce9xWEPxt9I/s1600/Dar%25C3%25ADn%252C+o+%25E2%2580%2598artilheiro%25E2%2580%2599+da+Argentina+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Z6_nL6EP5Ms/TnNE0NRQwzI/AAAAAAAACGo/Ce9xWEPxt9I/s320/Dar%25C3%25ADn%252C+o+%25E2%2580%2598artilheiro%25E2%2580%2599+da+Argentina+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em setembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/09/12/darin-o-artilheiro-da-argentina/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não adianta negar, a Argentina bate um  bolão! Não estou falando aqui de futebol, mas sim do cinema dos amigos  hermanos que, já faz um tempo, está dando um show de competência e  técnica e, por mais que o cinema brazuca esteja tambem evoluindo, ainda  está há anos-luz atrás de nossos vizinhos. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um os grandes motivos para isso é um  portenho de 54 anos de idade, filho de atores, que começou a trabalhar  na TV aos 10 anos, foi ator de telenovelas e seriados cômicos, nunca  abandonou o teatro e está nas produções argentinas de maior sucesso das  telonas: Ricardo Darín. É ele que brilha em &lt;i&gt;Um Conto Chinês&lt;/i&gt;,  uma comédia fantástica que estreou na última sexta-feira. No filme, ele é  Roberto, um homem amargo, metódico, solitário e mau humorado que, de  repente, se vê cuidando de um chinês perdido em Buenos Aires e que não  fala nenhuma palavra de espanhol. E é justamente a força de Darín e seu  talento incrível de tornar palavrões como algo extremamente engraçado  que fazem com que o filme se destaque entre as novas produções. Darín  fala com os olhos, demonstra impaciência e desconforto, mas nunca  descuida da nobreza de caráter de seu personagem. Por mais que ele seja  muito desagradável, você se compadece de Roberto (e obviamente do chinês  vivido por Ignacio Huang) e entende o que ele está passando eos  sacrifícios internos que está enfrentando. Ao mesmo tempo, o filme nunca  cai na comédia escrachada ou baixa. Na verdade, trata de vida e de  destino e como lidamos com ela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Um Conto Chinês&lt;/i&gt; também marcou a volta de Darín às comédias mesmo porque ele fez uma sólida carreira em dramas, como o excelente &lt;i&gt;Nove Rainhas &lt;/i&gt;(2000),  um dos melhores filmes sobre trapaceiros de todos os tempos. Mais uma  vez o carisma do ator faz com que você não tenha total ojeriza de seu  personagem, Marcos, um golpista que não hesita em tentar enganar nem  mesmo aos irmãos.&lt;i&gt; Nove Rainhas&lt;/i&gt; ganhou uma refilmagem americana, &lt;i&gt;Criminal,&lt;/i&gt; que aqui ganhou o incrível título idiota de &lt;i&gt;171&lt;/i&gt;, mas não perca seu tempo e assista o original.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;i&gt;O Filho da Noiva&lt;/i&gt; de 2001, ele  é Rafael, um cara estressado e workaholic que se vê num momento de  revisão de vida, quando seu pai o ajuda a fazer uma cerimônia de  casamento. O detalhe é que a noiva é sua mãe, acometida por Alzheimer.  Você pode ter coração de pedra, mas tenho certeza que vai se emocionar  com esse filme (apesar de nunca cair no piegas).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2002, Darín apareceu em dois ótimos filmes. Em &lt;i&gt;Kamtachtka&lt;/i&gt;,  um garoto relembra de sua infância quando os pais estão em fuga,  perseguidos pelo governo militar devido às suas convicções políticas e o  pai (Darín) é um exemplo de resistência ao menino graças à maneira como  joga “War”. Já em &lt;i&gt;O Clube da Lua&lt;/i&gt;, o ator faz Ramón, que tenta a todo custo salvar um clube esportivo e social num bairro de Buenos Aires.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grande trabalho de Darín é, sem dúvida, &lt;i&gt;O Segredo dos seus Olhos. &lt;/i&gt;Terceira parceria com o diretor Juan Jose Campanella (que faz carreira nos EUA como diretor de seriados de TV como &lt;i&gt;House&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Law&amp;amp; Order&lt;/i&gt;),  a obra ganhou, merecidamente, o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e é,  de longe, uma das melhores produções feitas para as telonas.  Incrivelmente bem escrito e interpretado, &lt;i&gt;O Segredo dos seus Olhos&lt;/i&gt;  consegue unir comédia com drama, suspense com policial, romance com  política sem nunca perder o ritmo e tem ainda um dos travellings mais  impressionantes já feitos no cinema na cena do estádio de futebol. E tem  Darín.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente vale destacar &lt;i&gt;Abutres&lt;/i&gt;  (2010), drama pesado e impressionante sobre advogados ligados a uma  “máfia” que defende vítimas de acidentes de trânsito junto a  seguradoras, mas embolsam a maior parte da grana. É Darín que vai servir  como divisor de águas na história, ao lado da bela atriz Martina  Gusman. E, tem uma cena final de deixar qualquer um de queixo caído.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para terminar, vale uma nota crítica sobre a tradução ruim na legenda de &lt;i&gt;Um Conto Chinês&lt;/i&gt;.  Não dá para entender porque algumas coisas foram “cortadas” pelo  tradutor, como por exemplo, nas explosões de raiva de Roberto se perde o  fato que o personagem adora xingar as pessoas de ‘pedazo de boludo’ ou  ‘pedazo de pelotudo’ , traduzido simplesmente por ‘babaca’. Nem há  explicação para toda a vez que ele solta um PQP, a legenda traz “bosta”.  De qualquer maneira, vale prestar atenção às frases de Darín e rir se  deu mau humor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto a saber se a Argentina é melhor que o Brasil no futebol, na quarta-feira que vem, a gente conversa.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-1489115945018416234?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/1489115945018416234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=1489115945018416234&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1489115945018416234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1489115945018416234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/darin-o-artilheiro-da-argentina.html' title='Darín, o ‘artilheiro’ da Argentina'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Z6_nL6EP5Ms/TnNE0NRQwzI/AAAAAAAACGo/Ce9xWEPxt9I/s72-c/Dar%25C3%25ADn%252C+o+%25E2%2580%2598artilheiro%25E2%2580%2599+da+Argentina+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-8729214426105345445</id><published>2011-09-16T09:44:00.000-03:00</published><updated>2011-09-16T09:44:05.181-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Cinco “clássicos” do erotismo para o Dia do Sexo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NhL5oDQQ1MY/TnND_mAEt0I/AAAAAAAACGk/9DwBFDgt6oY/s1600/Cinco+%25E2%2580%259Ccl%25C3%25A1ssicos%25E2%2580%259D+do+erotismo+para+o+Dia+do+Sexo+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-NhL5oDQQ1MY/TnND_mAEt0I/AAAAAAAACGk/9DwBFDgt6oY/s320/Cinco+%25E2%2580%259Ccl%25C3%25A1ssicos%25E2%2580%259D+do+erotismo+para+o+Dia+do+Sexo+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NhL5oDQQ1MY/TnND_mAEt0I/AAAAAAAACGk/9DwBFDgt6oY/s1600/Cinco+%25E2%2580%259Ccl%25C3%25A1ssicos%25E2%2580%259D+do+erotismo+para+o+Dia+do+Sexo+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-NhL5oDQQ1MY/TnND_mAEt0I/AAAAAAAACGk/9DwBFDgt6oY/s320/Cinco+%25E2%2580%259Ccl%25C3%25A1ssicos%25E2%2580%259D+do+erotismo+para+o+Dia+do+Sexo+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em setembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/09/06/cinco-classicos-do-erotismo-para-o-dia-do-sexo/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-content"&gt;       &lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aparentemente hoje, 6/9 (é  sugestivo) é Dia do Sexo (como se isso precisasse de dia certo) e em  comemoração à efeméride vou listar cinco filmes eróticos que chocaram o  mundo no seu lançamento e que depois perderam a força com a liberalidade  dos tempos modernos. Foram filmes que fizeram um barulho danado  justamente por tratar de sexo como parte integrante da vida de uma  pessoa, mas não poupavam o realismo das cenas mais íntimas. O mais  interessante é que eles romperam a linha entre a produção mainstream  (que tinha cenas mais coreografadas e românticas) com a produção pornô.  Ou seja, eles puseram o explícito no filme convencional, alguns com  resultados duvidosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Último Tango em Paris&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;(1972):  quando o filme foi mostrado em Nova York, um crítico disse que “aquele  que não se sentir enojado, excitado, chocado, fascinado, revoltado ou  encantado com as cenas do começo do filme, não se preocupe. Tem mais  coisa por aí”. A história de uma relação entre uma jovem francesa e um  americano de meia idade, baseada intergralmente em sexo, ainda causa  sensação, quase 40 anos depois. O filme deu fama a Bernardo Bertolucci,  acrescentou mais algumas bizarrices à biografia de Marlon Brando e  destruiu a cabeça de Maria Schneider. E, depois dele, a margarina nunca  mais foi a mesma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/Emmanuelle.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Emmanuelle &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(1974):  na verdade a personagem Emmanuelle Arsan já havia aparecido nas telas  antes, mas foi a holandesa Sylvia Kristel que eternizou a dona de casa  jovem e entediada que descobre um mundo de prazer e liberdade na  Bangcock dos anos 70. O filme tinha masturbação, transa no banheiro do  avião (que virou moda e acabou sendo chamada de ‘mile high club’),  estupro e a eterna cena de uma praticante de pompoarismo fumando com a  vagina. É o maior sucesso francês em bilheteria e acabou sendo  distribuído sem cortes para os Estados Unidos, o que gerou uma legião de  fãs. O efeito colateral é que por 30 anos, a personagem teve mais  continuações que o pistoleiro  Sartana. Foram 36 filmes, sendo que 11  com Kristel (quatro para o cinema  e sete para a TV). Em tempo,  aparentemente nunca houve uma Emmanuelle Arsan. Ela seria o pseudônimo  de Louis-Jacques Rollet-Andriane.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/realm.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;O Império do Sentidos &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(1976):  a história real do romance entre um homem casado e uma prostituta que  se apaixonam e vivem um amor tão desenfreado que acaba com a morte dele,  gerou um dos filmes mais polêmicos da história do cinema. O diretor  Nagisa Oshima deu um tratamento de sexo explícito às cenas e o casal  principal transou mesmo durante as filmagens, o que fez com que o filme  não pudesse ser editado no Japão (teve de ir para a França) e fosse  proibido e/ou cortado em diversos países do mundo. A história do filme  até que é bem interessante, especialmente a conexão entre os dois e as  cenas são bem quentes mesmo (a do ovo é ótima), mas o filme em si é  muito chato. Para os de estômago fraco, o final pode chocar bastante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Calígula&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;(1979):  imagine o que acontece quando um filme histórico, retratando um dos  mais loucos,&amp;nbsp; tarados e descontrolados imperadores romanos e escrito por  um dos grandes nomes do século 20, é financiado por uma revista  erótica. O resultado é esse “clássico” do mau gosto, que conseguiu  colocar atores renomados como Helen Mirren, Malcolm MacDowell e Sir John  Gielgud em cenas de sexo explícito. Na verdade, o filme foi dirigido  pelo italiano especializado em filmes eróticos leves, Tinto Brass  (responsável, por exemplo, por &lt;em&gt;Monella&lt;/em&gt; com a deliciosa Anna  Ammirati), baseado no roteiro de Gore Vidal. Depois de uma produção  conturbada, com diretor, atores e roteirista se odiando, o produtor do  filme, Bob Guccione, dono da revista Penthouse, resolve demitir Brass e  tomar conta da edição do filme. Segundo ele, havia pouco sexo na  história e dá-lhe colocar cenas de harcore. E mais, ao invés de chamar  as modelos de sua revista, o homem contrata mulheres feias, gordas e  velhas para dar um ar mais “realista”. O filme foi um fracasso de  crítica e bilheteria e teve vários cortes, inclusive uma versão sem  sexo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/diavolo.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Diabo no Corpo &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(1986):  no ano de 1986, nós não éramos mais assim tão ingênuos em termo de sexo  no cinema, mas o diretor italiano Marco Bellochio causou furor com uma  cena explícita de sexo oral da então gatíssima atriz holandesa Marushka  Detmers no seu parceiro de cena, Federico Pitzalis. A menina, então com  24 anos e uma das musas de Jean-Luc Godard (fez &lt;em&gt;Carmem&lt;/em&gt;), se  arrependeu amargamente da brincadeira, pois ela “acabou nublando suas  outras performances”, como se o fato dela aparecer nua a todo momento no  filme também não fizesse isso. A coisa deve tê-la mesmo traumatizado,  porque logo depois estrelou no cinema americano com o terrível &lt;em&gt;Os Reis do Mambo&lt;/em&gt; e depois sumiu.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-8729214426105345445?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/8729214426105345445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=8729214426105345445&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8729214426105345445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8729214426105345445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/cinco-classicos-do-erotismo-para-o-dia.html' title='Cinco “clássicos” do erotismo para o Dia do Sexo'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-NhL5oDQQ1MY/TnND_mAEt0I/AAAAAAAACGk/9DwBFDgt6oY/s72-c/Cinco+%25E2%2580%259Ccl%25C3%25A1ssicos%25E2%2580%259D+do+erotismo+para+o+Dia+do+Sexo+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-7230971824025207282</id><published>2011-09-16T09:39:00.000-03:00</published><updated>2011-09-16T09:39:47.489-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O futebol americano no cinema</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1NVNSh03qmQ/TnNC7xp1_6I/AAAAAAAACGg/vJW77RUDoMU/s1600/O+futebol+americano+no+cinema+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-1NVNSh03qmQ/TnNC7xp1_6I/AAAAAAAACGg/vJW77RUDoMU/s320/O+futebol+americano+no+cinema+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em setembro de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/09/05/o-futebol-americano-no-cinema/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se você for analisar o esporte no cinema  hollywoodiano, verá que os filmes sempre caem na mesma história, ou é  sobre alguém que se destacou ou será sobre superação individual ou  coletiva. E, na maioria dos casos, junta-se as duas coisas e cria-se uma  cinebiografia para lá de romanceada e dela tira-se a lição de conquista  e glória. Dos esportes coletivos que o americano tanto ama, o futebol  se destaca por uma carreira cinematográfica invejável. Como os caras de  lá já começam a se pegar na porrada nos campos universitários, o cinema  consegue trabalhar o tema desde cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pegue por exemplo, &lt;i&gt;The Freshmen&lt;/i&gt;,  comédia de 1925 de um dos reis do cinema mudo, Harold Lloyd. Ele, que  tinha um domínio físico incrível, faz um calouro na faculdade, vítima de  maus tratos, que tenta ser popular. Sua saída? Entrar para o time de  futebol americano da escola (e o cara filmou mesmo com o time da USC,  durante o intervalo de uma partida real em Berkeley).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1932, os indefectíveis Irmãos Marx dão um jeito de avacalhar com o esporte universitário em &lt;i&gt;Os Gênios da Pelota&lt;/i&gt;  onde Groucho é Quincy Adams Wagstaff, presidente da Huxley University  que contrata Harpo e Chico para tentar transformar o time no vencedor do  campeonato, com resultados hilários.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já em 1940, uma cinebiografia iria ajudar  um ator a ter sua imagem eternamente atrelada a heroísmo e fazer dele  um dos políticos mais bem sucedidos do século XX. Era &lt;i&gt;Knute Rockne All American, &lt;/i&gt;que  contava a história do lendário professor e treinador da Notre Dame  University, Knute Rockne, desenvolvedor de passes e estratégias&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;imitadas  até hoje pelos amantes do esporte. O lance é que lá pelas tantas surge  um jogador incrível e extremamente talentoso, que se dedica arduamente  ao sucesso do time e o cara contrai uma doença fatal e morre como herói  no hospital. O personagem, George Gipp, foi interpretado por nada mais,  nada menos que Ronald Reagan e sim, o ajudou muito nas campanhas futuras  para governador e presidente dos EUA. Nada como um bom futebol, não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro retratado nos anos de ouro de  Hollywood foi Jim Thorpe, um mestiço de índio e irlandês que venceu as  provas de decathlon e pentathlon nas Olimpíadas em 1912, mas viu tudo ir  por água abaixo quando suas medalhas lhe foram tiradas por algumas  tecnicalidades. Na decadência, acabou se tornando técnico de futebol  americano. O filme de 1951 tinha Burt Lancaster como Thorpe e continha  filmagens reais dos feitos do esportista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esquecido por um tempo e vendo uma série  de filmes feitos para a TV, o futebol americano voltou às telonas em  1974 com o divertidíssimo &lt;i&gt;Golpe Baixo&lt;/i&gt; com Burt Reynolds. No  filme, ele é um antigo quaterback cumprindo pena que é convencido pelo  sádico diretor da prisão a formar um time para jogar contra os guardas. E  aí o que se vê na tela é quase uma rebelião, numa disputa muitoi  interessante de poder e corrução. Em 2005 tivemos uma refilmagem com  Adam Sandler que até que é boazinha, mas não chega aos pés do original.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos anos 1990 temos três destaques: um é &lt;i&gt;Rudy&lt;/i&gt;  de 1993 com o “hobbit” Sean Astin fazendo um rapaz (o Rudy, óbvio)  fraco no físico e nas notas que almeja chegar a jogador do Notre Dame  (escolhido pelo site Sports in Movies, como o segundo melhor filme sobre  futebol americano. O primeiro lugar foi feito para a TV).&lt;i&gt; Jerry Maguire&lt;/i&gt;  de 1996, tinha Tom Cruise como um empresário com crise de consciência  que decide se tornar independente e representar apenas um atleta, o  jogador de futebol amicano Rod Tidwell, interpretado por Cuba Gooding  Jr. Este levou o Oscar de Ator Coadjuvante e nunca mais fez nada e o  filme eternizou a frase “Show me the money!”. Já &lt;i&gt;Um Domingo Qualquer&lt;/i&gt;  de 1999, dirigido por Oliver Stone, mostrava os bastidores de um time,  com uma presidente pressionando bravamente o técnico veterano que tem  como problema um jovem talentoso e problemático como estrela do elenco. É  mais ou menos uma junção da história recente do Flamengo com os  técnicos que tiveram que enfrentar o Neymar, entende?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos anos 2000 tivemos uma avalanche de filmes sobre o esporte, praticamente com a mesma premissa. Em 2000 veio &lt;i&gt;Duelo de Titãs &lt;/i&gt;(baseado  em fatos reais, técnico negro treina time integrado numa época onde  negros e brancos não se misturavam, dando um exemplo para a comunidade),  &lt;i&gt;Meu nome é Radio&lt;/i&gt; de 2003 (baseado em fatos reais, técnico treina rapaz com problemas mentais e o torna um exemplo para a comunidade), &lt;i&gt;Tudo pela Vitória&lt;/i&gt;  de 2004 (baseado em fatos reais, treinador em time pequeno de Odessa no  Texas, dá o exemplo para a comunidade falida e racista), &lt;i&gt;Somos Marshall&lt;/i&gt;  de 2006 (baseado em fatos reais, depois que um acidente de avião dizima  o time da universidade de Marshall em 1970, estudantes tentam conseguir  que jogar no campeonato de 1971, dando uma lição para a comunidade), &lt;i&gt;Um Sonho Possível&lt;/i&gt;  de 2009, deu o Oscar a Sandra Bullock e adivinhe?&amp;nbsp; É baseado em fatos  reais. E quer mais? Mulher rica ajuda rapaz pobre a se tornar estrela do  futebol americano. E, por incrível que pareça, se torna um exemplo para  a comunidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim das quantas, é um tema que não acabará tão cedo. Mas na minha opinião, o melhor filme sobre futebol americano ainda é &lt;i&gt;Goofy Sports -- How to Play Football&lt;/i&gt;,  o curta metragem da série de esportes do Pateta, onde a Faculdade de  Taxidermia enfrenta o time da turma de Antropologia e o resultado final  acaba sendo meio ponto a mais para o vencedor. Pelo menos aí você se  diverte e a lição que fica é que a vida é surreal mesmo!&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-7230971824025207282?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/7230971824025207282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=7230971824025207282&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7230971824025207282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7230971824025207282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/o-futebol-americano-no-cinema.html' title='O futebol americano no cinema'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1NVNSh03qmQ/TnNC7xp1_6I/AAAAAAAACGg/vJW77RUDoMU/s72-c/O+futebol+americano+no+cinema+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-4050817797085849100</id><published>2011-09-16T09:35:00.000-03:00</published><updated>2011-09-16T09:35:46.112-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='10 Coisas'/><title type='text'>Dez ótimos filmes de viagem no tempo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-uSYW_3YVphk/TnNCEXNgR1I/AAAAAAAACGc/yxjhp-DYsK4/s1600/Dez+%25C3%25B3timos+filmes+de+viagem+no+tempo+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-uSYW_3YVphk/TnNCEXNgR1I/AAAAAAAACGc/yxjhp-DYsK4/s320/Dez+%25C3%25B3timos+filmes+de+viagem+no+tempo+-+Revista+Alfa.png" width="55" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em setemrbo de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/09/01/dez-otimos-filmes-de-viagem-no-tempo/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se existe um tema que fascina muita gente  e que o cinema não se cansa de explorar é a viagem ao tempo. Seja  abordando o retorno ao passado para tentar mudar as coisas ou a  tentativa de conhecer o futuro antes que ele realmente aconteça, os  filmes usam o recurso para divertir ou fazer pensar, mas invariavelmente  faz com que alguém venha com a questão do “paradoxo”, ou seja,  questione se você voltar para o passado e matar seu avô quando criança,  como a coisa fica? Resposta nerd mais esclarecedora: você cria uma nova  linha temporal. Pelo menos foi isso que JJ Abrahams usou no novo &lt;em&gt;Star Trek&lt;/em&gt; com ótimo resultado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta sexta-feira (2), teremos a estreia  da visão brasileira do assunto, com Wagner Moura retornando à sua  juventude para evitar uma humilhação amorosa em &lt;em&gt;O Homem do Futuro. &lt;/em&gt;Então nada melhor do que relembrar outros grandes filmes que mexeram com linha temporal e conseguiram ótimos resultados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/time-machine2.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;1. &lt;em&gt;A Máquina do Tempo&lt;/em&gt; (1960)&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;HG Wells foi um escritor inglês que, como  muitos do gênero, usaram a ficção científica como subterfúgio para  mostrar as mazelas da sociedade e do ser humano. Em 1895, publicou a  obra ‘A Máquina do Tempo’ que se tornou um tremendo filme em 1960, com  Rod Taylor como o homem que inventa um dispositivo que o leva para o ano  de 802.701. Lá, encontra uma sociedade de adultos com atitudes  infantis, vivendo bucolicamente e depois descobre que, na verdade, eles  eram “gado” para uma raça de monstros subterâneos, os morlocks. O  clássico, que ganhou um Oscar de Efeitos Especiais, pela incrível cena  da passagem do tempo, foi dirigido por George Pal, que também levaria às  telas &lt;em&gt;A Guerra dos Mundos&lt;/em&gt;, de Wells. Em 2002, o bisneto do  escritor fez sua versão da obra com Guy Pearce no papel principal e  mostrou que a genialidade não é hereditária na família. O filmeé uma  bomba. Mais sorte teve Nicholas Meyer que, em 1979, dirigiu a divertida  fantasia &lt;em&gt;Um Século em 43 Minutos&lt;/em&gt;, onde HG Wells teria realmente  construído a máquina, mas ela é roubada por Jack, o Estripador que a  traz para a São Francisco dos anos 1970. O escritor, temendo pelo  futuro, vai no encalço do assassino, mal sabedo que o pobre Jack está  muito mais compatível com a sociedade atual do que ele pensava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/butterfly.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;2.&amp;nbsp; &lt;em&gt;Efeito Borboleta&lt;/em&gt; (2004)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com base na teoria do caos, cujo dito  popular diz que o bater as asas de uma borboleta em um canto da Terra  pode provocar um tsunami em outro canto, esse filme bacaninha e  menosprezado mostra Ashton Kutcher como um rapaz que possui o poder de  incorporar em si mesmo quando criança e alterar os acontecimentos de sua  vida. O problema é que a cada vez que ele faz alguma coisa, muda os  eventos radicalmente e só consegue piorar a sua situação. E tenho que  tirar o chapéu para os diretores que, em um mundo onde alívio é entregue  de graça no cinema, tiveram a coragem de fazer um filme sem final  feliz. Teve continuações descartáveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;em&gt;Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa&lt;/em&gt; (1986)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/jornada-nas-estrelas4-04.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;A série clássica &lt;em&gt;Jornada nas Estrelas &lt;/em&gt;brincou  bastante com viagem ao tempo e nada mais natural do que levar o assunto  para o cinema, nas mãos do próprio Sr. Spock. Leonard Nimoy já era  ecologista de carteirinha numa época em que isso era sinônimo de chatice  e dirigiu o quarto episódio da franquia mostrando Kirk e sua turma  voltando para a São Francisco de outrora em busca de uma baleia jubarte,  o único bicho que poderia salvar a Terra do futuro de uma sonda  destrutiva e que se escontrava em extinção no século 23. É o mais  engraçado dos filmes de &lt;em&gt;Jornada&lt;/em&gt;, com muita piada em cima dos  personagens estarem perdidos no passado atrasado. Viagem ao tempo acabou  voltando para a franquia, agora com o pessoal a Nova Geração, no ótimo &lt;em&gt;Primeiro Contato&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/somewhere-in-time.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;4. &lt;em&gt;Em Algum Lugar do Passado&lt;/em&gt; (1980)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse filme fez toda uma geração se matar  de chorar nos cinemas ao contar a bela história do um rapaz (Christopher  Reeve) que se torna obcecado por uma atriz de 1900 e consegue voltar no  tempo através de auto-hipnose, para assim viver um romance com ela. A  trilha sonora lacrimosa de Roger Williams ficou famosa e usada em  casamentos e programas de humor. O filme abriu caminho para outros bons  romances com tempo envolvido como &lt;em&gt;Te Amarei para Sempre, A Casa do Lado &lt;/em&gt;e outros só simpáticos como &lt;em&gt;Kate &amp;amp; Leopold&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/terminator.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;5. A saga do &lt;em&gt;Exterminador do Futuro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;James Cameron pegou todo mundo de  surpresa em 1984 com essa ficção incrível que deu fama e fortuna para  Arnold Schwarzenegger (depois que Stallone recusou o papel). O filme  gerou várias continuações, mas a segunda ainda consegue ser a melhor de  toda a cinessérie. O andróide de Arnie acabou entrando duas vezes na  lista de melhores heróis e vilões do cinema, promovida pela AFI. Pelo  primeiro &lt;em&gt;Exterminador&lt;/em&gt;, ele ficou em 22o lugar entre os 50 vilões e pelo segundo filme da série é 48o herói.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/capeape.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;6. &lt;em&gt;A Fuga do Planeta dos Macacos&lt;/em&gt; (1971)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podemos considerar &lt;em&gt;O Planeta dos Macacos&lt;/em&gt;  como um filme de viagem ao tempo (embora ele seja muito mais do que  isso, ficando entre as nelhores ficções já feitas), mas é no terceiro  filme da série que a coisa fica mais explícita, com um grupo de macacos  chegando ao passado&amp;nbsp; e fazendo todo mundo ficar de cabelo em pé quando  descobrem que o filho dos símios Dr. Cornelius e Dra Zira vai chefiar a  revolta da macacada no futuro. Divertido e bem estruturado, é a única  sequencia do filme original que realmente vale a pena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/Peggy-Sue-Cage-Turner_l.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;7. &lt;em&gt;Peggy Sue – Seu Passado a Espera&lt;/em&gt; (1986)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na mesma época de &lt;em&gt;De Volta para o Futuro&lt;/em&gt;,  Francis Ford Coppola mostrou uma pessoa voltando aos nostálgicos anos  1950. Kathleen Turner, então grande musa oitentista, era uma mulher de  43 anos que leva uma vida fracassada e, em uma reunião de antigos  colegas de escola, desmaia e acorda no passado, tendo a chance de mudar  sua vida. O filme tem ótimas cenas de humor (como ela tentando fazer com  que o namorado – e futuro marido – vivido por Nicholas Cage, grave ‘She  Loves You’ antes dos Beatles) e momentos ternos (como Turner com os  avós, falecidos no futuro), mas trata principalmente de lidar com  algumas frustrações da vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/run_lola_run-2.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;8. &lt;em&gt;Corra, Lola, Corra&lt;/em&gt; (1998)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é propriamente um filme de viagem ao  tempo, mas lida – principalmente – com o tempo em si ao mostrar a  história de uma jovem alemã que precisa conseguir cem mil marcos em 20  minutos ou seu namorado pode perder a vida. O diretor Tom Tykver mostra a  mesma situação, de três maneiras diferentes, com uma pequena variação  no tempo em que a menina se desloca, fazendo alterar completemente o  curso da ação. Mais ou menos quando você perde aquele semáforo aberto e  se vê parando em todas as esquinas a seguir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/12monkeys.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;9. &lt;em&gt;Os 12 Macacos&lt;/em&gt; (1995)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terry Gilliam é um diretor que ou se ama ou se a0deia. Eu, particularmente, sou fã de seu trabalho em obras como &lt;em&gt;Brazil – o Filme&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Pescador de Ilusões&lt;/em&gt; e outro sobre viagens temporais, &lt;em&gt;Os Bandidos do Tempo&lt;/em&gt;. Em &lt;em&gt;12 Macacos&lt;/em&gt;  temos um prisioneiro (Bruce Willis) vindo do futuro para impedir que um  louco solte um vírus devastador na Terra. Tomado com insano, é mandando  para um hospício onde conhece Brad Pitt, que pode ter muito a ver com o  destino da humanidade. As cenas da Nova York deserta, cheia de animais  selvagens (que podem ter inspirado, anos depois, algumas sequencias de &lt;em&gt;Eu sou a Lenda&lt;/em&gt;) e o final desolador são fantásticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/09/back_to_the_future.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;10. Toda a série de &lt;em&gt;De Volta para o Futuro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era para ser uma geladeira e ter apenas  um capítulo, mas quis o destino que o herói andasse numa máquina do  tempo acoplada em um De Lorean e que o filme fizesse tanto sucesso que  gerasse duas crias. &lt;em&gt;De Volta para o Futuro&lt;/em&gt; de 1985 é mais que  um clássico tipo “sessão da tarde”. É dinâmico, bem feito, atemporal  (ok, um trocadilho bacaninha nesse post) e com um dos finais mais  transados em aventuras juvenis. &lt;em&gt;De Volta II&lt;/em&gt; já fica mais pesado com o vai e volta no tempo e a Terra alternativa onde Biff Tannen manda em tudo, mas é com &lt;em&gt;De Volta III&lt;/em&gt;  que temos uma das grandes homenagens e brincadeiras em cima do faroeste  com sequencias e piadas para deixar qualquer cinéfilo feliz da vida  (sempre rio com o lance de “Clint Eastwood vai ser conhecido cmo o maior  covarde do oeste”). Não há mais lista de viagem ao tempo sem esses três  filmes e com certeza, eles podem ser considerados os melhores do  gênero.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-4050817797085849100?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/4050817797085849100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=4050817797085849100&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4050817797085849100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4050817797085849100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/dez-otimos-filmes-de-viagem-no-tempo.html' title='Dez ótimos filmes de viagem no tempo'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-uSYW_3YVphk/TnNCEXNgR1I/AAAAAAAACGc/yxjhp-DYsK4/s72-c/Dez+%25C3%25B3timos+filmes+de+viagem+no+tempo+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-6663341855661447444</id><published>2011-09-16T09:29:00.000-03:00</published><updated>2011-09-16T09:29:24.340-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O grande filme de ação de Hitchcock</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jATRFbkLjK8/TnNAH5_KHYI/AAAAAAAACGU/a2kWSwdTB08/s1600/O+grande+filme+de+a%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+Hitchcock+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-jATRFbkLjK8/TnNAH5_KHYI/AAAAAAAACGU/a2kWSwdTB08/s320/O+grande+filme+de+a%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+Hitchcock+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/29/o-grande-filme-de-acao-de-hitchcock/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Cheguei à conclusão que &lt;em&gt;Intriga Internacional&lt;/em&gt;  de 1959 é um filme que se comporta como um bom vinho. Quanto mais tempo  passa, melhor fica. E não é para menos! Possui uma série de  ingredientes campeões para dar certo. A começar pela direção segura do  próprio Hitch à vontade em um de seus temas recorrentes, o do homem  errado. Depois vem o roteiro fantástico de Ernest Lehman, que escrevera &lt;em&gt;Sabrina, &lt;/em&gt;o cáustico &lt;em&gt;A Embriaguez do Sucesso &lt;/em&gt;e depois nos daria &lt;em&gt;Trama Macabra&lt;/em&gt;. Some a isso a fantástica música de Bernard Herrmann e a abertura de Saul Bass e já se tem um filmão. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A idéia do filme começou quando Hitchcock  comentou com Lehmann em um almoço que queria poder fazer um filme com  uma perseguição nos rostos dos presidentes do Monte Rushmore. Disse  ainda que queria uma cena que fosse passada no prédio da ONU, onde uma  sessão não poderia começar enquanto não acordassem o representante do  Peru (palavras dele, não minhas). Assim, o roteirista desenvolveu a  história de um publicitário de sucesso, Roger Thornhill, que é  confundido com um espião, George Kaplan, e precisa escapar de vilões e  ainda tentar achar o verdadeiro Kaplan. O problema é que o agente não  existe. É apenas um personagem inventado pela inteligência para distrair  seus inimigos. Ainda no caminho surge uma bela loura sedutora para  complicar ainda mais (ou não) a vida de Thornhill.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hitchcock acreditava que vilões deveriam  ser muito bem construídos ou o filme naufragava, então o sempre classudo  James Mason foi escalado para ser o homem que transforma a vida do  publicitário em um inferno e um “mefistofélico” Martin Balsam era seu  braço direito (é engraçado como este só ficou “simpático” depois de  velho). James Stewart, veterano dos filmes de Hitch, queria  desesperadamente o papel de Thornhill, mas o diretor o achava “muito  velho” para o personagem. Os estúdios tentaram empurrar Gregory Peck,  mas Cary Grant acabou sendo escolhido, mesmo sendo quatro anos mais  velho que Stewart.&amp;nbsp; Hitchcock tinha uma paixão platônica por louras  sensuais como Grace Kelly até mesmo para suplantar o fato de ser feio,  velho e muito gordo. Em &lt;em&gt;Intriga Internacional&lt;/em&gt; a bola da vez foi Eva Marie Saint, que aparecera em &lt;em&gt;Sindicato de Ladrões&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás as cenas entre Eva e Grant são  daquelas de fazer você pensar em porque nunca uma&amp;nbsp; mulher desconhecida  falou com você daquele jeito. Existe uma química toda especial entre os  dois e o processo de sedução é verdadeiramente invejável, com diálogos  precisos e troca de olhares esclarecedoras (se você assistiu também &lt;em&gt;Os Agentes do Destino &lt;/em&gt;e prestou atenção em Matt Damon e Emily Blunt sabe do que estou falando).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra coisa que se destaca neste clássico  são as cenas de ação. A mais famosa acabou sendo a de Grant sendo  perseguido por um avião em meio a um campo aberto. O extraordinário da  sequencia é justamente os momentos de silêncio que antecedem a tensão,  com Grant de um lado da estrada e um caipira do outro até que este  último comenta que o avião estava pulverizando uma área que não possuía  plantações. É o bastante para sabermos que algo de ruim vem por aí.  Quando entrevistado por Truffaut, Hitch disse que quis zombar com o  clichê do “personagem que vai em direção à própria morte”, criando todo  um clima só para Grant poder escapar. E, obviamente, temos a sequencia  final no Monte Rushmore. Aliás, antes dela, temos um dos mais famosos  furos do cinema, quando na cena do tiro no restaurante do parque, se  você prestar atenção em um menino no lado direito da tela, verá que ele  leva os dedos ao ouvido bem antes do tiro ser disparado. E, em tempo,  apesar do filme ter uma sequencia na ONU (filmada sem permissão), não há  nenhuma menção do delegado do Peru.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption alignleft" id="attachment_9931" style="width: 310px;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/08/north_by_northwest.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Hitchcock tinha um contrato com a MGM onde o estúdio não podia  interferir com o filme e assim conseguiu fazer um dos melhores filmes de  mistério e espionagem já produzidos. Acabou sendo escolhido o 55o  melhor filme do século pelo American Film Institute e o grande  encerramento da fase de ouro de Alfred Hitchcock, já que no ano seguinte  ele partiria para uma experiência mais aterradora com &lt;em&gt;Psicose&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-6663341855661447444?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/6663341855661447444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=6663341855661447444&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6663341855661447444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6663341855661447444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/o-grande-filme-de-acao-de-hitchcock.html' title='O grande filme de ação de Hitchcock'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-jATRFbkLjK8/TnNAH5_KHYI/AAAAAAAACGU/a2kWSwdTB08/s72-c/O+grande+filme+de+a%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+Hitchcock+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-4038251091590003077</id><published>2011-09-16T09:23:00.000-03:00</published><updated>2011-09-16T09:23:44.511-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Well done, Sir Sean Connery</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LUZ2oR6Zc-M/TnM_a1Z0zmI/AAAAAAAACGQ/L1bntiwgPVk/s1600/Well+done%252C+Sir+Sean+Connery+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-LUZ2oR6Zc-M/TnM_a1Z0zmI/AAAAAAAACGQ/L1bntiwgPVk/s320/Well+done%252C+Sir+Sean+Connery+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/25/well-done-sir-sean-connery/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sir Thomas Sean Connery, o escocês mais  famoso do mundo depois do uísque, chega aos 81 anos de idade hoje, 26 de  agosto e ainda é um daqueles caras que a gente quer ser na próxima  encarnação. Connery é considerado por muitos o melhor James Bond,  conseguiu escapar brilhantemente do espectro do personagem e encarnar  tipos fascinantes como um almirante russo em &lt;em&gt;A Caçada ao Outubro Vermelho&lt;/em&gt;, um rei grego em &lt;em&gt;Os Bandidos do Tempo&lt;/em&gt;, um irlandês em &lt;em&gt;A Lenda dos Anões Mágicos&lt;/em&gt;, um americano em &lt;em&gt;Encontrando Forrester &lt;/em&gt;entre tantos outros. E todos escoceses, segundo ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Connery foi leiteiro, marinheiro,  salva-vidas, polidor de caixões e modelo até cair no teatro em 1951 e  depois em pequenos papéis no cinema. Logo no começo de sua carreira  cinematográfica ocorreu um incidente que iniciou a sua fama de machão.  Ao trabalhar em &lt;em&gt;Vítima de uma Paixão&lt;/em&gt; ao lado de Lana Turner,  Sean teve que enfrentar o ciume doentio do namorado da atriz, o gangster  Johnny Stompanato. O bandido invadiu o set de arma em punho e ameaçou o  ator, que simplesmente desarmou o cara e meteu-lhe um direto na cara,  derrubando-o. Por alguns meses, Connery teve que tomar cuidado porque o  chefão de Stompanato, o mafioso Mickey Cohen, queria pegá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E foi por essa atitude máscula, pelo  jeito blasé, o charme e elegância que em 1952, Connery se tornou James  Bond, contrariando o criador do personagem que preferia alguém mais  aristocrático como David Niven ou James Mason. Foram cinco filmes do  personagem na cronologia oficial e um “por fora”, na refilmagem de  ‘Thunderball’, &lt;em&gt;Nunca Mais Outra Vez&lt;/em&gt;. Essa masculinidade heróica  pontuou todos os outros papéis de sua carreira, inclusive já na idade  avançada, trabalhando em ótimas aventuras como &lt;em&gt;Highlander – O Guerreiro Imortal&lt;/em&gt;&lt;em&gt;, Os Intocáveis &lt;/em&gt;e o divertido e exagerado &lt;em&gt;A Rocha&lt;/em&gt; e outras bem duvidosas como &lt;em&gt;A Liga dos Cavalheiros Extraordinários&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Armadilha&lt;/em&gt;. Também estreou dramas interessantes tais como &lt;em&gt;Encontrando Forrester&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Corações Apaixonados. &lt;/em&gt;E, em uma homenagem incrível, foi o pai de Indiana Jones em &lt;em&gt;A Última Cruzada.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sean Connery também sempre foi o rei de  declarações polêmicas, daquelas que as pessoas pedem uma retratação e  ele faz que não está nem aí. Causou furor ao dar uma entrevista nos EUA e  quando indagado se era verdade que ele tinha batido em sua ex-mulher,  tascou “que dar uns tapas de vez em quando era necessário e bom”. Ao ser  criticado por ter deixado de torcer pelo Celtic FC e passar a apoiar os  Rangers FC, disse “eu torço para quem joga melhor. Ter uma dedicação  religiosa a um time não diz nada para mim”. Recusou ser Gandalf na  trilogia de &lt;em&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/em&gt; porque “não entendeu nada”. E finalmente, quando decidiu se aposentar das telonas depois do péssimo &lt;em&gt;A Liga Extraordinária&lt;/em&gt;,  afirmou que estava farto com os idiotas e com o abismo cada vez maior  entre as pessoas que sabem como fazer filmes e aqueles que o aprovam. E  complementou: “Eu não digo que eles são todos idiotas – Eu só estou  dizendo que há um monte deles”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Connery chega aos 81 anos como Cavaleiro  do Império Britânico, com um Oscar, dois Bafta e três Globos de Ouro na  estante, uma estátua de bronze em Tallinn, capital da Estônia e em 1999  foi escolhido o homem mais sexy do século pela revista People. Jolly  pretty good and congratulations, old chap!&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-4038251091590003077?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/4038251091590003077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=4038251091590003077&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4038251091590003077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4038251091590003077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/well-done-sir-sean-connery.html' title='Well done, Sir Sean Connery'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LUZ2oR6Zc-M/TnM_a1Z0zmI/AAAAAAAACGQ/L1bntiwgPVk/s72-c/Well+done%252C+Sir+Sean+Connery+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-5590096911265846422</id><published>2011-09-16T09:20:00.000-03:00</published><updated>2011-09-16T09:20:58.170-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>‘Sindicato de Ladrões’: entre o dedodurismo e fazer o certo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-w9YFtD-EPTw/TnM-wNAhokI/AAAAAAAACGM/YYRRaNyO9Ks/s1600/%25E2%2580%2598Sindicato+de+Ladr%25C3%25B5es%25E2%2580%2599-+entre+o+dedodurismo+e+fazer+o+certo+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-w9YFtD-EPTw/TnM-wNAhokI/AAAAAAAACGM/YYRRaNyO9Ks/s320/%25E2%2580%2598Sindicato+de+Ladr%25C3%25B5es%25E2%2580%2599-+entre+o+dedodurismo+e+fazer+o+certo+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/22/sindicato-de-ladroes-entre-o-dedodurismo-e-fazer-o-certo/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos onde a cada escândalo político  os nossos homens na Capital Federal ficam mais preocupados em saber quem  vazou informações do que descobrir se seu parceiro de partido é mesmo  desonesto, nada mais interessante e atual que assistir um dos maiores  filmes norteamericanos de todos os tempos, &lt;em&gt;Sindicato de Ladrões&lt;/em&gt; de 1954.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é um clássico que só tem predicados.  Ganhou oito Oscars (melhor filme, diretor, ator, atriz coadjuvante,  roteiro, fotografia em P&amp;amp;B, edição e direção de arte em P&amp;amp;B), é  considerado o melhor trabalho de Marlon Brando e o American Film  Institute o encheu de prêmios quando foi escolher os 100 maiores do  século – pegou 8o lugar entre os melhores filmes, 23o como melhor herói  para o personagem de Marlon Brando, 3o lugar entre as melhores frases de  filmes (“Você não entende! Eu poderia ter classe. Eu poderia ter sido  um lutador. Eu poderia ter sido alguém em vez de um vagabundo, que é o  que eu sou”), 22o lugar entre as trilhas sonoras, entre outros. Até  mesmo o Vaticano, em 1995, o elegeu um dos 45 melhores filmes de todos  os tempos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Sindicato de Ladrões&lt;/em&gt; tem sua  ação passada nos portos de Hoboken em New Jersey, onde mafiosos  dominavam o sindicato de estivadores. Qualquer um que decidisse  colaborar com o comitê de investigações criminais do governo tinha um  fim terrível. O ex-boxeador tornado portuário Terry Malloy (Brando)  acaba entrando em crise de consciência quando, inadvertidamente, ajuda  os bandidos a matar um “canário” (ou seja, um cara que “canta” para a  polícia). A coisa complica mais ainda para ele quando se apaixona pela  irmã do defunto (Eva Marie Saint em sua estréia nas telonas) e ele fica  entre a lealdade a ela ou a seu irmão (o sempre ótimo Rod Steiger),  braço direito do chefão Johhny Friendly (Lee J. Cobb). Ainda para  colocar mais lenha na fogueira, um padre (Karl Malden) está incentivando  os trabalhadores a dedar as atividades criminosas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa época onde os americanos ‘baby  boomers’ estavam começando a ver que seu país não era aquele idílio  terrestre com perseguição a esquerdistas, limitação dos direitos  individuais e a guerra fria começando com toda a força, o filme caiu  como uma bomba e fez um sucesso imediato. Acontece que a história por  trás das filmagens é tão ou mais interessante que o próprio clássico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A idéia do roteiro veio de uma série de  reportagens publicadas em 1949 no jornal New York Sun pelo jornalista  Malcolm Johnson, mostrando a corrupção nas docas de Manhattan e do  Brooklin. O diretor Elia Kazan e seu amigo, o teatrólogo Arthur Miller,  escreveram a história para as telas e apresentaram aos estúdios, que  pediram para substituir os mafiosos por comunistas. Miller recusou-se  terminantemente e foi enquandrado como “anti-americano”. Em 1952, Kazan,  para preservar sua carreira e continuar&amp;nbsp; dirigindo filmes, deu  declarações espontâneas para o Comitê de Atividades Anti-americanas do  Senador MacCarthy e sua atitude acabou com a vida profissional de muita  gente. Miller rompeu com o parceiro e Kazan chamou outro ‘dedo-duro’,  Budd Schulberg para dar um trato no roteiro (mantendo os mafiosos).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os estúdios queriam alguém de peso para  estrelar o filme e chamaram Marlon Brando, que num primeiro momento  recusou. Frank Sinatra se ofereceu a fazer o papel de Malloy, mesmo  porque era de Hoboken e conhecia as condições dos homens do porto, mas o  jovem olhos azuis ainda não era “O SR. Sinatra” e assim o ator Karl  Malden fez uma artimanha para conseguir conquistar Brando. Pegou seu  maior rival de Actor´s&amp;nbsp; Studio e fez com que Kazan filmasse uma cena com  ele e a atriz Joanne Woodward. Brando assistiu a cena e fechou o  contrato com o estúdio para desgosto e ódio de Frank Sinatra. Em tempo, o  ator desconhecido que fez a cena proposta por Malden era um jovem Paul  Newman que, anos depois, se casaria com Joanne Woodward e faria história  no cinema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É interessante notar que os outros atores  do filme vieram de teatro (como Steiger) ou eram pessoas que realmente  trabalhavam nas docas. Os próprios guarda-costas do chefão Friendly era  antigos boxeadores. Também é de se destacar a interpretação de Marlon  Brando. É através dele que temos as grandes cenas do filme como ele  brincando e vestindo uma luva de Eve Marie Saint (algo que fez  naturalmente nos ensaios e Kazan incorporou à cena), a famosa cena do  taxi com Steiger (que ficou eternamente magoado porque nas cenas de  close ele estava sozinho, já Brando saiu do set para ir à terapia) e a  cena final, com seu andar cambealeante para desafiar o poder local.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para muitos, Elia Kazan justificou sua  atitude em entregar colegas ao Comitê, através da decisão tomada por  Malloy no filme. De qualquer forma, o diretor de tantos filmes  excelentes como &lt;em&gt;A Luz é para Todos, Uma Rua Chamada Pecado, Vidas Amargas &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Clamor do Sexo&lt;/em&gt;  nunca conseguiu se desatrelar da fama de alcagueta. Em 1999, causou  polêmica a decisão premiá-lo com um Oscar Especial pela sua obra, mas  como disse Gregory Peck “o trabalho de um homem deve ser separado de sua  vida pessoal”. E assim, sob algumas vaias e muitos aplausos, Kazan  recebeu sua estatueta das mãos de Robert De Niro e Martin Scorcese e &lt;em&gt;Sindicato de Ladrões &lt;/em&gt;continuará sempre como&amp;nbsp;uma das mais belas peças sobre fazer o certo e defender o justo, apesar de toda oposição em contrário.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-5590096911265846422?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/5590096911265846422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=5590096911265846422&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/5590096911265846422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/5590096911265846422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/09/sindicato-de-ladroes-entre-o.html' title='‘Sindicato de Ladrões’: entre o dedodurismo e fazer o certo'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-w9YFtD-EPTw/TnM-wNAhokI/AAAAAAAACGM/YYRRaNyO9Ks/s72-c/%25E2%2580%2598Sindicato+de+Ladr%25C3%25B5es%25E2%2580%2599-+entre+o+dedodurismo+e+fazer+o+certo+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-4270016687052295773</id><published>2011-08-19T12:37:00.000-03:00</published><updated>2011-08-19T12:37:15.595-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Um lanterna verde demais</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OumZNx0OpLQ/Tk6Cprh-UQI/AAAAAAAACF8/CnVsQBXN99I/s1600/Um+lanterna+verde+demais+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-OumZNx0OpLQ/Tk6Cprh-UQI/AAAAAAAACF8/CnVsQBXN99I/s320/Um+lanterna+verde+demais+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/19/um-lanterna-verde-demais/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para quem lê HQs, o Lanterna Verde é um  personagem bem bacana. Teve duas versões, uma com poderes mágicos criada  em 1940 e outra, com poderes cósmicos em 1959. Nesta segunda, o  portador do anel verde era um piloto de caças, Hal Jordan, que encontra  um alienígena moribundo que faz parte de uma tropa interplanetária, os  Lanternas Verdes. Jordan passa a combater o crime com a ajuda do anel  energético que cria construtos com a força do pensamento. O personagem  passou por inúmeras reformulações com o passar do tempo, indo de herói  para vilão, para depois retornar ao seu papel de maior combatente da  força esmeralda e um dos grandes best sellers da DC Comics nos últimos  cinco anos graças a três sagas interligadas, ‘A Guerra dos Anéis’, ‘A  Noite Mais Densa’ e ‘O Dia mais Claro’. Ou seja, o cara sempre foi  jovem, intérprido, bom no que fazia e muito cool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era óbvio que, com o sucesso dos filmes  de super-heróis, o personagem iria parar nas telonas de cinema e  conquistar uma nova geração. Ao contrário da Marvel, sua maior  concorrente, a DC Comics não tem muita sorte com esse tipo de  transposição dos quadrinhos para a sétima arte. Teve &lt;em&gt;Superman&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Superman II&lt;/em&gt;  no começo da década de 1980, que eram fantásticos, e depois a série  irregular de Batman nos anos 1990, mas tirando o Homem-Morcego de Chris  Nolan no século 21 (quando esse genial diretor resolveu deixar o  super-herói mais próximo da realidade), o resto é um fiasco. Vidce a  tentativa frustrada de levar a Mulher-Maravilha para uma nova série de  TV, já abortada no piloto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então para se blindar, nada melhor do que chamar para a direção o homem que ressucitou James Bond duas vezes (com &lt;em&gt;Goldeneye&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Cassino Royale&lt;/em&gt;),  Martin Campbell, investir em efeitos especiais deslumbrantes e ter no  elenco um cara que, em poucos minutos, roubou a cena de &lt;em&gt;X-Men Origens: Wolverine, &lt;/em&gt;Ryan Reinolds; bons atores como Tim Robbins e Peter Saarsgard (do ótimo &lt;em&gt;Educação&lt;/em&gt;); o ‘Jose Lewgoy’ gringo Mark Strong (0 cara só faz papel de vilão como em &lt;em&gt;Sherlock Holmes, Kick-Ass, Rock´n´rolla &lt;/em&gt;etc) e ainda a gracinha Blake Lively como mocinha do filme. Com essa fórmula não tem como dar errado, não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deu. &lt;em&gt;Lanterna Verde&lt;/em&gt; é chato,  primário, irregular, sem ritmo e ótimo somente para aqueles que tem até  12 anos de idade. Para começar, existe uma coisa que todos deveriam ter  aprendido com George Lucas e sua série recente de &lt;em&gt;Star Wars&lt;/em&gt;: é  impossível trabalhar bem na frente da tela verde. Se bons atores e  atrizes, como Natalie Portman por exemplo, parecem robôs nessa situação,  o que dizer de um cara medíocre como Reynolds? Seu Hal Jordan carece de  carisma, é chato e óbvio e sua interpretação resume-se a duas caretas,  uma séria e outra rindo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, mesmo que o rapaz tivesse a  força interpretativa de um Marlon Brando, nenhum filme sobrevive a um  roteiro ruim e simplista e olha que o este tem quatro roteiristas. Por  duas horas o que vemos é um desfile de clichês, como a cena do  ‘treinamento do herói’ (porque todo sargento de treinamento tem que  falar as mesmas frases, não importa a época, o filme ou o planeta?),  cenas constrangedoras como a exposição das qualidades humanas no  Conselho dos Guardiões (que me lembrou o final de outro péssimo filme  dos anos 1980, &lt;em&gt;Minha Noiva é un Extraterrestre&lt;/em&gt;) e coisas  patéticas como os construtos idiotas que o herói usa para salvar pessoas  (até mesmo um dos personagens do filme reclama). De resto são piadas  sem graça (nem a tentativa de imitar o tom de voz do Batman funciona),  não há nenhuma química no casal principal e no final, é uma oportunidade  perdida de se fazer um grande filme com um grande personagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma vez, um editor de quadrinhos de  heróis me explicou que um dos motivos do sucesso da Marvel foi ter  personagens em que as pessoas pudessem se refletir. A trinca principal  da DC era um alienígena, um multibilionário e uma mulher mitológica,  enquanto na rival temos num menino nerd com poderes de aranha, um médico  deficiente que ao bater sua bengala no chão se transformava em um deus  nórdico e um bando de adolescentes que ao invés de espinhas, tinha  superpoderes. Nas telonas, a Marvel parece ter um projeto para seus  personagens, modernizando-os sem perder a essência e entendendo que o  meio cinema é diferente do meio quadrinho. Ela, no geral, respeita sua  mitologia e não desrespeita o público, fanático ou não. A DC parece não  compreender a importância de suas criações no imaginário pop e os coloca  já como perdedores nas telas de cinema (estranhamente nas animações  isso não ocorre). Eles ficam sem personalidade e sem a força que tem nos  quadrinhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, na sala mais densa, o Lanterna  Verde não vai tornar seu dia mais claro, mas seguramente vai ganhar uma  sequência (no final dos créditos tem a famosa cena adicional com  Sinestro e um anel amarelo). Só nos resta agora aguardar para ver o que a  dupla DC/Warner vai fazer com o &lt;em&gt;Homem de Aço&lt;/em&gt; dirigido por Zack Snyder, aquele que conseguiu realizar um ótimo trabalho com as HQs &lt;em&gt;300 e Watchmen&lt;/em&gt;, mas patinou feio com &lt;em&gt;Sucker Punch&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, em tempo, Ryan Reynolds volta às HQs em 2013 como o mercenário falastrão Deadpool. Desta vez da Marvel.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-4270016687052295773?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/4270016687052295773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=4270016687052295773&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4270016687052295773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4270016687052295773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/um-lanterna-verde-demais.html' title='Um lanterna verde demais'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-OumZNx0OpLQ/Tk6Cprh-UQI/AAAAAAAACF8/CnVsQBXN99I/s72-c/Um+lanterna+verde+demais+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-5734512152236752371</id><published>2011-08-19T12:33:00.000-03:00</published><updated>2011-08-19T12:33:58.559-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Sean Penn, politicamente nervoso</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wyOT1QtWsDU/Tk6BwCJXxxI/AAAAAAAACF4/A3uj76DCDRU/s1600/Sean+Penn%252C+politicamente+nervoso+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-wyOT1QtWsDU/Tk6BwCJXxxI/AAAAAAAACF4/A3uj76DCDRU/s320/Sean+Penn%252C+politicamente+nervoso+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/17/sean-penn-politicamente-nervoso/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;No Oscar de 2009, Robert De Niro foi apresentar Sean Penn, então concorrendo ao prêmio de melhor ator por &lt;em&gt;Milk&lt;/em&gt;  e disse “Sean, como você pode? Você é o cara mais macho que e conheço e  conseguiu fazer um perfeito gay. Como você pode?”. Sean Penn pode  porque é, de longe, o melhor ator de uma geração. O cara que começou  fazendo uma pontinha em um episódio da série de TV &lt;em&gt;Os Pioneiros &lt;/em&gt;aos  14 anos de idade (porque seu pai era o diretor) é hoje uma grife, no  sentido de transformar qualquer filme em um ótima experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sean já teve várias facetas. Fez um tremendo sucesso com&amp;nbsp; o drogado surfista Jeff Spicoli de &lt;em&gt;Picardias Estudantis&lt;/em&gt;  de 1982, quase se transformou no Sr. Madonna quando se casou com a  cantora em 1985 e viu sua carreira crescer com boas escolhas de papéis  como o filho de Chris Walken em &lt;em&gt;Caminhos Violentos&lt;/em&gt;, o oficial novato de &lt;em&gt;As Cores da Violência&lt;/em&gt;, o advogado de Pacino em &lt;em&gt;Pagamento Final&lt;/em&gt; até que surgiu um filme que mostraria a força de sua interpretação. Em 1995, Penn fez até estátuas chorarem com &lt;em&gt;Os Últimos Passos de um Homem&lt;/em&gt;,  onde interpretou um condenado no corredor da morte e seus últimos dias  ao lado de uma freira, baseado no trabalho real de Helen Prejean. Pelo  papel, Sean ganhou seu primeiro Oscar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2001, o ator deu mais um show de  interpretação como um deficiente mental que luta pela custódia da filha  de sete anos no sensível &lt;em&gt;Uma Lição de Amr&lt;/em&gt;, um filme que na mão  de qualquer outro ator escorregaria no piegas, mas não nas dele (levou  uma Palma de Ouro em Cannes pelo personagem). Depois vieram &lt;em&gt;Sobre Meninos e Lobos&lt;/em&gt; (numa atuação de dar medo), &lt;em&gt;21 Gramas&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Grande Ilusão&lt;/em&gt; (a boa refilmagem do clássico de 1949), o já citado &lt;em&gt;Milk&lt;/em&gt; (quando levou sua segunda estatueta) e agora &lt;em&gt;A Árvore da Vida&lt;/em&gt;. Em 2013, ele aparecerá como o chefão Mickey Cohen em &lt;em&gt;The Gangster Squad&lt;/em&gt; ao lado de Josh Brolin e Ryan Gosling.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o que impressiona também nesse homem é  sua força vital. Penn é daqueles que defende seu ponto de vista e é  extremamente politizado. Tudo isso sem deixar de ser um cara bravo  pacas. Quando casado com Madonna ganhou fama de violento depois de  esmurrar um fotógrafo. Depois, assumiu uma guerra pessoal contra George  W. Bush e sua campanha no oriente médio. Chegou a visitar o Irã e o  Iraque, gastou US$ 56 mil para colocar um anúncio no Washington Post em  2002, pedindo ao presidente que acabasse com suas agressões a outros  países e à liberdades civis e por causa disso&amp;nbsp; ficou amigo do “ditador  democrático” Hugo Chávez. De quebra, mandou uma carta aberta aos  criadores de South Park, por causa de certas piadas do filme &lt;em&gt;Team America&lt;/em&gt; onde terminava com um singelo “All best, and a sincere fuck you”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado é um ardente defensor dos direitos dos gays, lésbicas e  transexuais, foi ajudar pessoalmente no resgate de vítimas do furacão  Katrina em Nova Orleans e quando do terremoto do Haiti, bancou um campo  de refugiados ajudando mais de 55 mil pessoas. Se você somar ao fato de  que já esteve envolvido com as mulheres do naipe de Susan Sarandon,  Robin Wright, a cantora Jewel, Scarlet Johansson e Elisabeth McGovern,  ele, que completa 51 anos de idade hoje, 17 de agosto (junto com Bob De  Niro, aliás, que faz 68 anos), se torna seguramente o cara que a gente  gostaria de ser.&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-5734512152236752371?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/5734512152236752371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=5734512152236752371&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/5734512152236752371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/5734512152236752371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/sean-penn-politicamente-nervoso.html' title='Sean Penn, politicamente nervoso'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wyOT1QtWsDU/Tk6BwCJXxxI/AAAAAAAACF4/A3uj76DCDRU/s72-c/Sean+Penn%252C+politicamente+nervoso+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-3563160405875168823</id><published>2011-08-19T12:29:00.000-03:00</published><updated>2011-08-19T12:29:42.409-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Jane Birkin, o mais famoso gemido</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Bn2eWuaI8JU/Tk6BB7FYQbI/AAAAAAAACF0/pV_CO88Lp5Q/s1600/Jane+Birkin%252C+o+mais+famoso+gemido+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Bn2eWuaI8JU/Tk6BB7FYQbI/AAAAAAAACF0/pV_CO88Lp5Q/s320/Jane+Birkin%252C+o+mais+famoso+gemido+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/15/jane-birkin-o-mais-famoso-gemido/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Olhe bem para a foto ao lado. Preste bem  atenção nesse homem e grave a fisionomia dele para os momentos em que  você achar que aquela menina é muita areia para o seu caminhãzinho. Pois  esse cara aí era Serge Gainsbourg, compositor e cantor francês, feio,  magro demais, fumante inveterado, orelhudo, entornava todas, criador de  uma das músicas mais nauseabundas já lançadas e que, apesar de tudo  isso, conquistou duas das maiores musas dos anos 1960, Brigitte Bardot e  a espetacular Jane Birkin (agora sim, olhe para a foto abaixo). &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Birkin  é inglesa de Londres, nascida em 1946 que, entre 1965 e 1968, foi  casada com o compositor das trilhas dos filmes de James Bond de Sean  Connery, John Barry. Bonita, magra, branca, com belíssimos olhos verdes,  despontou no cinema com uma pequena participação em &lt;em&gt;Blowup &lt;/em&gt;de  1966, dirigido por Michelangelo Antonioni. Em 1968, sem saber francês, a  menina foi para a França disputar o papel principal no filme &lt;em&gt;Slogan&lt;/em&gt; de Serge Gainbourg. Ganhou a personagem e o diretor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Serge vinha de um tórrido affair com  Bardot e foi com ela que gravou a versão original de ‘Je t’aime… moi non  plus’, aquela música que reproduz o diálogo de dois amantes e a mulher  fica sussurrando e tendo orgasmos. O lance é que Bardot se casou com o  industrial alemão Gunther Sachs, que não queria ficar escutando sua  dileta esposa gemendo nas rádios e proibiu seu lançamento (uma das  histórias que rolou na época é que os dois haviam gravado a canção  fazendo sexo de verdade, ao que Gainsbourg comentou: “se tivesse sido  assim, a música seria um lado inteiro de um long-play”).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, abandonado por Brigitte e  apaixonado por Birkin, Serge regravou ”Je T´Aime’&amp;nbsp; com seu novo amor e o  casal e a música estouraram nas paradas, mais pela polêmica, do que  pela qualidade musical. A canção foi condenada pelo Vaticano, proibida  em vários países (o Brasil militar, inclusive, mas também pela  Inglaterra, EUA, Itália etc) e muito tempo depois f0i regravada por  Donna Summer e – SOCORRO! – pela orquestra de Ray Connif.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em 1973, Birkin chocou o mundo&amp;nbsp; de&amp;nbsp; novo atuando como a amante da ex-amante de seu marido, Brigitte Bardot, no filme &lt;em&gt;Don Juan&lt;/em&gt; (também conhecido como &lt;em&gt;Se Don Juan fosse Mulher&lt;/em&gt;),  péssimo em roteiro e atuações, mas que conseguiria atrair marmanjos ao  cinema com suas cenas de teor lésbico. A inglesinha cativara os  franceses e em 1975 recebeu uma indicação ao César (o Oscar francês),  por sua participação em &lt;em&gt;Je t’aime… moi non plus&lt;/em&gt; – 0 filme. Depois disso trabalhou com grandes nomes do cinema francês, fez dois filmes americanos baseados em Agatha Christie (&lt;em&gt;Morte no Nilo e Assassinato num Dia de Sol -&lt;/em&gt;  ambos com Peter Ustinov como Poirot) e continuou com a carreira musical  e celebridade, tornando-se em 1982 modelo de bolsa da famosa marca  Hermés, a bolsa Birkin. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu neurótico casamento com Serge durou  até 1980 quando ela o deixou pelo diretor de cinema Jacques Doillon. De  legado, além da música preferida do Djalma Jorge (essa só os paulistanos  acima de 40 anos vão sacar), o casal musical deixou uma filha,  Charlotte Gainsbourg, que ganhou a Palma de Ouro de melhor atriz no  Festival de Cannes de 2009&amp;nbsp; pelo polêmico &lt;em&gt;Anticristo&lt;/em&gt; de Lars Von Trier. A história de Serge e suas musas podem ser conferidas no filme &lt;em&gt;Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres&lt;/em&gt;  de Joan Sfar, ainda em cartaz nos cinemas brasileiros, com Birkin sendo  interpretada por Lucy Gordon e Bardot por Leticia Casta.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-3563160405875168823?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/3563160405875168823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=3563160405875168823&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3563160405875168823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3563160405875168823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/jane-birkin-o-mais-famoso-gemido.html' title='Jane Birkin, o mais famoso gemido'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Bn2eWuaI8JU/Tk6BB7FYQbI/AAAAAAAACF0/pV_CO88Lp5Q/s72-c/Jane+Birkin%252C+o+mais+famoso+gemido+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-754918533686241238</id><published>2011-08-19T12:27:00.000-03:00</published><updated>2011-08-19T12:27:00.297-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>John Cazale, o melhor coadjuvante de todos os tempos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-acH84-ZxxAM/Tk6AfHxydxI/AAAAAAAACFw/ItqFmVtUIMI/s1600/John+Cazale%252C+o+melhor+coadjuvante+de+todos+os+tempos+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-acH84-ZxxAM/Tk6AfHxydxI/AAAAAAAACFw/ItqFmVtUIMI/s320/John+Cazale%252C+o+melhor+coadjuvante+de+todos+os+tempos+-+Revista+Alfa.png" width="61" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/12/john-cazale-o-melhor-coadjuvante-de-todos-os-tempos/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se não tivesse morrido de cancer em 12 de  março de 1978, John Cazale teria completado 75 anos hoje. Cazale é um  desses fenômenos na história de alguma arte que acontece muito  raramente, mas deixa marcas. Isso porque o cara só trabalhou em cinco  filmes em toda a sua carreira, todos como coadjuvantes&amp;nbsp; e todos&amp;nbsp; esses  filmes não só concorreram ao Oscar de Melhor Filme, como se tornaram  clássicos e indispensáveis. E, somando a tudo isso, está o fato de que  esse ator, natural de Boston, está excelente em todos eles. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cazale começou no teatro no começo de  seus 20 anos e fez uma grande amizade com outro estreante, Al Paci. Os  dois trabalharam juntos em algumas peças e ganharam prêmios Obie , dados  aos melhores do circuito Off-Broadway. John também chegou a dividir os  palcos com Robert De Niro e Meryl Streep (com que namorou até sua  morte).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A chance nos cinemas veio com &lt;em&gt;O Poderoso Chefão &lt;/em&gt;no  marcante papel de Fredo, o mais fraco dos irmãos Corleone. Copolla se  impressionou tanto com o trabalho que o chamou para seu próximo filme, o  ótimo &lt;em&gt;A Conversação &lt;/em&gt;ao lado de Gene Hackman e aumentou&amp;nbsp; a participação de seu personagem em &lt;em&gt;O Poderoso Chefão 2&lt;/em&gt; – aquele onde Fredo decepciona MUITO seu irmão Michael.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1975, Pacino e Cazale estrelam o melhor filme de assalto de todos os tempos, &lt;em&gt;Um Dia de Cão&lt;/em&gt;.  O clássico é baseado em fatos reais ocorridos em NY e o diretor Sidney  Lumet estava receoso de colocar Cazale, já que o ator em nada parecia  com o verdadeiro Sal (que tinha apenas 18 anos de idade quando do  crime). Suas dúvidas se dissiparam no teste e sua interpretação foi tão  forte que um jornalista da Assciate Press chegou a escrever que “Cazale  quebrou corações na tela com representações de homens voláteis,  vulneráveis e vacilantes, especialmente o parceiro de Pacino no trágico  assalto a banco de &lt;em&gt;Um Dia de Cão&lt;/em&gt;“.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu último filme o icônico (e hoje sabido irreal) &lt;em&gt;O Fraco Atirador&lt;/em&gt;.  Ele já estava em fase terminal de câncer ósseo e o diretor Michael  Cimino mudou a ordem das filmagens para que ele e sua noiva, Meryl  Streep, pudessem acabar suas participações antes. O ator virou um  símbolo do homem sensível que tem um grande amor por aquilo que faz. E  em 2009 tornou-se o tema de um documentário, &lt;em&gt;I Knew it Was You&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-754918533686241238?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/754918533686241238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=754918533686241238&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/754918533686241238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/754918533686241238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/john-cazale-o-melhor-coadjuvante-de.html' title='John Cazale, o melhor coadjuvante de todos os tempos'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-acH84-ZxxAM/Tk6AfHxydxI/AAAAAAAACFw/ItqFmVtUIMI/s72-c/John+Cazale%252C+o+melhor+coadjuvante+de+todos+os+tempos+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-1323870624702239576</id><published>2011-08-09T18:00:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T18:00:07.742-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Sharon Tate e a morte que encerrou uma década</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-C0SbFWjuyBs/TkGfjMj-K8I/AAAAAAAACFs/xRifhe3zBl8/s1600/Sharon+Tate+e+a+morte+que+encerrou+uma+d%25C3%25A9cada+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-C0SbFWjuyBs/TkGfjMj-K8I/AAAAAAAACFs/xRifhe3zBl8/s320/Sharon+Tate+e+a+morte+que+encerrou+uma+d%25C3%25A9cada+-+Revista+Alfa.png" width="62" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/09/sharon-tate-e-a-morte-que-encerrou-uma-decada/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sharon Tate era uma atriz medíocre. Só  que Sharon Tate era linda de doer. E gostosíssima. Para se ter uma  idéia, depois de trabalhar só de biquini no filme &lt;em&gt;Don´t Make Waves&lt;/em&gt;  de 1967 com Tony Curtis, o estúdio encheu as salas de cinema com  cartazes em tamanho natural da menina! E sua personagem, Malibu, teria  inspirado a criação da Malibu Barbie. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos 12 filmes que trabalhou só dois são dignos de nota: &lt;em&gt;A Dança dos Vampiros&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Vale das Bonecas&lt;/em&gt;.  O primeiro, uma comédia amalucada e um tanto datada, foi dirigida e  estrelada por Roman Polanski, que acabou seduzindo a moça e se casando  com ela. O segundo foi um escândalo no seu lançamento por mostrar  garotas em busca de sucesso que se envolvem com sexo e drogas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sharon Tate poderia ter sido só uma nota  de rodapé na história do cinema se em 09 de agosto de 1969 não tivesse  sido morta pela famigerada “família Manson”. Charles Manson era um cara  totalmente doido que acreditava que haveria uma guerra entre raças e que  o grupo radical Panteras Negras ganharia. Só que o louco também  acreditava que precisava ganhar a confiança dos negros, porque eles  precisariam de um branco para governar o mundo (palavras&amp;nbsp; dele, não  minhas). E ele pensou tudo isso inspirad0 pela música ‘Helter Skelter’  dos Beatles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Manson também era um músico frustrado e  para impressionar todo mundo, resolveu matar quem estivesse na casa do  produtor musical Terry Melcher (que se recusara a gravar uma de suas  músicas) como forma de mandar a mensagem que os ricos seriam  massacrados. Acontece que Melcher não morava mais lá e calhou de Tate e  alguns amigos estarem no local&amp;nbsp; e assim a atriz acabou esfaqueada e  morta, grávida de nove meses.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A escritora Joan Didion declarou anos  mais tarde que os anos sessenta acabaram naquela 09 de agosto. Toda a  mensagem de paz, amor livre, direitos iguais e toda simbologia que  envolveu a geração hippie foi destruída naquele assassinato. Um clima de  paranóia foi estabelecido, mesmo depois que todos os envolvidos foram  presos e condenados à prisão perpétua.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tate não deixou um legado como atriz, mas  marcou profundamente a justiça americana. No começo da década de 80  soube-se que uma das integrantes da família Manson havia entrado com um  pedido de habeas corpus, angariando 900 assinaturas para sua liberação.  Foi o bastante para a mãe de Sharon fazer uma campanha brutal contra o  indulto, conseguindo que mais de 300 mil pessoas assinassem seu  documento. Pelo resto de sua vida dedicou-se a impedir que os assassinos  de sua filha saíssem da prisão e acabou criando uma fundação de apoio a  família de vítimas de crimes violentos. Por causa dela e graças ao que  aconteceu à sua filha, os familiares podem hoje opinar nos comitês de  liberdade condicional na Califórnia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto a Polanksi, sempre declarou ter ficado arrasado com a morte da esposa grávida, dedicando seu filme &lt;em&gt;Tess&lt;/em&gt;  a ela, mas isso não o impediu de ter que fugir dos EUA graças a um  processo por estupro que rola até hoje. Mas isso é assunto para outro  post.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-1323870624702239576?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/1323870624702239576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=1323870624702239576&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1323870624702239576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1323870624702239576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/sharon-tate-e-morte-que-encerrou-uma.html' title='Sharon Tate e a morte que encerrou uma década'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-C0SbFWjuyBs/TkGfjMj-K8I/AAAAAAAACFs/xRifhe3zBl8/s72-c/Sharon+Tate+e+a+morte+que+encerrou+uma+d%25C3%25A9cada+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-5845859988731781508</id><published>2011-08-09T17:57:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T17:57:51.635-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Meus cinco clássicos favoritos de John Huston</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--7je3PYsvWg/TkGe9b7pu1I/AAAAAAAACFo/KOe_sPhdKUs/s1600/Meus+cinco+cl%25C3%25A1ssicos+favoritos+de+John+Huston+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/--7je3PYsvWg/TkGe9b7pu1I/AAAAAAAACFo/KOe_sPhdKUs/s320/Meus+cinco+cl%25C3%25A1ssicos+favoritos+de+John+Huston+-+Revista+Alfa.png" width="65" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/05/meus-cinco-classicos-favoritos-de-john-huston/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Hoje é celebrado o aniversário de  nascimento do diretor mais rebelde e genial que Hollywood teve o prazer  de consagrar e seguramente um dos meus favoritos: John Marcellus Huston.  Ator em 55 filmes, roteirista de 39 e diretor de 47 títulos, Huston foi  um cara que soube passar por cima das dificuldades que a vida lhe deu e  mostrar seu verdadeiro talento. Foi uma criança doente, que depois de  passar algum tempo internada num sanatório por ter o coração grande  demais e problemas renais, desistiu da escola e foi ser lutador de boxe,  tendo ganho um campeonato amador de peso leve, vencendo 22 das 25  lutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca conseguindo parar quieto no lugar,  foi ator na Broadway, mas desistiu de tudo para se tornar soldado e  vaqueiro no México. De volta aos EUA, acabou em Hollywood, primeiro como  roteirista e depois como diretor e ator. Sua estréia na direção foi  justamente com o filme que definiu o noir, &lt;em&gt;Relíquia Macabra&lt;/em&gt;.  Por cinco décadas Huston dominou a sétima arte. Disse certa vez que  vivera várias vidas e que invejava&amp;nbsp; o homem que leva uma só, com um  trabalho, e uma mulher, em um país, sob um único Deus. Segundo ele,  “pode não ser uma existência muito emocionante, mas pelo menos, quando  ele chega aos 73 anos, sabe que idade tem”.Ele faleceu em 1987, aos 81  anos de idade e abaixo, em sua homenagem, listo meus cinco filmes  favoritos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Relíquia Macabra&lt;/em&gt; (1941): a  estréia de Huston na direção e o início de sua longa amizade com  Humphrey Bogart na adaptação fidedigna do livro de Dasheill Hammet.  Bogie é o detetive particular Sam Spade, quintessência do macho frio e  calculista que investiga o paradeiro de uma estatueta de um falcão, que  seria feita de ouro. Foi o filme que definiu o estilo noir com diálogos  secos, personagens sem emoção, violência&amp;nbsp; e fotografia soturna. O filme  transformou Bogart em astro e fez de Peter Lorre o coadjuvante preferido  de muita gente.&amp;nbsp; A frase, “a coisa com o qual os sonhos são feitos”  entrou para os anais do cinema. Se você quer ver como um homem realmente  durão age, tem que assistir esse filme!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O Tesouro de Sierra Madre &lt;/em&gt;(1948):  um verdadeiro tratado sobre ganância e riqueza, deu o Oscar de direçlão  a Huston e o de Melhor Ator Coadjuvante ao pai dele, Walter Huston.  Bogart, Walter e Bruce Bennet são três americanos miseráveis no México  que se unem para explorar ouro nas montanhas de Sierra Madre. Ao  encontrar um rico veio, eles passam a enfrentar bandoleiros e Bogie vai  aos poucos enlouquecendo, tomado pelo medo que seus companheiros o  roubem. É um filmaço, com um final extremamente interessante e com um  roteiro que acabou sendo imitado várias vezes, inclusive em outro  clássico cult, &lt;em&gt;Cova Rasa&lt;/em&gt;. A frase de um dos bandidos mexicanos,  “distintivos? Nós não temos distintivos. Nós não precisamos de  distintivos. Eu não tenho que lhe mostrar nenhuma drosga de distintivo.”  entrou para as 100 melhores do cinema na escolha do AFI.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Moby Dick&lt;/em&gt; (1956): a obra de  Herman Melville é um grande estudo sobre vingança&amp;nbsp; e ganhou uma  adaptação à altura com Richard Basehart como Ishmael, Gregory Peck como o  temido Capitão Ahab e ainda tem uma ponta de Orson Welles como um  pastor. Com roteiro de Ray Bradbury, o filme não teve boa receptividade  na época em que foi lançado, mas ganhoiu status com o passar dos anos e  é, sim, imperdível para quem quer aprender um pouco sobre liderança e  obsessão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O Homem que Queria Ser Rei&lt;/em&gt;  (1975): Huston juntou dois ingleses totalmente carismáticos, Michael  Caine e Sean Connery e filmou no Afeganistão, a ótima história de  Kipling, sobre dois soldados britânicos que, no século 19, vão a uma  região do Oriente que não vê um homem branco desde os tempos de  Alexandre, o Grande. Tomados como deuses, os dois vão da glória à  tragédia. Huston tentou fazer esse filme primeiramente com Clark Gable e  Bogart nos anos 50 e depois com Burt Lancaster e Kirk Douglas. Acabou  se tornando o filme favorito de Caine (que teve a chance de trabalhar  com a esposa, Shakira).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;A Honra do Poderoso Prizzi &lt;/em&gt;(1985):  Huston juntou sua filha (Anjelica, a Morticia dos filmes da Família  Addams) e seu então cunhado (Jack Nicholson) numa comédia de máfia sobre  um matador de uma poderosa família que se apaixona por uma concorrente,  Kathleen Turner, na época uma tremenda mulher sensual. O filme  concorreu oito Oscars , dando o de atriz coadjuvante a Anjelica levou  quatro Globo de Ouro. Para quem curte filme sobre a cosa nostra, e uma  abordagem muito diferente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente que existem outros grandes filmes do diretor como &lt;em&gt;Uma Aventura na África, Os Desajustados, A Bíblia, O Pecado de Todos Nós, Roy Bean – O Homem da Lei&lt;/em&gt;  , entre outros e são igualmente obrigatórios para aqueles que querem  ver um filme estruturado e impressionante. Em resumo, Huston é  imperdível.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-5845859988731781508?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/5845859988731781508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=5845859988731781508&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/5845859988731781508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/5845859988731781508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/meus-cinco-classicos-favoritos-de-john.html' title='Meus cinco clássicos favoritos de John Huston'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/--7je3PYsvWg/TkGe9b7pu1I/AAAAAAAACFo/KOe_sPhdKUs/s72-c/Meus+cinco+cl%25C3%25A1ssicos+favoritos+de+John+Huston+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-4256221850026062645</id><published>2011-08-09T17:55:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T17:55:17.064-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Tanti auguri, Antonio!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-p2ZMmbGrDY8/TkGeU7Z1A7I/AAAAAAAACFk/vKaxRi7Vfpc/s1600/Tanti+auguri%252C+Antonio%2521+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-p2ZMmbGrDY8/TkGeU7Z1A7I/AAAAAAAACFk/vKaxRi7Vfpc/s320/Tanti+auguri%252C+Antonio%2521+-+Revista+Alfa.png" width="62" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/03/tanti-auguri-antonio/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje Tony Bennett, o lendário cantor  romântico de jazz, completa 85 anos de idade. E o que ele tem a ver com  cinema? Como ator nada, porque raríssimas vezes arriscou mostrar algum  lado dramátrico, trabalhando em alguns seriados de TV anos anos 1960 e  1970. Só que podemos afirmar que não há filme de máfia italiana os dias  atuais sem Bennett na trilha (isso ao lado de Louis Prima) ou a coisa  não tem graça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tony Bennett é um dos grandes exemplos de  retomada e superação de um artista. Sucesso nos anos 1950 e 1960 (e,  por mais que as pessoas o relacionam com a coisa, não fez parte do Rat  Pack de Sinatra), ele viu sua carreira quase afundar com o advento do  rock n´roll. Sua tentativa de se manter no topo custou-lhe a saúde e o  casamento até que no início dos anos 1990, seu filho começou a colocá-lo  em programas de TV com tinham apelo com o público mais jovem (começando  por Letterman) e em 1994, o cara gravou um Unplugged para a MTV, sendo  redescoberto por um pessoal que curtia rap, country e rock e ganhando  inúmeros prêmios. E essa retomada não se limitou às rádios. O cinema  também dobrou-se ao seu estilo, especialmente quando a máfia foi  “ressucitada” por Martin Scorcese e outros grandes diretores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E Bennett e bandidos ítalos americanos tem muito a ver. É só assistir a abertura do grande &lt;em&gt;Os Bons Companheiros&lt;/em&gt;  e se deparar com aquela máfia romântica, em um bairro italiano típico,  com ‘Rags to Riches’ ao fundo, compondo um das mais belas combinações  entre imagem e música já mostrado. É óbvio que vamos ver que o mundo não  é tão cheio de honra assim e que o personagem principal irá mesmo de  ‘mendigo a riqueza’ como diz a canção para depois cair na pobreza de  novo, mas tudo bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Naquele mesmo ano de 1990, Bennett já havia mostrado sua voz em outros dois filmes de gangsteres: a ótima comédia &lt;em&gt;Um Novato na Máfia &lt;/em&gt;(com  ‘I wanna Be Around’), aquela em que Brando brinca com seu personagem  mais famoso, Don Corleone e ainda na não tão engraçada assim &lt;em&gt;Meu Pequeno Paraíso&lt;/em&gt;, com Steve Martin e Rick Moranis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando Bob De Niro resolveu ir para trás das câmeras em 1993 com o bom &lt;em&gt;Desafio no Bronx&lt;/em&gt;, mostrando um pai desesperado com a amizade de seu filho com um gangster, lá estava Tony. No divertido &lt;em&gt;O Nome do Jogo&lt;/em&gt;,  aquele em que John Travolta faz um dos mafiosos mais cool da história  das telonas, Chilli Palmer, Bennett canta ‘Are You Havin’ Any Fun’. No  incompreendido &lt;em&gt;Cassino&lt;/em&gt; (que só foi se tornar cult anos depois  de seu lançamento), o cantor marcou presença com ‘Who Can I Turn To When  Nobody Needs Me’ e não podia ficar de fora também da trilha incidental  de &lt;em&gt;Meu Vizinho Mafioso 2&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A participação mais divertida, porém foi mesmo em &lt;em&gt;A Máfia no Divã&lt;/em&gt;.  A sensacional comédia de Harold Ramis de 1999 com De Niro fazendo um  mafioso em crise que passa a ter sessões de terapia com Billy Crystal  brinca com inúmeros elementos dos filmes da cosa nostra e ainda traz no  elenco algumas figurinhas carimbadas do gênero, como Chazz Palminteri e  (o infelizmente falecido) Joe Viterelli. Entre muitas confusões e  neuroses, no final, o Dr. Ben Sobel recebe o melhor pagamento por ajudar  um chefão com crise de pânico: um show privativo de Tony Bennett no  quintal de sua casa. Quem não haveria de querer uma coisa dessas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Antonio Dominick Benedetto, Buon Compleanno!&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-4256221850026062645?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/4256221850026062645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=4256221850026062645&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4256221850026062645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4256221850026062645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/tanti-auguri-antonio.html' title='Tanti auguri, Antonio!'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-p2ZMmbGrDY8/TkGeU7Z1A7I/AAAAAAAACFk/vKaxRi7Vfpc/s72-c/Tanti+auguri%252C+Antonio%2521+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-3419217952158349789</id><published>2011-08-09T17:51:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T17:51:38.563-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Rango, a animação mais adulta do oeste</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fx2GTpRid2Q/TkGdjeClEiI/AAAAAAAACFg/ptCTfaT4X_w/s1600/Rango%252C+a+anima%25C3%25A7%25C3%25A3o+mais+adulta+do+oeste+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-fx2GTpRid2Q/TkGdjeClEiI/AAAAAAAACFg/ptCTfaT4X_w/s320/Rango%252C+a+anima%25C3%25A7%25C3%25A3o+mais+adulta+do+oeste+-+Revista+Alfa.png" width="62" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da revista Alfa em agosto de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/08/01/rango-a-animacao-mais-adulta-do-oeste/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em 1989, os desenhos animados do cinema deram uma volta por cima quando a Disney lançou &lt;em&gt;A Pequena Sereia&lt;/em&gt;&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;Era  a época que Michael Eisner assumira a direção do estúdio e resolveu  chacoalhar as coisas exigindo animações que agradassem tantos adultos  como crianças. Para os pais era ótimo, porque você poderia levar seus  filhotes e ainda rir com boas piadas ou situações. E assim, anos mais  tarde, dá-lhe Robin Williams detonando cultura pop em &lt;em&gt;Alladin&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Bela e a Fera&lt;/em&gt; concorrendo ao Oscar de Melhor Filme e todos os desenhos da Pixar serem geniais e abrindo caminho para outros estúdios. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este ano de 2011 passou totalmente  despercebida uma animação que trazia uma característica muito  interessante: a maior parte dela era feita para adultos. E a explicação  disso é muito simples, por trás está boa parte da equipe de primeira  cinessérie de &lt;em&gt;Piratas do Caribe&lt;/em&gt;. Estou falando de &lt;em&gt;Rango, &lt;/em&gt;primeiro  longa animado da Industrial Light &amp;amp; Magic de George Lucas, escrita e  dirigida por Gore Verbinski (o diretor dos três primeiros &lt;em&gt;Piratas&lt;/em&gt;), com roteiro de John Logan (&lt;em&gt;Gladiador, Um Domingo Qualquer, O Último Samurai&lt;/em&gt;) e “estrelado” por Johnny Depp, Isla Fisher (a &lt;em&gt;Becky Bloom&lt;/em&gt;), Bill Nighy (o Davy Jones), Harry Dean Stanton (que atravessou o deserto em &lt;em&gt;Paris, Texas&lt;/em&gt;), Ned Beatty, Alfred Molina (o Doc Oc de &lt;em&gt;Homem-Aranha 2&lt;/em&gt;), entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Rango &lt;/em&gt;é uma tremenda brincadeira  em cima de faroestes (a começar pelo nome que emula um grande  personagem do gênero, Ringo) e conta a história de um camaleão (Depp)  que cai do carro da família que o cria e acaba em uma cidadezinha de  animais no deserto de Mojave que sofre com o problema de falta de água. E  aí, dá-lhe personagens totalmente surreais como o pássaro com uma  flecha atravessada do olho esquerdo até o lado da cabeça, a menininha  agressiva, a fazendeira que paralisa quando fica nervosa e, obviamente, o  latifundiário cruel e seu bando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E também há um desfile de citações para  aqueles que, como eu, que gostam de buscar detalhes. Logo no começo, por  exemplo, o réptil voa pela estrada e bate no pára-brisa do carro de  Hunter S. Thompson, que escreveu &lt;em&gt;Medo e Delírio em Las Vegas&lt;/em&gt;, cujo filme Depp participou. Depois vem referências a &lt;em&gt;Chinatown &lt;/em&gt;(a tartaruga-prefeito é baseada no personagem de John Huston no clássico de Polansky), &lt;em&gt;Apocalypse Now&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Guerra nas Estrelas&lt;/em&gt;  e, obviamente, uma série de westerns clássicos ou não, sem esquecer de  um de seus deuses máximos: o velho e bom Clint Eastwood (imitado  magistralmente por Timothy Olyphant de &lt;em&gt;Deadwood &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Hitman&lt;/em&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliado a tudo isso há uma trilha sonora  ótima (Hans Zimmer com participação do grupo Los Lobos), com canções de  matar de rir (interpretadas pelas corujas mariachi) com uma animação que  é de um detalhismo fantástico e de beleza ímpar.&amp;nbsp; E, há muito humor  negro e diálogos absurdos, o que o faz uma ótima pedida para um domingo  modorrento, de preferência sem crianças (já estou avisando, elas vão  achar um porre).&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-3419217952158349789?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/3419217952158349789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=3419217952158349789&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3419217952158349789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3419217952158349789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/rango-animacao-mais-adulta-do-oeste.html' title='Rango, a animação mais adulta do oeste'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-fx2GTpRid2Q/TkGdjeClEiI/AAAAAAAACFg/ptCTfaT4X_w/s72-c/Rango%252C+a+anima%25C3%25A7%25C3%25A3o+mais+adulta+do+oeste+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-545645347712593514</id><published>2011-08-09T17:49:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T17:49:15.970-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Clara Bow, a primeira sex symbol</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dnSRRQKQVjk/TkGc7EyJcOI/AAAAAAAACFc/sV_-3sUq-X0/s1600/Clara+Bow%252C+a+primeira+sex+symbol+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-dnSRRQKQVjk/TkGc7EyJcOI/AAAAAAAACFc/sV_-3sUq-X0/s320/Clara+Bow%252C+a+primeira+sex+symbol+-+Revista+Alfa.png" width="62" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da revista Alfa em julho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/07/29/clara-bow-a-primeira-sex-symbol/"&gt;Link&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Clara Bow terminou um namoro,  soube que o ex -- desesperado -- havia tentado se matar, cortando os  pulsos. Indagada sobre como se sentia com isso, ela disparou: “Cortar os  pulsos? Homens não cortam os pulsos, homens usam armas”. Essa é uma das  muitas lendas dessa atriz do cinema mudo, que foi considerada o  primeiro grande símbolo sexual de Hollywood e que inspirou Max Fleischer  na criação de Betty Boop. Bow ditou moda, foi alvo de escândalos e  reinou tranquilamente sobre a capital do cinema até a aparição dos  filmes falados. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em oito anos, fez mais de 45 filmes. Saiu  de uma salário de US$ 35 por semana em 1922 para US$ 5 mil em 1929.  Nada mal para uma menina, filha de uma esquizofrência que tentou matá-la  e de um pai ausente que quando estava em casa a agredia verbal, fisica e  sexualmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu maior sucesso foi o filme&lt;em&gt; It&lt;/em&gt;  de 1927. Nele, Bow vivia a vendedora de uma loja que faz das tripas  coração para conquistar o dono do estabelecimento e mudar de vida. E  consegue, graças ao seu “it” ou seja, o apelo sexual abre portas para a  menina. O filme foi o bastante para&amp;nbsp; colocá-la no imaginário de qualquer  marmanjo norteamericano daquela década. Também a pôs nos tablóides, já  que inúmeras esposas entraram com processos judicuais, alegando que  Clara roubou seus maridos. O máximo dos escândalos veio com a fama de  que ela teria transado com todo o time de futebol americano da  Universidade do Sul da Califórnia em 1927. Mas sabe-se que ela teve um  romance tórrido com Bela Lugosi (o mais famoso Drácula do  cinema) e o  indivíduo manteve uma foto dela nua em seu quarto pelo resto  da vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Clara colocava lenha na fogueira, agindo  como uma mulher liberada e que não devia nada para ninguém.&amp;nbsp;&amp;nbsp; É dela a  famosa frase “quanto mais conheço os homens, mais amo os cachorros”.  Para o público feminino, ela alternava entre o mau exemplo e o modelo de  sedução. Muitas criticavam sua imagem sexualizada, mas quando, por  exemplo, se descobriu que sua ruivez era graças a aplicação de henna nos  cabelos, o produto vendeu como água.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua carreira acabou graças,  principalmente, a dois fatores. O primeiro foi quando os atores  precisaram falar nos filmes. Clara tinha presença, mas um sotaque  irritante. Seu último trabalho foi em 1933. Depois, a moça herdou a  doença da mãe, a esquizofrenia. Casada com um político, tentou o  suicídio quando ele resolveu concorrer a uma vaga na Câmara dos  deputados. Sobreviveu, mas afirmou que preferia a morte a voltar para a  vida pública.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Clara Bow nasceu em 29 de julho de 1905 e  faleceu em 27 de setembro de 1965. Sobre ser um símbolo sexual disse “é  um fardo pesado para carregar quando se está cansada, magoada e  confusa”. Marilyn Monroe que o diga.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-545645347712593514?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/545645347712593514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=545645347712593514&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/545645347712593514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/545645347712593514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/clara-bow-primeira-sex-symbol.html' title='Clara Bow, a primeira sex symbol'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-dnSRRQKQVjk/TkGc7EyJcOI/AAAAAAAACFc/sV_-3sUq-X0/s72-c/Clara+Bow%252C+a+primeira+sex+symbol+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-7882122856179399320</id><published>2011-08-09T17:46:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T17:46:29.587-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>‘A Encruzilhada’, o pequeno clássico do Blues</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hhjOLjoK9QE/TkGcKStk6II/AAAAAAAACFY/nHa4FBQLdKE/s1600/%25E2%2580%2598A+Encruzilhada%25E2%2580%2599%252C+o+pequeno+cl%25C3%25A1ssico+do+Blues+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-hhjOLjoK9QE/TkGcKStk6II/AAAAAAAACFY/nHa4FBQLdKE/s320/%25E2%2580%2598A+Encruzilhada%25E2%2580%2599%252C+o+pequeno+cl%25C3%25A1ssico+do+Blues+-+Revista+Alfa.png" width="62" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da revista Alfa em julho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/07/27/a-encruzilhada-o-pequeno-classico-do-blues/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li na última edição de Veja que um pequeno clássico dos anos 80 está sendo relançado no Brasil em DVD. É &lt;em&gt;A Encruzilhada&lt;/em&gt;,  filme de 1986 que marcou a juventude de muita gente e acabou  introduzindo uma leva grande de moleques no blues. É um daqueles filmes  despretenciosos, leves e puros que presta uma homenagem sincera ao ritmo  já chamado de “dor de corno americano” e consegue mostrar e refletir  todos os aspectos dessa forma musical que inspirou Rolling Stones, Bob  Dylan, Eric Clapton e uma centena de roqueiros famosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contando a história de um moleque de 17  anos de idade, prodígio no violão clássico e fanático pela melodia  dolorosa do sul dos EUA, que encontra um antigo parceiro do lendário  bluesman Robert Johnson em uma prisão para terceira idade e parte para o  Mississipi em busca da perdida 30a. canção do músico (Johnson teria  gravado somente 29), &lt;em&gt;A Encruzilhada &lt;/em&gt;vai brincando com o mundo  do blues, desde os músicos que vendem a alma ao demônio para conseguir a  maestria nos instrumentos, à dor da separação como inspiração para  tocar, passando, obviamente, pela vida de vagabundo nas estradas do  interior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme foi uma confluência de talentos  vindos de outros clássicos da época e muitos deles sumiram depois, sem  deixar muitos vestígios:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1) O personagem principal foi interpretado por Ralph Macchio, recém saído do megasucesso &lt;em&gt;Karate Kid&lt;/em&gt;  que treinado pelo guitarrista Arlen Roth, não faz feio dublando um  músico verdadeiro. Depois da continuação das aventuras de Daniel San, o  rapaz nunca mais fez sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2) No papel de Willie Brown, o velho  gaitista bluesman, estava Joe Seneca, então com 67 anos de idade, que já  havia sido cantor e que chamou a atenção dos críticos com uma pequena  participação em &lt;em&gt;O Veredito &lt;/em&gt;de 1982 e &lt;em&gt;Silverado &lt;/em&gt;de 1985.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3) A gatinha Jami Gertz faz o par quase romântico de Macchio e depois participaria de mais dois filmes marcantes dos anos 1980: &lt;em&gt;Os Garotos Perdidos&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Abaixo de Zero&lt;/em&gt; para depois cair no ostracismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4) Não podemos esquecer da participação  marcante do virtuoso da guitarra, Steve Vai, então com 25 anos de idade,  como o guitarrista do diabo, no duelo de guitarras mais marcante da  história das telonas (Va, na verdade, tocou as duas partes).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5) A trilha sonora e os solos de blues do  menino foram tocados pelo ótimo Ry Cooder, que estourara em 1984  fazendo a música do cult &lt;em&gt;Paris, Texas&lt;/em&gt; de Wim Wenders.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6) E, finalmente, a direção é de Walter Hill, que nos brindou com grandes classicos como &lt;em&gt;Cavalgada de Proscritos&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Warriors – Selvagens da Noite&lt;/em&gt; (este, se você não viu, não sabe o que está perdendo), &lt;em&gt;48 Horas&lt;/em&gt;  (que mostrou que Eddie Murphy podia fazer filmes sérios sem perder a  graça) e um dos musicais mais kitchs e memoráveis já produzidos, &lt;em&gt;Ruas de Fogo &lt;/em&gt;(que  imortalizou a canção ‘I Can Dream About You’). Apesar deste currículo,  Hill não conseguiu fazer sucesso nos anos 1990 e acabou dirigindo o  seriado &lt;em&gt;Deadwood&lt;/em&gt; para a TV.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/07/Vai.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Esqueça  aquele amigo músico que vai dizer que Macchio dubla bem mas erra na mão  direita. Esqueça aquele cunhado que sabe tudo e vai dizer que o filme  comete o crime de colocar Willie Brown como gaitista, porque na vida  real ele era guitarrista (e dos bons). Esqueça aquele tio que dirá que o  solo que o menino faz no final é ‘Capricho Número 5′ de Paganini  (1782-1840), uma vez que ele foi o primeiro músico carregar a fama de&amp;nbsp;  ter vendido a alma ao tinhoso em troca de talento (e mais de um século  depois inspiraria outro guitarrista infernal, Yngwie Malmsteen). Esqueça  tudo isso e curta &lt;em&gt;A Encruzilhada&lt;/em&gt;, mesmo se você não é o maior fã de blues. E, se gostar, corra atrás da trilha sonora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;The blues ain’t nothin’ but a good man feelin’ bad, &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;thinkin’ ’bout the woman he once was with.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-7882122856179399320?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/7882122856179399320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=7882122856179399320&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7882122856179399320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7882122856179399320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/encruzilhada-o-pequeno-classico-do.html' title='‘A Encruzilhada’, o pequeno clássico do Blues'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-hhjOLjoK9QE/TkGcKStk6II/AAAAAAAACFY/nHa4FBQLdKE/s72-c/%25E2%2580%2598A+Encruzilhada%25E2%2580%2599%252C+o+pequeno+cl%25C3%25A1ssico+do+Blues+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-809320136330302706</id><published>2011-08-09T17:43:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T17:43:21.766-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O verdadeiro faroeste caboclo de ‘O Cangaceiro’</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7oCm4b62WcI/TkGbh6-C_FI/AAAAAAAACFU/3G7Df0X9PkQ/s1600/O+verdadeiro+faroeste+caboclo+de+%25E2%2580%2598O+Cangaceiro%25E2%2580%2599+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-7oCm4b62WcI/TkGbh6-C_FI/AAAAAAAACFU/3G7Df0X9PkQ/s320/O+verdadeiro+faroeste+caboclo+de+%25E2%2580%2598O+Cangaceiro%25E2%2580%2599+-+Revista+Alfa.png" width="62" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da revista Alfa em julho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/07/24/o-verdadeiro-faroeste-caboclo-de-o-cangaceiro/"&gt;Link&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1953, enquanto Hollywood soltava um de seus mais icônicos westerns, &lt;em&gt;Os Brutos Também Amam&lt;/em&gt;, o Brasil conquistava o mundo com o que o pesquisador Salvyano Cavalcanti de Paiva chamou de ‘nordestern’. O filme era &lt;em&gt;O Cangaceiro&lt;/em&gt;  do diretor Lima Barreto (não confundir com o escritor carioca do século  19), considerada a melhor produção dos famosos estúdios Vera Cruz. A  obra, escrita por Barreto e com diálogos da escritora Raquel de Queiróz,  flertava com o cinema americano, só que ao contrário do faroeste  gringo, onde grandes psicopatas e sociopatas como Jesse James ou Billy  the Kid ganhavam cinebiografias romantizadas e bastante elogiosas, em  terras brasileiras o bandido era apresentado como bandido mesmo, sem  limites e sem piedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme mostra o bando do Capitão Galdino  Ferreira, cruel líder de cangaceiros que não só não deixa o progresso  chegar ao sertão, como invade uma pequena cidade e sequestra uma  professorinha. O problema é que seu maior amigo e braço direito,  Teodoro, se apaixona pela moça e contrariando as ordens do chefe, foge  com a menina, dando início a uma perseguição implacável pelo sertão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O Cangaceiro &lt;/em&gt;tem um ritmo  irregular, algumas interpretações mais duras que as do Stallone, mas  apresenta recursos narrativos de vanguarda e uma violência que  desmistifica a imagem romântica do cangaço, especialmente a aquela  relacionada a Lampião, seu maior representante. Quando o bando invade a  cidadezinha, por exemplo, vê-se os bandidos amarrando moças claramente  com intenção de estuprá-las e marcando seus rostos com ferro quente  (diz-se que Virgulino Ferreira fazia o mesmo com aquelas que considerava  mais “devassas”). Os caras chegam inclusive a roubar cofrinho de  criança. Ao mesmo tempo, mostra os governantes da cidade não fazendo  absolutamente nada para salvar as pessoas e ainda por cima puxando o  saco do cangaceiro (um desses políticos se despede com um ‘Boa viagem e  volte sempre’).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No lado narrativo, existem grandes cenas  como de Gaudino com um padre (e a consequência disso), a execução de  Teodoro (uma das mais criativas que já assisti e que, provavelmente,  gerou o nome do filme em inglês, &lt;em&gt;The ninth bullet&lt;/em&gt;), o desespero e papel duplo das mulheres que acompanhavam os cangaceiros e ainda a emboscada com os volantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  obra de Lima Barreto acabou ganhando o prêmio de&amp;nbsp; Melhor Aventura no  Festival de Cannes&amp;nbsp; de 1954 e também o de melhor trilha sonora,  consagrando a balada popular ‘Olê Muié Rendeira’, interpretada por Vanja  Orico, com arranjos de Gabriel Migliori e coro dos Demônios da Garoa.&amp;nbsp;  Ficou&amp;nbsp; anos em cartaz na França e, comprada pela Columbia Pictures, foi  distribuída para mais de 80 países no mundo. O ator Milton Ribeiro, que  fazia Galdino, virou personagem de história em quadrinhos e também o  maior representante das aventuras de cangaço no Brasil, trabalhando  depois em filmes como &lt;em&gt;Corisco – o Diabo Louro, Lampião – O Rei do Cangaço&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Morte Comanda o Cangaço&lt;/em&gt; entre outros. Já Vanja Orico, que já havia cantado antes em &lt;em&gt;Mulheres e Luzes&lt;/em&gt;  de Federico Fellini, ganhou os palcos no mundo e acabou virando motivo  de piada do sempre sensacional cronista carioca Stanislaw Ponte Preta,  que cunhou a expressão “Vanja vai, Vanja vem” para mostrar passagem de  tempo, uma vez que a moça viajava o tempo todo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E uma curiosidade ótima de &lt;em&gt;O Cangaceiro&lt;/em&gt;:  a obra foi filmada em Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo, e  um dos coadjuvantes era o compositor Adoniran Barbosa e foi graças a  esse filme que ele conheceu o pessoal do Demônios da Garoa e fizeram uma  das parcerias mais famosas e geniais da história da MPB. No final de  2010 foi anunciado que o filme passaria por uma restauração e seria  lançado em DVD duplo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-809320136330302706?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/809320136330302706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=809320136330302706&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/809320136330302706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/809320136330302706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/o-verdadeiro-faroeste-caboclo-de-o.html' title='O verdadeiro faroeste caboclo de ‘O Cangaceiro’'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-7oCm4b62WcI/TkGbh6-C_FI/AAAAAAAACFU/3G7Df0X9PkQ/s72-c/O+verdadeiro+faroeste+caboclo+de+%25E2%2580%2598O+Cangaceiro%25E2%2580%2599+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-9078611787647314619</id><published>2011-08-09T17:40:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T17:40:19.065-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Natalie Wood, a ascensão e queda da musa teen</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NoNen-OqwrU/TkGayuw5zkI/AAAAAAAACFQ/eapLKtecCU0/s1600/Natalie+Wood%252C+a+ascens%25C3%25A3o+e+queda+da+musa+teen+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-NoNen-OqwrU/TkGayuw5zkI/AAAAAAAACFQ/eapLKtecCU0/s320/Natalie+Wood%252C+a+ascens%25C3%25A3o+e+queda+da+musa+teen+-+Revista+Alfa.png" width="62" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da revista Alfa em julho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/07/20/natalie-wood-a-ascensao-e-queda-da-musa-teen/"&gt;Link&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 20 de julho, seria aniversário de  Natalie Wood, uma atriz que tem uma marca muito interessante: antes dos  25 anos de idade, ela, que começou no cinema aos sete ao lado de Orson  Welles, recebeu três indicações para o Oscar e depois só viu sua  carreira ir ladeira abaixo até que, em 1981, morreu afogada com 43 anos  de idade. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi casada duas vezes com Robert Wagner (aquele do seriado &lt;em&gt;Casal 20&lt;/em&gt; e o braço direito do Dr. Evil na série &lt;em&gt;Austin Powers&lt;/em&gt;)  e, ainda teenager, namorou caras mais velhos como Elvis e Denis Hopper.  Em sua carreira, Wood trabalhou em 56 filmes para cinema e TV, mas  quero destacar quatro grandes filmes com grandes atuações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro é &lt;em&gt;Juventude Transviada&lt;/em&gt; de 1955, uma obra que mudou a maneira do mundo enxergar os jovens e inaugurou, ao lado de &lt;em&gt;O Selvagem&lt;/em&gt;  com Brando, os filmes sobre rebeldia juvenil. Natalie era o par  romântico de James Dean, o revoltado “garoto novo na cidade” que  coleciona inimigos e problemas por onde passa. O clássico consagrou o  canivete automático como acessório obrigatório para qualquer macho  revoltado e a “chickie race” (corrida de carros onde o último a saltar  do carro em movimento, antes de cair em um despenhadeiro, ganha), mas  meio que se tornou maldito já que os três protagonistas tiveram morte  violenta: Dean ao volante, Wood ao cair de um barco – bêbada – e afundar  por estar usando um pesado casaco de peles e Sal Mineo, assassinado por  um amante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano seguinte, ela teve um pequeno, mas essencial papel em &lt;em&gt;Rastros de Ódio&lt;/em&gt;  de John Ford. É um dos&amp;nbsp; grandes filmes de John&amp;nbsp; Wayne, onde o Duke é um  cowboy racista e violento que parte numa busca desenfreada para  resgatar a sobrinha, raptada por um comanche. Como a procura dura anos,  quando ele encontra a menina, ela está totalmente integrada aos  indígenas e o homem tem que lutar contra si mesmo para não matar a  coitada. É um faroeste imperdível, tenso, onde o personagem de Wayne  está deslocado no tempo. É o homem rude e cheio de ódio que estava  desaparecendo e a cena onde a porta se fecha com ele se afastando da  casa em direção à vastidão do Oeste reflete esse espírito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Clamor do Sexo&lt;/em&gt; de 1961 foi um  grande sucesso no seu lançamento justamente por questionar se vale a  pena manter-se pura e virgem até se casar ou se é melhor dar vazão aos  desejos mais profundos. Colocou Wood como a comportada namorada de  Warren Beaty (seu começo como galã), que enlouquece por não poder se  entregar ao moço. Foi o primeiro filme hollywoodiano a mostrar um beijo  de língua, ganhou um Oscar de Melhor Roteiro e ainda entrou na lista dos  50 melhores filmes universitários de todos os tempos da revista  Entertainment Weekly.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente temos &lt;em&gt;West Side Story&lt;/em&gt;,também  de 1961, o ótimo musical que põe Romeu e Julieta em Nova York e mostra  um ex-líder da gangue branca dos Jets se apaixonando pela irmã do chefe  da gangue inimiga, os portoriquenhos Sharks. O espetáculo era um grande  sucesso na Broadway e quebrava o estilo de dança mais comum dos  musicais, apresentando coreografias ousadas e modernas desenvolvidas por  Jerome Robbins. Wood ficou com o papel de Maria depois que Audrey  Hepburn recusou (estava grávida), mas nas cenas de canto foi dublada por  Marni Dixon. Destaque para as músicas ‘America’ e ‘I Feel Pretty’, além  da chatinha ‘Maria’.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É interessante notar que a partir daí, Natalie foi perdendo seu encanto e novidade. Seu último grande sucesso polêmico foi &lt;em&gt;Bob &amp;amp; Carol &amp;amp; Ted &amp;amp; Alice, &lt;/em&gt;uma  comédia de 1969 sobre troca de casais. Como adulta, a atriz não atraía  tantas atenções como era quando teenager e só constou de produções  menores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua morte nunca foi plenamente&lt;em&gt;&lt;/em&gt;  explicada. A versão oficial é que caiu do barco depois de ter ingerido  “de seis a oito cálices de vinho”, mas até hoje sua irmã acredita que  ela foi empurrada pelo marido, o ator Robert Wagner, depois de uma  discussão causada por ciúmes. Ele, obviamente nega, foi inocentado de  todas as acusações e está, desde 1990, casado com a ex-Bond Girl Jill St  John (de &lt;em&gt;Os Diamantes são Eternos&lt;/em&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-9078611787647314619?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/9078611787647314619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=9078611787647314619&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/9078611787647314619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/9078611787647314619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/08/natalie-wood-ascensao-e-queda-da-musa.html' title='Natalie Wood, a ascensão e queda da musa teen'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-NoNen-OqwrU/TkGayuw5zkI/AAAAAAAACFQ/eapLKtecCU0/s72-c/Natalie+Wood%252C+a+ascens%25C3%25A3o+e+queda+da+musa+teen+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-8522891123269498710</id><published>2011-07-19T10:50:00.000-03:00</published><updated>2011-07-19T10:50:59.338-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Um filme para crianças, BBBs e políticos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HPU2VwhsutI/TiWK_dHokjI/AAAAAAAACE8/QjvXdHEI4UI/s1600/Um+filme+para+crian%25C3%25A7as%252C+BBBs+e+pol%25C3%25ADticos+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-HPU2VwhsutI/TiWK_dHokjI/AAAAAAAACE8/QjvXdHEI4UI/s320/Um+filme+para+crian%25C3%25A7as%252C+BBBs+e+pol%25C3%25ADticos+-+Revista+Alfa.png" width="62" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em julho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/07/19/um-filme-para-criancas-bbbs-e-politicos/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Décadas antes de programas de televisão  louvarem a ignorância, décadas antes do Ministério da Educação sair em  defesa ferrenha de um livro que justifica o português errado, décadas  antes de um mundo onde presidentes (não é só aqui) tinham orgulho de  nunca ter lido um livro, houve &lt;em&gt;Nascida Ontem, &lt;/em&gt;filmaço de George Cukor, lançado em 1950. &lt;em&gt;Nascida Ontem &lt;/em&gt;deveria  constar no currículo escolar como o filme que mostra que a ignorância é  a maior inimiga da cidadania, por mais que ela aparente, muitas vezes,  ser uma benção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Explicando melhor, &lt;em&gt;Nascida Ontem&lt;/em&gt;  mostra um homem poderoso, ignorante, sem educação e milionário (fez  fortuna com ferro-velho) que vai a Washington tentar comprar um ou dois  congressistas e&amp;nbsp; contrata um jornalista para “educar” sua burra  namorada. Acontece que, ao mergulhar na capital federal e aprender sobre  as motivações dos fundadores da nação, aentrando em contato com  documentos como a Constituição e Declaração de Independência e lendo  sobre aqueles que fizeram a história do mundo, a moça começa a  questionar as ações de seu homem. Por mais que pensar, segundo ela,  cause dor de cabeça e angústia. Aos poucos, ela começa&amp;nbsp; a desejar ser  menos usada, ter mais amor próprio e aceita abdicar de uma vida  confortável por uma existência digna.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O roteiro é baseado numa peça de Garson  Kanin e Cukor a filmou quase como teatro, chegando a fazer os atores se  apresentarem ao vivo, em frente a platéia, por seis vezes antes da  filmagem, para ver o ritmo das piadas. E é um filme que cresce --  especialmente -- graças à qualidade de seus atores. Um William Holden no  começo de carreira faz o jornalista, Paul Verrall, enquanto o corrupto  ricaço é interpretado, com toda força possível, pelo ótimo e hoje  esquecido Broderick Crawford (que estourara um ano antes em &lt;em&gt;A Grande Ilusão&lt;/em&gt;).  E num papel que havia sido destinado a Rita Hayworth e que Marilyn  Monroe disputou e não levou, está a excepcional Judy Holliday.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Holliday teve uma carreira meteórica no  cinema. Começou nos bastidores do teatro, trabalhando para o grupo de  Orson Welles como operadora de quadros de interruptores e aos poucos foi  galgando até os palcos. No cinema, a grande chance veio como a esposa  que atira no marido infiel na ótima comédia da dupla Katherine Hepburn e  Spencer Tracy, &lt;em&gt;A Costela de Adão&lt;/em&gt;. O sucesso deste filme lhe deu a Billie Dawn de &lt;em&gt;Nascida Ontem&lt;/em&gt;.  E è nele que dá para se notar o timing de comediante que Judy tinha e a  capacidade de interpretar brincando com os olhos e tom de voz, sem  nunca perder a naturalidade. A sequência em que ela joga Gim Rumy com  Crawford, é um trabalho de gênio e totalmente hilária, sem nunca forçar  nada (confira abaixo). Judy ganhou seu Oscar de Melhor Atriz por esse  filme, e por mais que fizesse sempre o papel de loura burra, era  extremamente inteligente e politizada, chegando a ser investigada como  comunista pelo comitê do Senador MacCarthy na década de 1950. Foi  inocentada, mas sua carreira nunca mais foi a mesma depois disso.  Dedicando-se mais ao teatro e à música (foi namorada do deus do jazz  Gerry Mullingan), ela faleceu três semanas antes de seus 44 anos, em  1965, devido a um câncer de mama.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Nascida Ontem&lt;/em&gt;, apesar de toda  sua inocência típica dos idos de 50 (lá pelas tantas um advogado diz que  é raríssimo achar um senador corrupto), diz muito para os dias de hoje.  Mostra que você até pode abdicar de conhecimento em troca de poder e  grana, mas uma hora a conta pode chegar. É um filme que tenta localizar o  poder do cidadão e a vantagem em fazer valer os seus direitos. É uma  obra que mostra que sim, seu voto pode valer muito mais que um dia de  folga e que um ser humano não deveria ter um preço.&amp;nbsp; E por mais que as  coisas às vezes parecem apontar para outro caminho, ainda é melhor  acreditar nesses valores.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-8522891123269498710?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/8522891123269498710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=8522891123269498710&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8522891123269498710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8522891123269498710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/07/um-filme-para-criancas-bbbs-e-politicos.html' title='Um filme para crianças, BBBs e políticos'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HPU2VwhsutI/TiWK_dHokjI/AAAAAAAACE8/QjvXdHEI4UI/s72-c/Um+filme+para+crian%25C3%25A7as%252C+BBBs+e+pol%25C3%25ADticos+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-1283268247992330425</id><published>2011-07-19T10:41:00.000-03:00</published><updated>2011-07-19T10:41:47.141-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Cinco grandes bandas de rock fictícias do cinema</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yfzGiWJ5ntg/TiWJFiVRCWI/AAAAAAAACE4/SoPMAE6nmuM/s1600/Cinco+grandes+bandas+de+rock+fict%25C3%25ADcias+do+cinema+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-yfzGiWJ5ntg/TiWJFiVRCWI/AAAAAAAACE4/SoPMAE6nmuM/s320/Cinco+grandes+bandas+de+rock+fict%25C3%25ADcias+do+cinema+-+Revista+Alfa.png" width="51" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da revista Alfa em julho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/07/12/cinco-grandes-bandas-de-rock-ficticias-do-cinema/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 13 de julho, é o Dia Mundial do  Rock, efeméride transadinha criada depois que Bob Geldof organizou o  Live Aid em 1985. Rock´n´roll e cinema tem uma história de amor e ódio. A  sétima arte até entrou na onda desse ritmo frenético quando surgiu nos  anos 50, mas enfrentou a reação enérgica dos pais, assustados com a  sexualidade da música. No Brasil é famosa a história de &lt;em&gt;Sementes de Violência&lt;/em&gt;  de 1956, classicão com Glenn Ford e direção do ótimo Richard Brooks,  que Jânio Quadros proibiu de ser exibido em São Paulo porque aparecia  Bill Halley e seus Cometas cantando &lt;em&gt;Rock Around the Clock&lt;/em&gt;. Nos anos 1970, vieram grandes documentários com bandas famosas como &lt;em&gt;Woodstock&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;The Song Remain the Same, Gimme Shelter&lt;/em&gt;,  entre outros e, nas décadas seguintes, foi a vez dos cantores tentarem  se lançar no cinema (alguém ainda se lembra de Madonna peladona em &lt;em&gt;Corpo em Evidência&lt;/em&gt;?  Ou de Jagger e Dylan em um faroeste?). Ou seja, as duas artes andam  lado a lado. E em homenagem ao ritmo que encanta há várias gerações,  aqui vão 10 bandas surgidas nas telonas, algumas que até tentaram  carreira no mundo real e outras que adoraríamos ter visto um show!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;. The Rutles: &lt;/strong&gt;mega sacada do ex-Monty Python Eric Idle, tirando um tremendo sarro em cima dos Beatles no filme &lt;em&gt;The Rutles: All You Need is Cash&lt;/em&gt;  de 1978, depois do sucesso do sketche na TV. O documentário mostra a  ascensão e queda da banda, desde seu início nos inferninhos alemães até a  separação do grupo quando Nasty (ouLennon) se apaixona por uma artista  neonazista (huuum…Yoko?)&amp;nbsp; e apresenta músicas de ábuns como ‘Tragical  History Tour’, ‘A Hard Day´s Rut’, ‘Ouch’, entre outros. A paródia teve a  benção dos Beatles (e produção de George Harrison), gerou álbuns e mais  álbuns (inclusive ‘Archeology’ em homenagem ao ‘Anthology’) e uma  continuação, &lt;em&gt;The Rutles 2: Can´t Buy Me Lunch&lt;/em&gt;. Participam da brincadeira Mick Jagger e Paul Simmon.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2. Spinal Tap: &lt;/strong&gt;a comédia favorita de nove entre dez roqueiros, &lt;em&gt;Isto é Spinal Tap&lt;/em&gt;  é um falso documentário (ou mockumentary) mostrando a turnê da “banda  inglesa mais barulhenta do mundo” pelos Estados Unidos em uma série de  shows fracassados e clipes geniais. Duas cenas que marcaram história: o  guitarrista Nigel Tufner mostrando que seu amplificador vai até o ’11′ e  não dez, e a banda perdida nos bastidores de um show, sem conseguir  chegar ao palco, porque os corredores parecem um labirinto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3. The Commitments: &lt;/strong&gt;mais  um que começou nas telas e tentou ter vida própria fora delas, tendo  vindo inclusive para o Brasil (num show ótimo, onde os cantores se  divertiram mais que a platéia). O filme de 1991, dirigido por Alan  Parker, traz a tentativa de um jovem em formar uma banda de soul music  na Irlanda. Muitas piadas ótimas sobre como um bando de branquelões  conseguiriam cantar algo genuinamente negro e uma trilha repleta de  grandes músicas (potencializadas especialmente pelo vozeirão &lt;em&gt;a la &lt;/em&gt;Joe  Cocker do vocalista Andrew Strong). Vale também pelo toque de humor  negro na cena onde, num hospital após um acidente com o baixista, eles  começam a discutir se ficariam famosos se o colega morresse e discorrem  sobre como grandes artistas faleceram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4. The&amp;nbsp; Wonders: &lt;/strong&gt;a  simpática e nada memorável estréia de Tom Hanks na direção também foca  em bandas juvenis, mas desta vez em 1964, no auge da Beatlemania (em  quem o filme se inspirou). Tem Liv Tyler, tem Hanks e tem a baladinha  bacana ‘That Thing You Do’.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5. Stillwater:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Quase Famosos&lt;/em&gt;  é um filme obrigatório para quem gosta de rock e quer entender um pouco  mais do cenário musical dos anos 70. O diretor Cameron Crowe se baseou  na experiência que teve em escrever para a revista Rolling Stones aos 16  anos de idade e criou um pequeno clássico, cheio de referências pop  (para começar o nome da personagem de Kate Hudson é Penny Lane). Já o  rockeiro real Peter Frampton compos as músicas do Stillwater, o grupo  focado na história e baseado no Allman Brothers, e ainda ensinou Billy  Crudup a tocar guitarra. Quer mais? A trilha tem ainda Elton John, The  Who e Led Zepellin.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Extra: duas menções honrosas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;a. Ming Tea: &lt;/strong&gt;a banda do  indefectível agente secreto inglês Auston Powers merece estar aqui,  especialmente graças à música ‘Daddy Wasn´t There’ de &lt;em&gt;Goldmember&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;b. POP: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Música e Letra&lt;/em&gt;  é mais uma daquelas comediazinhas româticas idiotas e óbvias, mas sua  abertura se torna genial e impagável graças a Hugh Grant tirando uma de  George Michael&amp;nbsp; dos tempos de Wham! com o grupo POP e a canção ‘POP Goes  My Heart’. OK, não é rock, mas a caracterização é ótima!&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-1283268247992330425?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/1283268247992330425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=1283268247992330425&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1283268247992330425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1283268247992330425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/07/cinco-grandes-bandas-de-rock-ficticias.html' title='Cinco grandes bandas de rock fictícias do cinema'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-yfzGiWJ5ntg/TiWJFiVRCWI/AAAAAAAACE4/SoPMAE6nmuM/s72-c/Cinco+grandes+bandas+de+rock+fict%25C3%25ADcias+do+cinema+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-8304885015101146586</id><published>2011-07-19T10:36:00.000-03:00</published><updated>2011-07-19T10:36:43.800-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>‘M’, 80 anos do primeiro serial killer</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-psDAjJnc5BA/TiWIAzvqyII/AAAAAAAACE0/4yvvNrXVJ4Y/s1600/%25E2%2580%2598M%25E2%2580%2599%252C+80+anos+do+primeiro+serial+killer+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-psDAjJnc5BA/TiWIAzvqyII/AAAAAAAACE0/4yvvNrXVJ4Y/s320/%25E2%2580%2598M%25E2%2580%2599%252C+80+anos+do+primeiro+serial+killer+-+Revista+Alfa.png" width="62" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no blog da Revista Alfa em julho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/07/11/m-80-anos-do-primeiro-serial-killer/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Existem filmes que envelhecem, que ficam  datados, que parecem ter graça e sentido apenas em uma época em  particular. Filmes que ganham fama por um período para se transformarem  em curiosidades depois de um tempo. E existem outros que tem uma força,  uma inventividade e um ineditismo, que impressiona mesmo décadas depois  de seu lançamento. Em 2011, celebra-se os 80 anos do primeiro serial  killer do cinema falado e de um daqueles clássicos de deixar qualquer um  boquiaberto ainda hoje, &lt;em&gt;M – O Vampiro de Düsseldorf, &lt;/em&gt;dirigido pelo genial Fritz Lang. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lang (que não se chamava Fritz e sim  Friedrich Christian) era um diretor tremendamente fracassado em 1931.  Seus dois filmes anteriores, &lt;em&gt;Metropolis &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;A Mulher na Lua&lt;/em&gt;,  haviam custado muito dinheiro e foram muito mal em bilheteria (só  seriam redescobertos décadas depois e tornados obrigatórios pelos  cinéfilos). Quase desistindo da carreira cinematográfica, o diretor –  incentivado por um amigo – resolveu levar às telas, em seu primeiro  filme falado, a história de um serial killer. Pior ainda, um cara que  assassinava crianças. Só que, apesar de ser a primeira vez que esse  assunto aparece nas telonas, Lang o contou de uma maneira que ninguém  esperava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em uma cidade alemã (só aqui no Brasil  chamou-se de Düsseldorf, porque foi baseado em um caso real desta  localidade), oito crianças são assassinadas e a polícia está em  polvorosa. Com um verdadeiro exército de fardados nas ruas, os  assaltantes, trapaceiros e prostitutas não podem mais agir e assim, os  dois lados da lei, polícia e bandido, partem para – cada um a seu modo –  tentar prender o assassino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós só vemos um dos crimes e de uma  maneira até poética. A mãe prepara o almoço para sua filhinha que está  para voltar da escola. Ela, brincando na rua com uma bolinha, é abordada  por um estranho (só vemos sua sombra – veja na foto acima), que assobia  o tempo todo uma melodia da obra clássica&amp;nbsp; “In the Hall Of The Mountain  King” de Grieg . O homem compra um balão para a menina, enquanto a mãe  já está histérica porque a garota não chega. De repente, em cortes  rápidos, vemos cômodos vazios, a bolinha rolando na grama, o balão preso  a fios de postes e um prato de comida esfriando. Ou seja, o matador fez  mais uma de suas vítimas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O  monstro em si era interpretado pelo húngaro László Löwenstein, mais  conhecido como Peter Lorre. O baixinho de voz suave e a arranhada, havia  feito meia dúzia de comédias, antes de ser chamado para ser&amp;nbsp; personagem  principal do filme. A cena onde confronta os bandidos que querem  julgá-lo e alega que seus atos são incontroláveis, enquanto os dos  criminosos são por escolha, mostra a potência de sua interpretação e  como ele trabalhava a expressão corporal, mostrando dor, arrependimento e  desespero com uma naturalidade tremenda. O filme ainda tinha o  indefectível&amp;nbsp; Comissário Lohmann, o tira de homicídios que consegue  descobrir a identidade do assassino e tem que impedir que ele seja  executado pelos bandidos. O personagem fez tanto sucesso que voltou  depois em duas versões de &lt;em&gt;O Testamento do Dr. Mabuse&lt;/em&gt;, ambas de Lang.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;M&lt;/em&gt; é um grande thriller  psicológico. É também um clássico do humor negro. Os bandidos, por  exemplo, tem seus sindicatos diversos (até mesmo o dos trapaceadores em  jogos de cartas) e um dos representantes sugere que procurem a imprensa  para anunciar que eles, apesar de foras-da-lei, condenam os atos do  serial killer. A história é também uma crítica velada ao clima soturno e  pesado que a Alemanha vivia, entre a falência causada pela I Guerra e o  começo da ascensão do nazismo. Apesar de Goebbels, o grande chefe da  propaganda nazista, ter gostado do filme, ele foi banido em 1934 e  redescoberto somente em 1966.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lorre não viu o sucesso da história na  Alemanha. Judeu, fugiu para a Inglaterra com medo de Hitler e seus  comparsas&amp;nbsp; (dizem que alertado por Goebbels) e depois foi para Hollywood  onde apareceu em &lt;em&gt;Casablanca, O Falcão Maltês, 20.000 Léguas Submarinas&lt;/em&gt; entre outros ótimos filmes. Lang, meio judeu, se mandou dois anos depois e fez fama nos EUA com &lt;em&gt;Fúria, Os Corruptos, Suplício de uma Alma&lt;/em&gt;  etc. Ator e diretor nunca mais trabalharam juntos, mesmo porque o  segundo fez jus à sua fama de carrasco e fez com que Lorre sofresse  muito nas filmagens, inclusive fisicamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;M&lt;/em&gt; foi escolhido em seu país,  como o maior e mais importante filme da cinematografia alemã. A revista  Premiere o colocou como um dos 25 filmes mais perigosos de todos os  tempos e a Empire como um dos 100 Maiores Filmes Não Americanos da  história. Lang o considerou sua maior obra e Lorre o odiava já que sua  imagem ficou marcada como a do assassino de infantes. Em &lt;em&gt;M, &lt;/em&gt;foi  usado, pela primeira vez, o recurso do ‘voice over’ (quando a voz da  narrativa não faz parte da cena mostrada) e o seu matador em série, o  trágico Hans Beckert, se tornou o bisavô do John Doe de &lt;em&gt;Seven&lt;/em&gt;,&amp;nbsp; de Hannibal Lecter de &lt;em&gt;O Silêncio dos Inocentes&lt;/em&gt;, do Patrick Bateman de &lt;em&gt;Psicopata Americano &lt;/em&gt;e de tantos outros que nos apavoram (e encantam) até hoje.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-8304885015101146586?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/8304885015101146586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=8304885015101146586&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8304885015101146586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8304885015101146586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/07/m-80-anos-do-primeiro-serial-killer.html' title='‘M’, 80 anos do primeiro serial killer'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-psDAjJnc5BA/TiWIAzvqyII/AAAAAAAACE0/4yvvNrXVJ4Y/s72-c/%25E2%2580%2598M%25E2%2580%2599%252C+80+anos+do+primeiro+serial+killer+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-4355104634566878925</id><published>2011-07-07T09:43:00.000-03:00</published><updated>2011-07-07T09:43:29.894-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>10 Coisas que você talvez não saiba sobre Stallone</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KWnZag460nw/ThWpJ2pXBlI/AAAAAAAACDo/EahKirrzWA8/s1600/10+Coisas+que+voc%25C3%25AA+talvez+n%25C3%25A3o+saiba+sobre+Stallone+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-KWnZag460nw/ThWpJ2pXBlI/AAAAAAAACDo/EahKirrzWA8/s320/10+Coisas+que+voc%25C3%25AA+talvez+n%25C3%25A3o+saiba+sobre+Stallone+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em julho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/07/06/10-coisas-que-voce-talvez-nao-saiba-sobre-stallone/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Machos do mundo inteiro, rejubilem-se.  Michael Sylvester Gardenzio Stallone chega aos 65 anos de idade hoje!  Apesar de um leitor deste blog, que mantém a alcunha de stallonefan,  adorar me escrever, xingando cada vez que eu critico seu herói, eu tenho  que tirar o chapéu para o velho Sly. Ele é um muito bem sucedido ator,  diretor, produtor e roteirista (e artista plástico também, caso você não  saiba), apesar de ser péssimo em quase tudo isso. Stallone, assim como  seus personagens, é o que o americano chama de ‘underdog’, ou seja, você  não dá nada por ele, mas ele vai lá, insiste e triunfa. Em homenagem ao  nosso musculoso aniversariante e ao seu muito fiel fã, aqui vão 10  coisas sobre sua vida que são muito interessantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Seu pai era cabelereiro e sua mãe era  astróloga, dançarina e promotora de luta livre feminina. O menino, pelo  jeito, puxou a mãe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. O ar de cachorro cansado que Stallone  ostenta é devido a uma paralisia parcial na parte esquerda inferior de  seu rosto, já que seu parto foi um show de erros médicos. Mesmo assim, o  moço nos brindou com suas atuações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Sly já trabalhou duas vezes com outro  novaiorquino famoso no cinema: Woody Allen. A primeira vez em uma ponta  não creditada em &lt;em&gt;Bananas&lt;/em&gt;. Na segunda vez, como seu melhor amigo na ótima animação &lt;em&gt;Formiguinhaz&lt;/em&gt;. E ele faz mais dinheiro que Allen.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Quando &lt;em&gt;Rocky, o Lutador&lt;/em&gt;  apareceu, o mítico diretor Frank Capra considerou a obra ” o melhor  filme dos últimos 10 anos” e fez todo um lobby para que o filme ganhasse  o Oscar (o que realmente aconteceu). &lt;em&gt;Rocky&lt;/em&gt; também fez com que Stallone fosse chamado de “o próximo Brando” pelo respeitado crítico norteamericano Roger Ebbert.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Foi expulso de nada mais, nada menos,  que 14 escolas antes dos 13 anos de idade, por mau comportamento e  atitudes antissociais e é por isso que aos 15, seus colegas de escola  votaram nele como “o mais provável aluno a acabar na cadeira elétrica”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. Ele já foi nomeado 30 vezes para o  prêmio “Framboesa de Ouro” como pior interpretação e ganhou por 10  vezes, inclusive o prêmio de “Pior Ator do Século”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. Seu senso de carreira é notável: recusou o papel que deu o Oscar a John Voigt em &lt;em&gt;Amargo Regresso, &lt;/em&gt;o do andróide em &lt;em&gt;Exterminador do Futuro&lt;/em&gt;, o de Dudley Moore em &lt;em&gt;Arthur o Milionário&lt;/em&gt;, o do Michael Douglas em &lt;em&gt;Instinto Selvagem e &lt;/em&gt;ainda vários outros que deram fama e fortuna a Richard Gere como &lt;em&gt;Gigolô Americano, Uma Linda Mulher &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;A Força do Destino.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8. Era um dos dois atores favoritos de George Bush. O outro é Chuck Norris.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9. Apesar da quantidade monumental de  armas que usa em seus filmes, se tornou um ativista contra a posse  particular de armamentos depois que seu amigo, o comediante Phil  Hartman, foi morto pela esposa drogada em 1998.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10. Em 1997, Sly engordou 18 kilos e aceitou trabalhar por apenas US$ 60 mil no bom filme &lt;em&gt;Copland&lt;/em&gt;,  que tinha ainda Robert De Niro, Ray Liotta e Harvey Keitel. Era uma  tentativa de sair dos tipos heróicos e atuar em um filme sério. Não deu  muito certo – assim como suas tentativas em comédias. E é por essa razão  que, para se vingar, ele nos deu &lt;em&gt;Os Mercenários.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-4355104634566878925?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/4355104634566878925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=4355104634566878925&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4355104634566878925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4355104634566878925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/07/10-coisas-que-voce-talvez-nao-saiba.html' title='10 Coisas que você talvez não saiba sobre Stallone'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-KWnZag460nw/ThWpJ2pXBlI/AAAAAAAACDo/EahKirrzWA8/s72-c/10+Coisas+que+voc%25C3%25AA+talvez+n%25C3%25A3o+saiba+sobre+Stallone+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-5119738798159263061</id><published>2011-07-07T09:38:00.000-03:00</published><updated>2011-07-07T09:38:56.175-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Qual é a sua, Tom Cruise?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SsbWScIfPnE/ThWobXZlwKI/AAAAAAAACDk/FLPKJM12mNo/s1600/Qua+%25C3%25A9+a+sua%252C+Tom+Cruise-+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-SsbWScIfPnE/ThWobXZlwKI/AAAAAAAACDk/FLPKJM12mNo/s320/Qua+%25C3%25A9+a+sua%252C+Tom+Cruise-+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em julho de 2010&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/07/03/qua-e-a-sua-tom-cruise/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, senhoras e senhores, Tom Cruise  chega aos 49 anos de idade neste dia 03 de julho, ainda como um grande  enigma. Porque a gente olha para ele e se pergunta “qual é a desse  cara?”. Não podemos negar que Cruise tem um tremendo talento e um grande  capacidade de escolher bons papéis. Surgiu em &lt;em&gt;Outsiders – Vidas sem Rumo &lt;/em&gt;de  Coppolla como membro do Brat Pack (grupo de moleques que fizeram um  tremendo sucesso nos anos 1980 dos quais se destacam Ralph “Karate Kid”  Macchio, Matt Dillon e até mesmo Demi Moore) e ganhou sucesso na  simpática comédia teen &lt;em&gt;Negócio Arriscado&lt;/em&gt; onde fez muitas meninas gritarem com sua dancinha de cueca e óculos escuros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois vieram o emblemático &lt;em&gt;Top Gun – Ases Indomáveis&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Cor do Dinheiro&lt;/em&gt; (onde teve a chance de contracenar com Paul Newman), a escorregada com &lt;em&gt;Cocktail&lt;/em&gt; e uma recuperada incrível com &lt;em&gt;Rain Man&lt;/em&gt;. Tivemos ainda &lt;em&gt;Nascido a Quatro de Julho&lt;/em&gt; (que lhe deu o Globo de Ouro), &lt;em&gt;Entrevista com o Vampiro&lt;/em&gt; (no improvável papel de Lestat), &lt;em&gt;Vanilla Sky, O Último Samurai&lt;/em&gt;,&lt;em&gt; Guerra dos Mundos&lt;/em&gt; e a série &lt;em&gt;Missão Impossível, &lt;/em&gt;agora  em sua quarta edição. Apesar de nunca ter levado um Oscar, podemos  dizer que o rapaz tem uma carreira consistente. E&amp;nbsp; tão boa, que o fez  assumir, junto de sua irmã, a United Artists.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que Cruise, apesar do sorriso,  não atrai muita simpatia ou, pelo menos, não por muito tempo. Seja pelo  fato de ser um cientologista de carteirinha, o que o fez, por exemplo,  criticar publicamente Brooke Shields por ela ter tomando antidepressivo  para resolver um caso grave de depressão pós-parto e com isso ter  atraído a fúria da comunidade médica norteamericana. Ou talvez pela  relação “estranha” que teve ou tem com sua parceiras. Depois de  casamentos com Rebecca de Mornay e Mimi Rogers, Cruise desposou Nicole  Kidman e por 11 anos foram o casal modelo em Hollywood. Foi na separação  que algumas neuroses do rapaz caíram na mídia, como o fato de não  admitir que suas parceiras apareçam mais altas que ele. Como o garotão  tem 1,70m, a coisa fica meio complicada para as mocinhas que querem usar  saltos. Ou talvez ainda a discussão se ele pode ou não ter filhos. E  mais, sua cena histérica no programa de Oprah Winphrey, com direito a  saltos em cima do sofá, para “provar” que era louco pela própria esposa,  Katie Holmes, também fizeram surgir algumas luzes amarelas de alerta no  horizonte, especialmente quando é sabido que ele tem a mania de  processar qualquer um que tente sugerir, mesmo que de leve, que ele é  gay. Ou seja, porque um cara que já teve até mesmo Penelope Cruz nos  braços, precisa tão desesperadamente provar que é homem?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cruise é mesmo uma grande interrogação. No futuro talvez saberemos informar se ele é um modelo a seguir ou um a fugir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-5119738798159263061?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/5119738798159263061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=5119738798159263061&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/5119738798159263061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/5119738798159263061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/07/qual-e-sua-tom-cruise.html' title='Qual é a sua, Tom Cruise?'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SsbWScIfPnE/ThWobXZlwKI/AAAAAAAACDk/FLPKJM12mNo/s72-c/Qua+%25C3%25A9+a+sua%252C+Tom+Cruise-+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-2033194972218176699</id><published>2011-06-30T11:08:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T11:08:18.847-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O comediante que queria ser presidente</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Lyr3HeCYie4/TgyCvut-IVI/AAAAAAAACDg/8LyiUuBlf50/s1600/O+comediante+que+queria+ser+presidente+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Lyr3HeCYie4/TgyCvut-IVI/AAAAAAAACDg/8LyiUuBlf50/s320/O+comediante+que+queria+ser+presidente+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em junho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/06/29/o-comediante-que-queria-ser-presidente/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mel Brooks, um dos meus grandes ídolos na  comédia (fica atrás somente dos Irmãos Marx no meu top 10 e seguido de  Jerry Lewis), completou 85 anos ontem, 28 de junho. Sou fã incondicional  de seu primeiros filmes, grandes brincadeiras em cima de gêneros do  cinema e que inspirariam anos depois o trio ZAZ com &lt;em&gt;Top Secret, Apertem os Cintos &lt;/em&gt;e&lt;em&gt; Corra que a Polícia Vem Aí&lt;/em&gt; e os Irmãos Wayans e seus &lt;em&gt;Todo Mundo em Pânico&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O legal é que pesquisando a vida de  Brooks (ou Melvin Kaminsky), você acaba descobrindo que em seu álbum de  formatura, o novaiorquino declarou que se tornaria presidente da  república. Acabou sendo muito mais do que isso. Em 1944, aos 18 anos de  idade, desarmou minas terrestres no norte da Africa, durante a II Guerra  Mundial, o que dá a qualquer um um senso de humor tremendo. Atuou como  comediante de stand up no início da carreira artísitca, foi para os  bastidores e, junto com Sid Caeser e Carl Reiner, tornou-se um grande  roteirista de programas cômicos, criando o famoso personagem Maxwell  Smart, o Agente 86.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu primeiro grande sucesso como roteirista e diretor no cinema foi &lt;em&gt;Primavera para Hitler&lt;/em&gt;,  a amalucada história de dois produtores (Gene Wilder e o grande Zero  Mostel, comediante também favorito de Woody Allen) que tentam criar uma  peça louvando o líder nazista, para fracassar e ganhar o dinheiro do  seguro. Já nesse primeiro sucesso estavam as marcas de Brooks: o  politicamente incorreto, a zombaria em cima dos judeus e em cima dos  nazistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois vieram as sátiras de gêneros, as  canções, as peças de teatro na Broadway e as participações especiais em  filmes e seriados. A melhor delas foi como Uncle Phill na sensacional  série &lt;em&gt;Mad About You&lt;/em&gt;, onde o comediante destilava outra de suas  ótimas qualidades: o poder da improvisação. Segundo o ator, produtor e  diretor do seriado, Paul Reiser, Mel conseguia pegar algo pequeno no  roteiro e transformar em uma grande piada. Por exemplo, em um episódio,  Reiser e John Pankow (que fazia o primo Ira) vão visitar o Tio Phill e  lá pelas tantas, um deles pergunta se o velhinho tinha uma caneta para  emprestar. Brooks só deveria dizer que sim mas, ao invés disso, desata a  falar de todos os tipos de canetas e lápis que possui, de marcas a  materiais e a câmera não foca mais Reiser. Ele estava dobrando de rir.  Todo esse talento acumulado, o levou a ganhar um Oscar (roteiro de &lt;em&gt;Primavera para Hitler&lt;/em&gt;), três Emmy (por &lt;em&gt;Mad About You&lt;/em&gt;), três Tony (por &lt;em&gt;Os Produtores &lt;/em&gt;na Broadway) e três Grammy, sendo um dos pouquíssimos artistas no mundo a abocanhar os maiores prêmios americanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/melbrooks11.jpg" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-full wp-image-8341" height="246" src="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/melbrooks11.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Quando foi entrevistado nos anos 1980 por Roberto D´Ávila no programa &lt;em&gt;Conexão Internacional&lt;/em&gt;  da extinta TV Manchete, Brooks disse ter dois vícios. O primeiro era  gelatina (e dá-lhe falar do tipos, sabores e consistências, num incrível  sketch improvisado). O outro era Anne Bancroft, sua segunda esposa. Era  um casal improvável. Ele, judeu e ela, católica de família italiana.  Ele, comediante e ela, incrível atriz dramática. Ele se apaixonou por  ela na primeira vez que a viu. Os dois se casaram em 1964 e ficaram  juntos até a morte dela em 2005. Ele a chamava de meu Obi-Wan Kenobi,  pois foi ela que conseguiu dar uma guinada na carreira dele, quando  sugeriu que ele pegasse seu primeiro roteiro cinematográfico e o  transformasse em musical. O resultado foi &lt;em&gt;Os Produtores,&lt;/em&gt; que o tirou do ostracismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você nunca viu nada de Mel Brooks, aqui vai uma pequena lista de alguns de seus filmes:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Primavera para Hitler&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os Produtores&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;:  vale a pena ver a versão original e compará-la com o musical, que tem o  chatíssimo Will Ferrell em bom papel e o genial ballet das velhinhas em  andadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Banzé no Oeste&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;:  Brooks brinca com os clichês do faroeste e com metalinguagem no filme  que John Wayne disse que não podia fazer, mas seria o primeiro na fila  para assistir. Destaque para Gene Wilder como o pistoleiro mais rápido  do oeste e dos índios que falam iídiche.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jovem Frankenstein:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; o maravilhosa sátira dos filmes de suspense acabou usando o mesmo equipamento do clássico &lt;em&gt;Frankenstein&lt;/em&gt; de 1931. O filme todo é bom, hilariante e tem ainda o estrábico Marty Feldman e o ótimo Peter Boyle (o rabugento pai de &lt;em&gt;Everybody Loves Raymond&lt;/em&gt;) como o monstro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;As Últimas Loucuras de Mel Brooks: &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;o  comediante ousa fazer um filme mudo em 1976 e consegue Paul Newman,  Burt Reynolds, Liza Minelli, James Caan e Anne Bancroft em participações  especiais. Melhor piada: a única palavra em todo o filme (um ‘NÃO’) é  dita justamente por um mímico, o famoso&amp;nbsp; Marcel Marceau.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Alta Ansiedade: &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Brooks  emula os filmes de Alfred Hitchcock, enquanto conta a história de um  homem que assume a direção de um hospital pisquiátrico. Mais uma vez, o  diretor brinca com metalinguagem (a câmera, por exemplo, dá um zoom e  quebra o vidro de uma janela) e consegue refilmar a famosa cena do  chuveiro de &lt;em&gt;Psicose&lt;/em&gt; com total fidelidade e resultado engraçadíssimo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A História do Mundo – Parte 1: &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;o  filme que nunca teve em seus planos uma parte dois é cheio de altos e  baixos. Vale a piada em cima de Moisés, Gregory Hines como um escravo  negro na Roma antiga que, ao ser preso, alega ser judeu e pede para  chamar o rabino Sammy Davis Jr e a sequencia da Revolução Francesa, além  do trailer da Parte II.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;SOS&amp;nbsp; – Tem um Louco no Espaço:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;  a última grande sátira de Brooks, desta vez em cima dos filmes de  ficção científica. Ele faz papel duplo, como o presidente da galáxia e o  guru Yogurt (uma brincadeira em cima do Yoda) e faz uma piada genial  com o final do &lt;em&gt;Planeta dos Macacos &lt;/em&gt;original e com a famosa cena do bicho saindo das entranhas de John Hurt em &lt;em&gt;Alien&lt;/em&gt;. Fez tanto sucesso que virou desenho animado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/melbrooks3.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-8351" height="198" src="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/melbrooks3-300x198.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além destes&amp;nbsp; títulos, tivemos péssimas produções como &lt;em&gt;Drácula – Morto, mas Feliz &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;A Louca, Louca História de Robin Hodd,&lt;/em&gt; além dos fracos &lt;em&gt;Que Droga de Vida&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sou ou Não Sou&lt;/em&gt;  (este último, uma refilmagem de Lubtisch). De qualquer maneira, esses  fracassos não tiram a maestria, o bom humor e a importância de Brooks na  história do cinema e da televisão. Seguramente, ele será eternamente  conhecido como um comediante com um enorme&lt;em&gt;&lt;strong&gt; schwanzstucker&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;PS. por falar em Brooks, vale também  dizer que hoje, 29 de junho, seria o aniversário de Slim Pickens, que  fez o chefe dos bandidos de &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Banzé no Oeste e se tornou  mundialmente conhecido pelo Major piloto “King” Kong que salta de um  avião cavalgando uma bomba atômica em &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Dr. Fantástico. Um detalhe interessante, antes de ser ator, Pickens foi mesmo um cowboy.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-2033194972218176699?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/2033194972218176699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=2033194972218176699&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/2033194972218176699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/2033194972218176699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/o-comediante-que-queria-ser-presidente.html' title='O comediante que queria ser presidente'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Lyr3HeCYie4/TgyCvut-IVI/AAAAAAAACDg/8LyiUuBlf50/s72-c/O+comediante+que+queria+ser+presidente+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-6829624557810018721</id><published>2011-06-30T11:01:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T11:01:53.538-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Tchau, Columbo!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-b6AtcT5nRmw/TgyBiuy4tDI/AAAAAAAACDc/POyn1_SD_9Q/s1600/Tchau%252C+Columbo%2521+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-b6AtcT5nRmw/TgyBiuy4tDI/AAAAAAAACDc/POyn1_SD_9Q/s320/Tchau%252C+Columbo%2521+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/06/26/tchau-columbo/"&gt;Link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E lá se vão nossos heróis de juventude.  Ontem, aos 83 anos de idade, faleceu Peter Falk, um grande ator de  cinema que fez a fama e fortuna na televisão com um dos mais geniais  personagens criados nesse meio, o Tenente Columbo. Sempre bem humorado, onovaiorquino Falk  perdeu seu olho direito aos três anos de idade devido a uma doença e  acabou transformando o fato de usar um olho de vidro em sua marca  registrada, apesar do grande chefão da Columbia Pictures tê-lo  desprezado alegando que “pelo mesmo preço conseguia um ator com dois  olhos”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sucesso no teatro, ele estreou no cinema em pequenos papéis até que em 1960 foi indicado a um Oscar de Melhor Ator por &lt;em&gt;Murder Inc.&lt;/em&gt; Foi uma virada tremenda na sua carreira e no ano seguinte o lendário Frank Capra o escala para &lt;em&gt;Dama por um Dia&lt;/em&gt;, pelo qual foi indicado a seu segundo Oscar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grande sucesso mesmo veio em 1968  quando um personagem totalmente adequado a seu tipo físico caiu no seu  colo. O detetive Columbo, criação genial dos roteiristas William Link e  Richard Levinson, era um tenente da polícia de Los Angeles, totalmente  mal ajambrado, subestimado pelos criminoso e que se fazia de idiota para  pegar o assassino de repente. Falk não foi o primeiro a interpretar  Columbo. Bert Freed incorporou o personagem por um episódio em 1960 e  Thomas Mitchel o fez na Broadway. Mas foi Falk que o eternizou. Depois  de dois pilotos com o ator, o seriado estreou sua primeira temporada em  1971 e durou até 1978 para depois ser “ressuscitado” em 1989.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande inovação da série era fugir do  estilo ‘whodunit’ (aquele onde o espectador tenta adivinhar quem era o  assassino – recurso usado em 80% das telenovelas brasileiras). Em &lt;em&gt;Columbo&lt;/em&gt;,  cada episodio começava com o assassinato. Você via quem e como matou. A  grande sacada era ver como o detetive iria descobrir isso. Além disso,  haviam vários elementos engraçadíssimos aliado ao personagem como seu  carro, um&amp;nbsp;Peugeot 403 acabado, seu cão (um Basset Hound preguiçoso), seu  sobretudo&amp;nbsp;amassado (substituído em um episódio, o que faz com que todos  os policiais reparem e perturbem Columbo que, no final traz de volta o  velho modelo) e, obviamente a misteriosa Sra Columbo, a quem o detetive  cita o tempo todo sem nunca mostrá-la (a aí os produtores fizeram a  grande besteira de criar uma – bem mal sucedida – série com a esposa,  acabando com o mistério).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também haviam os convidados especiais,  artistas de renome como Anne Baxter, Honor Blackman, Johnny Cash, John  Cassavetes, Robert Conrad, Faye Dunaway, Ruth Gordon, Laurence Harvey,  Louis Jourdan, Martin Landau, Janet Leigh, Roddy McDowall, Vera Miles,  Ray Milland, Sal Mineo, Ricardo Montalban, Leonard Nimoy, William  Shatner, Oskar Werner, entre outros. E os roteiros não ficavam atrás. Em  um episódio enfrenta um especialista em inteligência, fanático pelo  filme &lt;em&gt;Cidadão Kane&lt;/em&gt; (tinha os portões do palácio de Kane em sua  casa), que programa seus cachorros a matar ao ouvir a palavra ‘Rosebud’.  Em outro, tenta solucionar um assassinato onde o criminoso usou de  mensagem subliminar em um filme para levar a vítima ao local do crime.  Já em outro grande capítulo, o tenente tem que investigar um crime  cometido pelo comissário de polícia, colocando seu emprego em risco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Columbo &lt;/em&gt;deu a Peter Falk, nove indicações ao Emmy e uma estatueta. Depois dele, o ator apareceu em vários sucessos como &lt;em&gt;Asas do Desejo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Jogador, A Princesa Prometida&lt;/em&gt; e até dublando um velho e desdentado tubarão na animação &lt;em&gt;O Espanta Tubarões&lt;/em&gt;.  Morre com ele uma lenda da TV. Só posso esperar que nenhum luminar  tente “refazer” Columbo com outro ator. Seria patético demais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-6829624557810018721?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/6829624557810018721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=6829624557810018721&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6829624557810018721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6829624557810018721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/tchau-columbo.html' title='Tchau, Columbo!'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-b6AtcT5nRmw/TgyBiuy4tDI/AAAAAAAACDc/POyn1_SD_9Q/s72-c/Tchau%252C+Columbo%2521+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-3930963458302113374</id><published>2011-06-30T10:58:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:58:30.261-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Wilza Carla e a pornochanchada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-r0C5ZK69ymk/TgyAWhUkfOI/AAAAAAAACDY/_uWj92DulIE/s1600/Wilza+Carla+e+a+pornochanchada+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-r0C5ZK69ymk/TgyAWhUkfOI/AAAAAAAACDY/_uWj92DulIE/s320/Wilza+Carla+e+a+pornochanchada+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/06/23/wilza-carla-e-a-pornochanchada/"&gt;Link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wilza Carla, a esquecida atriz e jurada  do programa Sílvio Santos, morreu na terça-feira dia 21 e achei muito  interessante que uma das manchetes na internet sobre o assunto era  “faleceu a musa obesa da pornochanchada”. Quem tem bem mais de 40 anos,  teve a oportunidade de curtir esse gênero de filme que acabou marcando  profundamente a impressão do brasileiro sobre o cinema nacional. A  pornochanchada foi um filão para muitos produtores, um berço de  diretores e atores e também uma maldição para quem queria um cinema  brasileiro mais sério e trabalhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E veio bem a calhar nos anos da ditadura.  Explicando melhor, tudo no Brasil tinha “reserva de mercado”, uma  estratégia tacanha de fazer com que os produtos estrangeiros perdessem a  competitividade frente aos nossos, ou seja, tínhamos que consumir  coisas ruins porque éramos obrigados. No caso do cinema, as salas tinham  a obrigatoriedade de passar uma quantidade mínima de filmes nacionais  por ano. O problema era que estúdios mais sérios como o Vera Cruz haviam  fechado e a saída foi buscar talentos no cinema marginal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliado a isso, apesar da censura forte, o  brasileiro descobriu que peito, bunda e sexo simulado atraía multidões  ao cinemas e essa combinação se tornou a fórmula de sucesso para  produções toscas, baratas e, mesmo assim, com boa bilheteria. Aos poucos  nomes como Carlos Reichenbach, Claudio Cunha, David Cardoso, Ody Cunha,  Fauzi Mansur e atores e atrizes como Helena Ramos, Matilde Mastrangi,  Nicole Puzzi,&amp;nbsp; Paulo César Pereio, Sonia Braga, Nádia Lippi, Antonio  Fagundes, Vera Fischer, entre outros caíram na preferência do povo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E como a criatividade do brasileiro é  algo sem concorrência no mundo, apesar da falta de sexo explícito, os  títulos dos filmes tinham que puxar para uma coisa mais sexual e dá-lhe  pérolas como &lt;em&gt;Alucinada Pelo Desejo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Amadas e Violentadas&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Roberta, a Moderna Gueixa do Sexo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Tem Piranha no Garimpo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Ilha dos Prazeres Proibidos&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Tara das Cocotas na Ilha do Pecado, Eu Faço – Elas Sentem&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Noite das Taras&lt;/em&gt;  e assim por diante. Os cartazes também eram sensacionais, especialmente  aqueles pintados pelo genial Benício, de uma fidelidade incrível em  cima do retratado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só que nem tudo era assim tão ruim. Algumas comédias como &lt;em&gt;Histórias que Nossas Babás Não Contavam&lt;/em&gt;,  uma genial versão de Branca de Neve, onde a princesa era a deslumbrante  mulata Adele Fátima e que tinha Costinha como o caçador ou ainda &lt;em&gt;O Bem Dotado – O Homem de Itú&lt;/em&gt;, onde Nuno Leal Maia tem problemas sérios devido ao tamanho de seu pênis ou até mesmo &lt;em&gt;A Super Fêmea&lt;/em&gt;  com Vera Fischer, se salvam nesse rol enorme de roteiros horrorosos.  Também haviam as boas adaptações de Jorge Amado ou Nelson Rodrigues com &lt;em&gt;Dona Flor e Seus Dois Maridos, A Dama do Lotação, Os Sete Gatinhos, &lt;/em&gt;entre outras. O difícil mesmo era aguentar os filmes pseudo-cabeça dessa época como &lt;em&gt;Mulher Objeto&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Ariella, a Paranóica&lt;/em&gt;, arrastados, chatos e com interpretações de doer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/coisas_eroticas.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-full wp-image-8101" height="320" src="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/coisas_eroticas.jpg" width="202" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1980, o ator Oásis Minitti protagonizou a chamada “primeira cena de sexo explícito em filme nacional” em &lt;em&gt;Boneca Cobiçada&lt;/em&gt;, que tinha ainda Aldine Müller e Francisco di Franco no elenco. No ano seguinte veio &lt;em&gt;Coisas Eróticas&lt;/em&gt;,  o primeiro longa de sexo explícito, com três péssimas historinhas  assinadas pelo produtor e roteirista Rafaelle Rossi e por Laente  Calicchio e que conseguiu levar quase cinco milhões de pessoas às salas  escuras, sendo a 12a maior bilheteria da história do cinema nacional.  Depois disso, o público queria mesmo eram atores e atrizes fazendo sexo  de verdade e aí a pornochanchada em si acabou morrendo aos poucos, mesmo  que no começo, obras como &lt;em&gt;Oh, Rebuceteio!&lt;/em&gt; de Claudio Cunha  conseguissem unir um pouco das duas coisas (esse filme aliás tinha uma  atriz bem mignonzinho e com cara de namoradinha que encantou todo mundo  na época e desapareceu sem deixar rastro, Eleni Bandettini). E não  podemos esquecer de &lt;em&gt;Senta no Meu que Eu Entro na Sua &lt;/em&gt;de 1985&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;um  clássico do mau gosto, com péssimas cenas de sexo, diálogos e dublagens  de fazer gritar de rir, mas com a inventiva historinha do homem que tem  um pênis no alto da cabeça (sim, com cenas explícitas dele usando a  ferramenta).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pornochanchada acabou fazendo com que  as pessoas, por décadas, relacionassem cinema brasileiro com nudez e  palavrão. Fez a minha alegria de juventude graças aos extinto programa  “Sala Especial” da antiga TV Record, que fazia com que as noites de  sexta-feira fossem mais engraçadas. E é interessante notar que as atuais  produções nacionais , repletas de atores e atrizes globais, parecem até  ter medo de mostrar alguém nu, excetuando, obviamente, &lt;em&gt;Bruna Surfistinha&lt;/em&gt;  porque aí já ia ser demais. Morreu Wilza Carla, morreu a pornochanchada  e estamos mais certinhos e recatados. Se isso é bom ou ruim, só você  vai me dizer.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-3930963458302113374?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/3930963458302113374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=3930963458302113374&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3930963458302113374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3930963458302113374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/wilza-carla-e-pornochanchada.html' title='Wilza Carla e a pornochanchada'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-r0C5ZK69ymk/TgyAWhUkfOI/AAAAAAAACDY/_uWj92DulIE/s72-c/Wilza+Carla+e+a+pornochanchada+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-472353803243965945</id><published>2011-06-30T10:53:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:53:27.055-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O homem que foi um estilo de vida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8N4hVABRsZk/Tgx_X4AzrxI/AAAAAAAACDU/1MYze4kukj8/s1600/O+homem+que+foi+um+estilo+de+vida+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8N4hVABRsZk/Tgx_X4AzrxI/AAAAAAAACDU/1MYze4kukj8/s1600/O+homem+que+foi+um+estilo+de+vida+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-8N4hVABRsZk/Tgx_X4AzrxI/AAAAAAAACDU/1MYze4kukj8/s320/O+homem+que+foi+um+estilo+de+vida+-+Revista+Alfa.png" width="72" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/06/20/o-homem-que-foi-um-estilo-de-vida/"&gt;Link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil imaginar que um cara que ficou  famoso usando um vestidinho verde e colant tenha inspirado um termo que  se referia ao homem sedutor que pega todas, mas assim foi o ator Errol  Flynn, nascido em 20 de junho de 1909. O australiano de nascimento foi  talvez o maior representante do gênero capa-e-espada, tão comum nas  décadas de 1930 e 1940. Trabalhou em &lt;em&gt;As Aventuras de Robin Hood&lt;/em&gt; (é esse que ele aparecia com aquela ridícula roupinha verde), &lt;em&gt;Capitão Blood, O Gavião do Mar, A Carga da Brigada Ligeira, Meu Reino por Amor&lt;/em&gt;, entre tantos outros, onde mostrava seu domínio na esgrima e geralmente era o par romântico de Olivia de Havilland. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que a grande fama de Flynn era  fora das telas. O homem era um notável “ladies´man”, que seduzia e  pegava o que aparecia na frente. Além disso, adorava a noite, consumia  doses industriais de álcool e tinha uma atitude desencanada da vida, a  ponto do escritor inglês Benjamim S. Johnson cunhar a expressão  ‘Errolesque’ em homenagem ao ator. E, naquela época, uma das gírias  correntes era “in like Flynn” ou ser como Flynn.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1942, o ator foi acusado de estupro de  duas jovens menores de idade e os estúdios montaram todo um esquema  para livrar sua cara. Até mesmo um grupo de jovens formou uma associação  para defender seu ídolo, a American Boys’ Club for the Defense of Errol  Flynn, ou – é sério isso – ABCDEF.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que começou a destruir a carreira de  Flynn mesmo foi sua tentativa de se alistar no exército dos EUA. O homem  que fazia tantos heróis nas telas, sofria do coração (já havia tido um  enfarte), tinha problemas nas costas, uma malária e uma tuberculose  crônicas e uma lista enorme de doenças venéreas. Recebeu um 4-F  (dispensa por não ser fisicamente apto) e a história caiu na imprensa,  enterrando seus feitos nas telas de cinema. Nos anos 1950, alcoólatra e  drogado, ainda fez &lt;em&gt;Contra Todas as Bandeiras&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;E Agora Brilha o Sol.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de sua morte em 1959, muitos  livros foram escritos colocando-o como um simpatizante do nazismo e até  mesmo como espião dos krauts nos Estados Unidos, a ponto dessa imagem  ser meio que eternizada no cinema e nos quadrinhos (Timothy Dalton fez  uma espécie de Flynn nazista em &lt;em&gt;Rocketeer&lt;/em&gt;), mas isso era uma  grande bobagem. Flynn, por exemplo, apoiou plenamente a revolução  comunista em Cuba, chegando a voar para lá e se tornar amigo de Fidel  Castro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabendo fazer uma grande saída, Flynn  morreu de um ataque cardíaco aos 50 anos de idade, pronto para se casar  com uma atriz de 15 anos e deixando uma autobiografia devastadora a ser  publicada chamada &lt;em&gt;My Wicked Wicked Ways&lt;/em&gt; (Meu jeito muito muito  malvado). E , em tempo, a ele é atribuída a frase, “eu gosto do meu  whiskey frio e de minhas garotas quentes”. Way to go, Flynn!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-472353803243965945?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/472353803243965945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=472353803243965945&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/472353803243965945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/472353803243965945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/o-homem-que-foi-um-estilo-de-vida.html' title='O homem que foi um estilo de vida'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-8N4hVABRsZk/Tgx_X4AzrxI/AAAAAAAACDU/1MYze4kukj8/s72-c/O+homem+que+foi+um+estilo+de+vida+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-293848857959263749</id><published>2011-06-30T10:49:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:49:56.758-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Stan Laurel, o gênio por trás da careta</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9tt4Obe4qVg/Tgx-n8eU8yI/AAAAAAAACDQ/cyNvuYbJgyg/s1600/Stan+Laurel%252C+o+g%25C3%25AAnio+por+tr%25C3%25A1s+da+careta+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-9tt4Obe4qVg/Tgx-n8eU8yI/AAAAAAAACDQ/cyNvuYbJgyg/s320/Stan+Laurel%252C+o+g%25C3%25AAnio+por+tr%25C3%25A1s+da+careta+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/06/16/stan-laurel-o-genio-por-tras-da-careta/"&gt;Link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stan Laurel foi um comediante  sofisticado. Criativo ao extremo, ele foi ator, diretor, roteirista e  assistente de direção, entre outros talentos e se consagrou como a parte  tola e inocente da dupla &lt;strong&gt;O Gordo &amp;amp; O Magro&lt;/strong&gt;. Laurel  era inglês e era o substituto de um jovem Charles Chaplin na companhia  cômica de Fred Karno ainda na Inglaterra. Foi Karno aliás, que os levou  aos Estados Unidos, onde os dois resolveram ficar e trilhar seus  caminhos separadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como o mundo dá voltas, em 1921 ele contracenou com um iniciante Oliver Hardy num curta chamado &lt;em&gt;The Lucky Dog.&lt;/em&gt;  Anos depois, os dois formariam uma das duplas mais famosas da história  da comédia nas telas (apareceram em mais de cem filmes juntos) e uma das  amizades mais fortes e fiéis fora delas. Laurel era o gênio do time.  Era ele que criava piadas e gags, desenvolvia situações e dava pitacos  na direção e no roteiro. Se alguém quisesse a opinião de Oliver Hardy  sobre esses assuntos, ele se limitava a dizer “pergunte ao Stan”. Os  dois fizeram grandes pequenos clássicos como, um dos meus favoritos, &lt;em&gt;The Music Box&lt;/em&gt;, onde tem que levar um piano a uma casa no alto de um morro ou longas como &lt;em&gt;Dois Palermas em Oxford&lt;/em&gt;, onde Laurel sai do papel de pateta e se torna inteligente para depois voltar à velha forma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ver os dois juntos em ação era um  delírio. Hardy era sempre o prepotente desastrado, que metia os dois em  confusão e jogava a culpa em Laurel. Laurel era de uma inocência só,  fazendo você chorar de rir com suas expressões faciais, seja a cara de  “não estou entendendo nada” ou chorando ou ainda com um largo sorriso no  rosto. Chegou uma época onde não existia Oliver sem Stan, nem Laurel  sem Hardy. Os dois fizeram um acordo verbal de nunca aparecerem sozinhos  em um filme e quando Oliver morreu em 1955, Stan ficou tão devastado  que não conseguiu ir ao enterro (chegou a dizer que ‘Ollie entenderia’).  Caiu em uma profunda depressão e recusou todos os trabalhos que  apareceram depois.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que Laurel não deixou de ser  acessível. Morando em um apartamento do Oceana Hotel em Santa Mônica na  Califórnia, ele fez o que hoje qualquer celebridade consideraria  impossível: disponibilizou seu telefone na lista. Atendia a qualquer fã  que lhe ligasse e assim “descobriu” Dick Van Dyke (que depois  trabalharia em &lt;em&gt;Mary Poppins, &lt;/em&gt;teria seu próprio programa na TV e  faria a elegia de seu ídolo, quando do funeral) e também fez amizade  com Jerry Lewis. Este último, aliás, queria contratar Laurel como  consultor de roteiros de seus filmes por um polpudo salário, mas Stan  recusou. O que fez, no máximo, foi opinar em algumas cenas de &lt;em&gt;O Mensageiro Trapalhão&lt;/em&gt; e Lewis acabou batizando o personagem de Stanley.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Stan, o maior gênio da comédia foi  Chaplin. Para Buster Keaton, foi Laurel. Ele faleceu em fevereiro de  1965 e escreveu seu próprio epitáfio: ‘se alguém ficar triste no meu  enterro, eu nunca mais falo com ele de novo’.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E este homem, nascido em um 16 de junho,  fez a minha alegria e a de muito moleque quando eu era adolescente,  graças às inúmeras reprises de seus filmes na TV.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-293848857959263749?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/293848857959263749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=293848857959263749&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/293848857959263749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/293848857959263749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/stan-laurel-o-genio-por-tras-da-careta.html' title='Stan Laurel, o gênio por trás da careta'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-9tt4Obe4qVg/Tgx-n8eU8yI/AAAAAAAACDQ/cyNvuYbJgyg/s72-c/Stan+Laurel%252C+o+g%25C3%25AAnio+por+tr%25C3%25A1s+da+careta+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-1551061472562822038</id><published>2011-06-30T10:46:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:46:21.782-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>As mulheres de Woody Allen</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-eYQhCkQE8ro/Tgx9w6jmKQI/AAAAAAAACDM/TOacCvW8QHw/s1600/As+mulheres+de+Woody+Allen+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-eYQhCkQE8ro/Tgx9w6jmKQI/AAAAAAAACDM/TOacCvW8QHw/s320/As+mulheres+de+Woody+Allen+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/06/13/as-mulheres-de-woody-allen/"&gt;Link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-content"&gt;       Woody Allen, gênios para alguns (como eu), chato para outros,  mas o cara que mais entende de alma feminina no mundo (é só assistir &lt;em&gt;A Outra&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Vicky Cristina Barcelona&lt;/em&gt; para notar), está com um novo filme em cartaz, &lt;em&gt;Meia-Noite em Paris&lt;/em&gt;.  Só que, além de saber escrever e contar uma boa história, Allen é ótimo  para contratar atrizes belíssimas, logo chamadas (para ódio dele) de  “musas de Woody Allen”. A bola da vez é a primeira dama da França, a  estonteante Carla Bruni e a gracinha Rachel McAdams (&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/fotos/nossas-mulheres/mulheres/parabens-pelo-bom-gosto-woody/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Clique aqu&lt;/strong&gt;i&lt;/a&gt;  para ver a galeria de fotos). Para comprovar essa teoria, vamos ver  quem antes encantou o mítico e difícil diretor, por ordem descrescente  de aparições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/miafarrow.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Número 1: Mia Farrow&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Maria de Lourdes Villiers-Farrow, a filha de Maureen O´Sullivan (a  Jane do Tarzan de Johnny Weissmuller) e ex-senhora Frank Sinatra e  ex-senhora André Previn (com quem adotou os seis filhos), caiu nas  graças de Allen e se tornou sua companheira até surgir o escândalo do  relacionamento dele com uma de suas filha,&amp;nbsp; Soon-Yi Previn. Farrow  participou de nada mais, nada menos que 13 produções, entre elas &lt;em&gt;Zelig, A Rosa Púrpura do Cairo, Hannah e Suas Irmãs,&lt;/em&gt; entre outros. É, de longe, a grande campeã em inspiração para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/diane-keaton.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Número 2: Diane Keaton&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Keaton se tornou praticamente um símbolo sexual dos anos 1970 graças a  Allen (e à sua mania de se vestir com calças masculinas, suspensórios e  gravata) e ainda deve ao baixinho o único Oscar de sua carreira, ganho  pelo ótimo &lt;em&gt;Noivo Neurótico, Noiva Nervosa&lt;/em&gt; de 1977. Os dois até tiveram um caso antes de trabalhar, mas isso não impediu de fazerem seis obras juntos, como &lt;em&gt;O Dorminhoco, Interiores &lt;/em&gt;e&lt;em&gt; Manhattan.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/diane-wiest.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Número 3: Diane Wiest&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ela não pode ser chamada de símbolo sexual ou propriamente de musa (mesmo porque faz papéis maternais pacas, como em &lt;em&gt;Edward Mãos-de-Tesoura&lt;/em&gt;), mas a sempre ótima Wiest fez cinco filmes com Woody Allen como &lt;em&gt;Setembro, &lt;/em&gt;o nostálgico e ótimo &lt;em&gt;A Era do Radio, Tiros na Broadway&lt;/em&gt; (este em um dos papéis principais), &lt;em&gt;Hannah e Suas Irmãs, &lt;/em&gt;entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/Judy-Davis.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Número 4: Judy Davis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Participando mais dentro de papéis coadjuvantes, Judy Davis apareceu  em quatro produções de Woody Allen nos anos 1990. Foi Vicky em &lt;em&gt;Simplesmente Alice&lt;/em&gt;, Sally em &lt;em&gt;Maridos e Esposas&lt;/em&gt;, Lucy em &lt;em&gt;Desconstruindo Harry&lt;/em&gt; e Robin Simon em &lt;em&gt;Celebridades&lt;/em&gt;. Em breve será Gala, o grande amor de Salvador Dali em &lt;em&gt;Dali 3D &lt;/em&gt;do diretor Philoppe Mora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/Scarlett_Johansson.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Número 5: Scarlett Johansson&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A louraça deve muito a Kate Winslet, já que a inglesa recusou a trabalhar em &lt;em&gt;Match Point&lt;/em&gt;,  pois a muito queria ficar mais tempo com os filhos. Johansson abocanhou  o papel, caiu nas graças no baixinho e acabou aparecendo em mais duas  produções: &lt;em&gt;Scoop – O Grande Furo&lt;/em&gt; e no sensacional &lt;em&gt;Vicky Cristina Barcelona&lt;/em&gt; (este ainda trazia Penelope Cruz e Rebecca Hall como as diferentes facetas de toda mulher).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/Mariel_Hemingway.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Número 6: Mariel Hemingway&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A belíssima e problemática neta do famoso escritor e jornalista  Ernest Hemingway foi a garota de 17 anos com quem Allen passa a se  relacionar depois do seu divórcio problemático no belo filme &lt;em&gt;Manhattan&lt;/em&gt;. Dezoito anos se passariam até ela ter a chance de trabalhar de novo com o diretor, desta vez em &lt;em&gt;Desconstruindo Harry.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/Bananas6.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Número 7: Louisse Lasser&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lasser já era uma comediante conhecida lá fora quandoapareceu em duas  produções do início de carreira de Woody Allen, quando fazia comédias  mais amalucadas: &lt;em&gt;Bananas&lt;/em&gt; de 1971 e &lt;em&gt;Tudo o que Você Queria Saner Sobre Sexo e Tinha Medo de Perguntar&lt;/em&gt;  (se você nunca assistiu esse filme, procure pelo menos a cena do que  ocorre no corpo humano quando há a ejaculação. É impagável).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Número 8: Anj&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/manhattan-murder-mystery2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;elica Huston&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A ex-senhora Jack Nicholson também não é o que podemos chamar de  padrão de beleza, mas sim de referência na arte de interpretar, já que  costuma dar shows nos filmes onde aparece (embora tenha feito uma ou  outra porcaria na sua carreira). A filha do grande diretor John Huston e  eterna Mortícia Addams apareceu em papéis principais em &lt;em&gt;Crimes e Pecados&lt;/em&gt; e na ótima comédia &lt;em&gt;Um Misterioso Assassinato em Manhattan&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/mira-sorvino.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Número 9: Mira Sorvino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Linda, loura e gostosa, Sorvino foi a prostituta ingênua e burra como uma porta, que Allen tenta ajudar no hilariante &lt;em&gt;Poderosa Afrodite&lt;/em&gt;.  O papel lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante de 1996 e,  misteriosamente, a talentosa Mira nunca mais fez nada que preste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Número 10: todas as outras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Faça sua escolha. O velho Allan Stewart Konigsberg já arregimentou a  gracinha e ex-gordinha Christina Ricci, a bela Eva Rachel Wood, a  exótica Freida Pinto, a esquisita Chloe Sevigny, a deslumbrante Naomi  Watts, a engraçada Debra Messing e a punk Juliette Lewis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-1551061472562822038?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/1551061472562822038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=1551061472562822038&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1551061472562822038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1551061472562822038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/as-mulheres-de-woody-allen.html' title='As mulheres de Woody Allen'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-eYQhCkQE8ro/Tgx9w6jmKQI/AAAAAAAACDM/TOacCvW8QHw/s72-c/As+mulheres+de+Woody+Allen+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-7348664684434089124</id><published>2011-06-30T10:40:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:40:34.274-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Veronica Lake, a loura fatal</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Q38ngIhaulI/Tgx8fjhxO_I/AAAAAAAACDI/1PRAj8vUAFU/s1600/Veronica+Lake%252C+a+loura+fatal+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-Q38ngIhaulI/Tgx8fjhxO_I/AAAAAAAACDI/1PRAj8vUAFU/s320/Veronica+Lake%252C+a+loura+fatal+-+Revista+Alfa.png" width="71" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/06/10/veronica-lake-a-loura-fatal/"&gt;Link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem tive a chance de assistir &lt;em&gt;Constrastes Humanos&lt;/em&gt;  de 1941, uma comédia do genial Preston Sturges sobre um diretor de  cinema milionário (Joel McCrea), especialista em comédias, que quer  filmar um grande drama e para isso decide viver como mendigo por um  tempo. As coisas não dão muito certo no começo até ele realmente passar  por grandes problemas no final. Esse foi o filme que inspirou John  Lasseter, o todo poderoso chefão da Pixar (e hoje da Disney Animation) a  trabalhar com desenho animado, já que, lá pelas tantas, um bando de  prisioneiros, maltrapilhos e famintos, assiste um curta do Mickey e  choram de rir. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o filme tem Veronica Lake. Constance  Frances Marie Ockelman, novaiorquina do Brooklin foi um a das maiores  ‘femme fatales’ do cinema e teve uma carreira meteórica, indo de mais  bem paga dos anos 40 ao ostracismo total nos anos 60. Ela era muito  bonita, sexy, com uma voz matadora e conhecida por seu penteado, chamado  na época de ‘peekaboo’, que cobria uma parte do rosto e seu olho.  Durante a II Guerra, ela foi obrigada a mudar o visual já que as moças  foram para as fábricas e cabelos compridos eram uma grande causa de  acidentes em maquinários.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua estréia aconteceu em &lt;em&gt;Revoada das Águias &lt;/em&gt;(ou &lt;em&gt;Voo de Águias&lt;/em&gt;, dependendo da fonte), onde roubou o filme. Depois vieram &lt;em&gt;Contrastes Humanos, A Chave de Vidro&lt;/em&gt; (sensacional thriller noir, com roteiro de Dashiell Hammet), &lt;em&gt;Casei-Me Com Uma Feiticeira&lt;/em&gt; (que inspiraria o seriado &lt;em&gt;A Feiticeira&lt;/em&gt; 20 anos depois), &lt;em&gt;A Dália Azul,&lt;/em&gt; entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ganhando US$ 4.500 por semana e fazendo  par com Alan Ladd (que era um centímetro mais baixo que ela e precisava  usar saltos), a menina era um grande sucesso nas telonas, mas odiada por  trás das câmeras. Geniosa, arrogante, era conhecida como ‘A Cadela’ no  estúdio e até mesmo o já citado McCrea recusou-se a ser par dela em um  outro filme, alegando que “a vida é muito curta para se trabalhar duas  vezes com Veronica Lake”. Soma-se a isso seu alcoolismo e o estrago está  feito. Apesar destas características, ela tirou brevê de piloto e voava  de NY para Los Angeles constantemente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1944, Lake estreou &lt;em&gt;A Hora antes do Amanhecer,&lt;/em&gt;  onde interpretava uma espiã nazista e esse foi o começo do fim de sua  carreira. Não só ela atraiu a antipatia do público, como sua performance  foi destruída pela crítica, especialmente graças a seu sotaque alemão  ruim. Cinco anos depois, quando acabara de filmar &lt;em&gt;O Furacão da Vida&lt;/em&gt;,  seu contrato não foi renovado e a menina de ouro da Paramount acabou  indo para a miséria, a ponto de, em 1959, um repórter a encontrar como  barwoman de um hotel de mulheres em Manhattan.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desse encontro, surgiram oportunidades de  entrevistas e participação em alguns filmes menores, mas sua carreira  nunca mais foi a mesma. Aos poucos, ela foi tendo mais e mais problemas  mentais, ficou paranóica no fim de sua vida e veio a falecer, aos 50  anos de idade em 1973, ignorada pelas filhas e apoiada pelo filho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lake se tornou lendária como pinup dos  anos áureos de Hollywood, mas nunca se considerou grande atriz.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Disse  certa vez que não era uma ‘sex symbol’ e sim uma ‘sex zombie’ e que se  pegassem todo o talento dela e enfiasse no olho esquerdo de alguém, essa  pessoa nem ia ter problemas de visão. E em tempo, se você assistir o  ótimo &lt;em&gt;Los Angeles – Cidade Proibida&lt;/em&gt;, verá que Kim Bassinger está emulando o estilo de Lake. E isso, lhe deu um Oscar!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-7348664684434089124?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/7348664684434089124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=7348664684434089124&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7348664684434089124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7348664684434089124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/veronica-lake-loura-fatal.html' title='Veronica Lake, a loura fatal'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Q38ngIhaulI/Tgx8fjhxO_I/AAAAAAAACDI/1PRAj8vUAFU/s72-c/Veronica+Lake%252C+a+loura+fatal+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-741643156989133690</id><published>2011-06-30T10:36:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:36:14.488-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O nome é Bond, Bond Girl</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Pr3xIpG-3og/Tgx7Rd2YK2I/AAAAAAAACDE/AkCpnLXxzts/s1600/O+nome+%25C3%25A9+Bond%252C+Bond+Girl+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Pr3xIpG-3og/Tgx7Rd2YK2I/AAAAAAAACDE/AkCpnLXxzts/s320/O+nome+%25C3%25A9+Bond%252C+Bond+Girl+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/06/07/o-nome-e-bond-bond-girl/"&gt;Link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Saiu hoje que a atriz Naomie Harris de &lt;em&gt;Piratas do Caribe: No Fim do Mundo&lt;/em&gt;  (ela era aquela bruxa de dentes pretos que se revela algo mais) está em  conversações para participar da próxima aventura de James Bond. A  morena de 35 anos assume então um papel que já foi disputado por muitas e  que ainda tem um certo glamour : ser a Bond Girl (digo isso porque  cantar a música-tema já foi sinônimo de sucesso e hoje ninguém lembra  quem o fez nas últimas peripécias do famoso 007). &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As Bond Girls mudaram muito desde que o  agente secreto surgiu nas telonas em 1962. Aliás, a Bond Girl no  primeiro filme era a vitaminada Ursula Andress, inesquecível em um  biquini branco com uma faca a tiracolo. No começo, elas eram bem  tolinhas, dependentes de Jimmy e caiam que nem umas tontas nos xavecos  dele. Eis que em &lt;em&gt;Goldeneye&lt;/em&gt;, a estrutura “bondiana” sofreu uma  grande revisão com o aparecimento de uma M (Judi Dench), uma vilã  gostosíssima e bem cruel (Famke Janssenn) e uma Bond Girl meio sem  graça, mas enfezada (Izabella Scorupco).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como sou fã dos filmes de James Bond,  tomo a liberdade de fazer uma lista muito pessoal das 10 melhores Bond  Girls de todos os tempos. Fique totalmente à vontade para contestar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/tatiana.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;1. Daniela Bianchi como Tatiana Romanova em &lt;em&gt;Moscou contra 007&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bonita, loura, jeitinho de menina, a  acanhada Tatiana tem que engolir a vergonha para se atirar na cama de  Bond em nome da União Soviética (pelo menos é assim que ela pensava).  Bianchi, uma atriz italiana, tinha um sotaque macarrônico tão carregado  que não dava para passar por russa e acabou sendo dublada. O mesmo  ocorreu com Andress em &lt;em&gt;Dr. No&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/pussygalore.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;2. Honor Blackman como Pussy Galore em &lt;em&gt;Goldfinger&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa é a grande deusa dos filmes  clássicos de 007, apesar de muita gente insistir que Galore é lésbica  (não é, ok?). A capanga de Goldfinger era durona, lutava karatê,  chefiava um grupo de mulheres aviadoras, mas acaba caindo na ladainha do  agente. Num filme em que a belíssima Shirley Eaton acaba pintada de  dourado, Blackman domina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/SeymourJB.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;3. Jane Seymour como Solitaire em &lt;em&gt;Viva e Deixe Morrer: &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No primeiro filme de Roger Moore como  007, uma aventura juntando vodu com tráfico de drogas, perseguições  fantásticas nos Everglades e trilha de Paul Maccartney com George  Martin, a graciosa Seymour faz uma vidente que, se perdesse a  virgindade, ficaria sem seu poder de enxergar o futuro. Bom, depois de  conhecer Bond, a menina teve de procurar outro emprego.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/anya.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;4. Barbara Bach como Anya Amasova em &lt;em&gt;O Espião que me Amava&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A senhora Ringo Starr era linda de dar  dó, com um corpinho fantástico (chegou a posar para a Playboy), mas era  expressiva como uma tábua de passar roupa. Só que não faz mal. Sua  agente russa que quer matar Bond para vingar a morte do marido e acaba  na cama com ele, é inesquecível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/carole31.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;5. Carole Bouquet como Melina Havelock em &lt;em&gt;Somente para seus Olhos&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu arriscaria dizer que é a mais bonita Bond Girl de todas as 22 aventuras oficiais. Bouquet, uma francesa que aparecera em &lt;em&gt;Esse Obscuro Objeto de Desejo &lt;/em&gt;de Buñel, também interpreta uma garota sedenta de vingança pela morte dos pais. Lá pelas tantas ela até salva Bond do perigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/polaivanova.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;6. Fiona Fullerton como Pola Ivanova em &lt;em&gt;Na Mira dos Assassinos&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme era ruim de doer, Tanya Roberts era ruim de doer (anos depois ela faria &lt;em&gt;That´s 70´s Show&lt;/em&gt;  e em um episódio aparece com várias ex-Bond Girls), o vilão era ruim de  doer, mas lá pelas tantas Bond é seduzido por uma russa na banheira e  nosso queixo cai. Detalhe, a loura Fiona é nigeriana de nascimento.  Exótico, né?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/xenia_onatopp_famke_janssen_01.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;7. Famke Janssen como Xenia Onatopp em &lt;em&gt;Goldeneye&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A já citada Janssen teve uma das melhores  personagens de toda a mitologia de Bond. Para começar pelo nome (uma  brincadeira com “on top”, ou – se você não manja da língua do bardo –  ela fica por cima). Depois porque sua psicótica Xenia mata os homens  durante a transa, esmagando as costelas do infeliz. O cara morre  sorrindo, mas parafraseando 007, não é sexo seguro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/christmas.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;8. Denise Richards como Christmas Jones em &lt;em&gt;O Mundo não é o Bastante&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maior forçação de barra dos filmes de Bond foi Sean Connery se disfarçar de japonês em &lt;em&gt;Só se Vive Duas Vezes&lt;/em&gt;.  A segunda é a deliciosa Richards (ex-Sra Charlie Sheen) como cientista  nuclear. E a melhor frase do filme: depois da transa, Bond solta: “I  thought Christmas only came once a year” (se você não manja da língua do  bardo, problema seu. É intraduzível).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/bg006-bikini-halle.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;9. Halle Berry como Jinx em &lt;em&gt;Um Novo Dia para Morrer&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Halle Berry repete a famosa cena de Ursula Andress em &lt;em&gt;Dr. No&lt;/em&gt;,  desta vez com um biquini laranja e entra para o rol de cenas mais  marcantes, sexys e provocativas da história do cinema. A gente não pode  deixar de destacar também a bela e gélida Rosamunde Pilke como Miranda  Frost. Ou seja, o filme agradava a fãs de morenas e de louras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/olga-kurylenko-image.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/06/olga.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;10. Olga Kurylenko como Camille em &lt;em&gt;Quantum of Solace&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só nos filmes de Bond, uma ucraniana pode  fazer papel de boliviana. E só nos filmes de Bond, uma mulher  maravilhosa, com um corpo escultural, olhos de derreter estátua e que  faz questão de aparecer nua em todos os filmes que faz, passa 106  minutos vestida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-741643156989133690?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/741643156989133690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=741643156989133690&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/741643156989133690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/741643156989133690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/o-nome-e-bond-bond-girl.html' title='O nome é Bond, Bond Girl'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Pr3xIpG-3og/Tgx7Rd2YK2I/AAAAAAAACDE/AkCpnLXxzts/s72-c/O+nome+%25C3%25A9+Bond%252C+Bond+Girl+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-8730384943916811923</id><published>2011-06-30T10:31:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:31:56.352-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Afinal, quem foi Marilyn Monroe?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dS-Ng5eCyek/Tgx57oK_L2I/AAAAAAAACDA/tIlpv3RYnac/s1600/Afinal%252C+quem+foi+Marilyn+Monroe-+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-dS-Ng5eCyek/Tgx57oK_L2I/AAAAAAAACDA/tIlpv3RYnac/s320/Afinal%252C+quem+foi+Marilyn+Monroe-+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em junho de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/06/01/afinal-quem-foi-marilyn-monroe/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estivesse viva, Marilyn Monroe  completaria 85 anos de idade hoje, 01 de junho, e nos faz pensar que  tipo de senhora ela se tornaria. Será que conseguiria a felicidade  depois dos &lt;em&gt;affairs &lt;/em&gt;com os Kennedy? Será que imitaria outras  duas grandes musas, Greta Garbo e Marlene Dietrich e se fecharia ao  mundo, nunca se deixando fotografar? Ou faria como Betty White, a  comediante que desde 1953 encanta os norteamericanos e hoje, aos 89  anos, continua atuando e virou ícone da nova geração pela quantidade  monumental de palavrões que solta nas piadas? Nós nunca saberemos. Nem  conseguiremos definir quem foi o fenômeno Marilyn Monroe, mesmo porque  ela teve muitas facetas e muitos nomes. Nasceu Norma Jean Mortenson, foi  criada como Norma Jean Baker em muitos orfanatos, posou como Mona Baker  e em 1947 fez seu debut no cinema em dois filmes, &lt;em&gt;Sua Alteza, Secretária &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Idade Perigosa&lt;/em&gt;, depois de uma bem sucedida carreira como modelo e se tornou Marilyn Monroe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu primeiro grande sucesso dramático no cinema foi &lt;em&gt;Niagara&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Torrentes de Paixões&lt;/em&gt;, como se chamou aqui e abriu caminho para ela crescer tanto no drama, como na comédia e encantar as platéias com &lt;em&gt;Homens Preferem as Louras&lt;/em&gt;,&amp;nbsp; o sensacional &lt;em&gt;Quanto Mais Quente Melhor,&lt;/em&gt; o melhor filme sobre as agruras do homem casado quando fica sozinho:&lt;em&gt; O Pecado Mora ao Lado&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Os Desajustados&lt;/em&gt;,  entre muitos outros. Só que a Marilyn das telas não era a real. Foi  casada três vezes, a primeira com um amor de juventude, James Dougherty;  depois com o jogador de baseball Joe DiMaggio (que até o fim da vida  dele, colocou flores no túmulo dela) e, algo que ninguém pode explicar,  com o escritor e intelectual Arthur Miller. E não foi feliz. Cantou e  seduziu o presidente e também não foi feliz. Morreu misteriosamente em  1962, bêbada e viciada em barbitúricos e virou uma lenda em si. Tanto  que aquela moça ruiva, que dizia querer conquistar o mundo, “cheinha”  para os padrões atuais, que usava óculos e que, segundo dizem, era  temperamental e nada confiável foi escolhida como a mulher mais sexy do  século XX pela revista People. Mas quem foi ela? O melhor é deixar as  pessoas que a conheceram de perto definir a deusa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Não  é difícil entender o fascínio da América com Marilyn Monroe. Ela foi a  primeira garota a vestir blusas transparentes. Eu a conheci em 49 na  Universal. Eu já estava sob contrato. Ela estava à procura de um  contrato. Eu devia ter 23 ou 24. Nos encontramos no estúdio e começamos a  sair. Ficamos juntos por seis ou sete meses. Firmes.. Na época, ninguém  sabia o quão grande ela se tornaria. Eu nunca senti que seu corpo era  assim tão bom. Eu achava que era um pouco irregular em alguns lugares.  Ela era uma ruiva na época, e no momento ela não parecia ser diferente  de todas as outras mulheres jovens gostosas que tentavam entrar em  filmes. Mas então ela desenvolveu aquela mulher estúpida -- Não, eu não  quero chamá-la assim -- era mais como uma menininha ingênua. No cinema,  ela começou a falar devagar, como se ela estivesse pensando nas palavras  que ia dizer, isso é que se tornou sua magia. Isso as blusas  transparentes se encaixaram perfeitamente.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tony Curtis, que trabalharia com ela em &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Quanto Mais Quente, Melhor&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Eu tive um calafrio. Esta menina  tinha algo que eu não tinha visto desde filmes mudos. Ela tinha uma  beleza fantástica, como Gloria Swanson, quando uma estrela de cinema  tinha que&amp;nbsp; ter um olhar lindo, e ela tinha uma sexualidade como Jean  Harlow.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Leon Shamroy, diretor de fotografia em 12o filmes, sobre o primeiro teste de Marilyn em 1946&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“As  inseguranças Marilyn praticamente saíam para fora dela. Se ela tivesse  um encontro às oito horas, eu tinha que estar lá ao meio-dia para  começar a trabalhá-la. Se eu atrasasse dois minutos, ela ficava furiosa,  mas isso não a impedia de fazer as outras pessoas esperarem por horas  ou dias.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;George Masters, maquiador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Ela não era o ídolo do cinema que a  gente estava acostumado. Havia algo de democrático sobre ela. Ela era do  tipo que iria se juntar a você e lavar os pratos do jantar, mesmo que  você não pedisse a ela.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Carl Sandburg, escritor e poeta&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Marilyn estava a um passo do esquecimento quando a dirigi em &lt;em&gt;O Segredo das Jóias&lt;/em&gt;. Lembro que ela me impressionou mais fora do que dentro das telas … havia algo de tocante e atraentes sobre ela.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;John Huston, o grande mestre do cinema e diretor de os Desajustados e O Segredo das Jóias&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Ela  se viu afundando em Hollywood em 1955 e disse ao seu estúdio: ‘Eu não  estou aqui apenas balançando meu traseiro.’ Marilyn não é uma coisa  qualquer, ela é multidimensional. Como atriz, ela tem muitas imitadoras,  mas só Marilyn sobrevive “&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Eli Wallach, o grande ator que trabalhou com ela em Os Desajustados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“&lt;/em&gt;Eu vi que o que ela parecia não  era o que ela realmente era e o que estava acontecendo dentro dela, não  era o que estava acontecendo lá fora, e isso sempre significa que pode  haver algo com que se trabalhar. No caso de Marilyn, as reações foram  fenomenais . Ela pode envolver-se emocionalmente, o que é necessário  para uma boa cena. Seu alcance é infinito. “&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lee Strasberg, diretor e criador do Actors Studio e professor de interpretação de Marilyn (que deixou sua herança a ele)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Seu trabalho a assustava e apesar de ter  inquestionável talento, eu acho que ela tinha uma resistência  subconsciente para o exercício de ser atriz, mas ela estava intrigada  com sua mística e feliz como uma criança quando estava para ser  fotografada. Gerenciou todos os negócios do estrelato com incrível,  inteligente e aparente facilidade”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sir Laurence Olivier, que trabalhou com Marilyn em O Príncipe Encantado e -- dizem -- se envolveu com ela nas filmagens&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“&lt;/em&gt;Você  se lembra de quando Marilyn Monroe morreu? Todo mundo parou de  trabalhar, e você podia ver o dia todo,&amp;nbsp; as mesmas expressões em seus  rostos, o mesmo pensamento: “Como pode uma menina com sucesso, fama,  juventude, dinheiro, beleza. . . Como ela poderia se matar? Ninguém  conseguia entender, porque essas são as coisas que todo mundo quer, e  eles não podem acreditar que a vida não era importante para Marilyn  Monroe, ou que sua vida estava em outro lugar.”&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marlon Brando, que dispensa apresentações&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Ela vale todo o problema que causar”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Joshua Logan, que foi seu par romântico em Nunca Fui Santa para Laurence Olivier&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-8730384943916811923?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/8730384943916811923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=8730384943916811923&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8730384943916811923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8730384943916811923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/afinal-quem-foi-marilyn-monroe.html' title='Afinal, quem foi Marilyn Monroe?'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-dS-Ng5eCyek/Tgx57oK_L2I/AAAAAAAACDA/tIlpv3RYnac/s72-c/Afinal%252C+quem+foi+Marilyn+Monroe-+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-3456990288805544936</id><published>2011-06-30T10:26:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:26:04.482-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Happy B-day, Clint (you dirty rotten old man)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ew2e-WgasYE/Tgx4y6VlW1I/AAAAAAAACC8/DAwmhZxV1VU/s1600/Happy+B-day%252C+Clint+%2528you+dirty+rotten+old+man%2529+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ew2e-WgasYE/Tgx4y6VlW1I/AAAAAAAACC8/DAwmhZxV1VU/s320/Happy+B-day%252C+Clint+%2528you+dirty+rotten+old+man%2529+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/31/haapy-b-day-clint-you-dirty-rotten-old-man/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é um dia sagrado para homens de todo  mundo. Ou deveria ser. Um dia para se sentar sozinho, lata de cerveja à  mão, charuto na boca e, em um momento de reflexão profunda, pensar  “quanto falta para eu ser Clint Eastwood?”. O ator, produtor, diretor,  compositor e político, chega hoje aos 81 anos de idade, muito bem  sucedido, deixando uma marca indelével na história do cinema e sendo  ainda um dos caras que mais desenvolveu personagens que são referência  de masculinidade. Nada mal para um ator que começou como extra que não  era nem mencionado nos créditos, foi para a TV, assumiu trabalhar com um  italiano que ninguém conhecia e ganhou o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes da fama, Eastwood fez de tudo na  vida. No colégio era ginasta, jogava basquete, futebol americano e  competia no time de natação. Depois foi salva-vidas, caddy de golfe,  caixa de mercearia, professor de natação e soldado. Aliás, na Guerra da  Coréia, o avião em que viajava ficou sem combustível e caiu no oceano,  perto da costa norte da Califórnia. Ele e o piloto escaparam, nadando  cinco kilômetros até acharem terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao se mudar para Los Angeles com mala,  cuia e namorada a tiracolo, Clint trabalhou em uma série de filmes  inexpressivos até surgir o seriado &lt;em&gt;Rawhide&lt;/em&gt; em 1959, onde fazia o  moleque impetuoso Rowdy Yates, que dava uma dor de cabeça danada ao  líder do vaqueiros. A série durou até 1965, mas um ano antes veio a  grande oportunidade de Clint, viver o “homem sem nome” em um filme do  então desconhecido Sergio Leone. Era &lt;em&gt;Por um Punhado de Dólares&lt;/em&gt;, em um papel que muita gente recusara, incluindo aí, Charles Bronson (que trabalharia com Leone anos depois em &lt;em&gt;Era uma Vez no Oeste&lt;/em&gt;), George Reeves (O Superman dos anos 50), Henry Fonda (que também estaria em &lt;em&gt;Era Uma Vez&lt;/em&gt;) e James Coburn (que faria &lt;em&gt;Quando Explode a Vingança&lt;/em&gt;).&amp;nbsp;  Eastwood viu a chance de se livrar de Rowdy e a oportunidade de  trabalhar por 11 meses na Europa, além de ter um considerável aumento de  salário e ganhar uma Mercedes no fim dos trabalhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme foi um sucesso estrondoso, fez  com que ele atuasse em mais duas produções de Leone e voltasse aos EUA  não só como um grande astro, mas também como o sinônimo de durão e cool  nas telonas. Com o dinheiro ganho na Europa fundou a Malpaso Productions  e logo em seu primeiro filme,&lt;em&gt; A Marca da Forca&lt;/em&gt;, conseguiu ser a maior bilheteria da história da United Artists, excetuando aí os filmes de James Bond.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do final da década de 1960 até o começo dos anos 70, Eastwood emplacou vários sucessos no cinema como &lt;em&gt;Meu Nome é Coogan, Os Abutres tem Fome, Os Guerreiros Pilantras&lt;/em&gt;, até surgir outro personagem que mudaria sua vida: o policial mais durão do mundo, Harry Callahan ou ‘Dirty’ Harry em &lt;em&gt;Perseguidor Implacável&lt;/em&gt;  de 1971. Ele era o tira que não segue regra alguma e que tortura  psicologicamente seus perseguidos com sua Magnum 44 e o famoso discurso  do “você se sente sortudo hoje, punk?”. O filme custou cerca de quatro  milhões de dólares&amp;nbsp; e rendeu 28 milhões só nos Estados Unidos. Dois anos  depois, Harry volta em &lt;em&gt;Magnum 44&lt;/em&gt;, desta vez enfrentando um  esquadrão da morte na polícia de San Francisco. Em 1976, o policial  destrói um grupo terrorista formado por ex-combatentes do Vietnã em &lt;em&gt;Sem Medo da Morte&lt;/em&gt;,  já em 1983, Harry está suspenso na força, mas investiga um caso de  vingança e em 1988 o velho ‘Dirty’ se torna o alvo de um serial killer  especializado em celebridades em &lt;em&gt;Dirty Harry na Lista Negra&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto atirava em todo mundo, Clint fez, nesse meio tempo, produções boas e algumas bem ruinzinhas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do primeiro escalão estão &lt;em&gt;O Estranho sem Nome&lt;/em&gt; (a versão americana do personagem italiano), &lt;em&gt;Josey Wales, Bronco Billy&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Cavaleiro Solitário&lt;/em&gt;  (feito em uma época que o faroeste já tinha tido seu fim decretado e  que faturou mais de 40 milhões de dólares nos EUA). Já para as produções  mais furadas estão aquelas típicas da era Reagan como &lt;em&gt;Firefox &lt;/em&gt;(onde sequestra um avião experimental soviético) e &lt;em&gt;O Destemido Senhor da Guerra&lt;/em&gt; e coisas como &lt;em&gt;Cidade Ardente&lt;/em&gt;, a lado de Burt Reynolds.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A década de 1990 mostrou mais uma faceta de Eastwood, a de diretor bem sucedido. Fez &lt;em&gt;Coração de Caçador&lt;/em&gt;, baseado na história real de John Huston e sua filmagem de &lt;em&gt;Uma Aventura na África;&lt;/em&gt; ganhou muita notoriedade com &lt;em&gt;Os Imperdoáveis&lt;/em&gt;,  sua releitura dos faroestes, mostrando que na vida real, balas e  matança não tem graça; realizou o filme favorito de 90% das mulheres, &lt;em&gt;As Pontes de Madison&lt;/em&gt; (e aí todos viram que machão também pode ser sensível) e conquistou a academia com &lt;em&gt;Sobre Meninos e Lobos, Menina de Ouro, &lt;/em&gt;a dobradinha &lt;em&gt;A Conquista da Honra &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Cartas de Iwo Jiwa, Invictus etc.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua última aparição nas telas foi , de  uma certa maneira, mostrando como seria a velhice de seus personagens  mais famosos e ainda fazendo uma revisão de vida em cima deles, através  do Walt Kowalski do ótimo &lt;em&gt;Gran Torino&lt;/em&gt;. O homem era preconceituoso, mal-humorado, silencioso, mas com um senso de honra e justiça sem igual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eastwod disse certa vez que se você quer  garantia em cima de algo, que compre então uma torradeira. Mais do que  um cineasta, ele é a prova de que com esforço e senso de oportunidade,  auto-confiança e respeito próprio, segurança e senso de humor, você  consegue chegar longe e fugir dos estereótipos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais do que a qualquer um, nós realmente te desejamos hoje, muitos anos de vida!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-3456990288805544936?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/3456990288805544936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=3456990288805544936&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3456990288805544936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3456990288805544936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/happy-b-day-clint-you-dirty-rotten-old.html' title='Happy B-day, Clint (you dirty rotten old man)'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Ew2e-WgasYE/Tgx4y6VlW1I/AAAAAAAACC8/DAwmhZxV1VU/s72-c/Happy+B-day%252C+Clint+%2528you+dirty+rotten+old+man%2529+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-4717874513070926</id><published>2011-06-30T10:22:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:22:05.382-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='10 Coisas'/><title type='text'>10 motivos pelos quais John Wayne é uma lenda masculina</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AokBuV9Rh5g/Tgx4FmijIZI/AAAAAAAACC4/GjADCHr8EAM/s1600/10+motivos+pelos+quais+John+Wayne+%25C3%25A9+uma+lenda+masculina+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-AokBuV9Rh5g/Tgx4FmijIZI/AAAAAAAACC4/GjADCHr8EAM/s320/10+motivos+pelos+quais+John+Wayne+%25C3%25A9+uma+lenda+masculina+-+Revista+Alfa.png" width="70" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/27/10-motivos-pelos-quais-john-wayne-e-uma-lenda-masculina/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem comemorou-se 104 anos do nascimento  do grande John Wayne, o ‘Duke’, um dos maiores mitos do cinema e  seguramente um dos grandes símbolos masculinos do século XX . Era um  ator de um papel só, mas que preenchia a tela com seu carisma e força e  se tornou um homem muito maior que seus 1,93m de altura. Mesmo com todas  as polêmicas que cercaram sua vida (em especial uma entrevista à  Playboy onde afirmou que os antepassados fizeram bem em tirar as terras  dos índios e que os negros poderiam ter o mesmo direito dos brancos,  desde que soubessem se comportar), ele ainda é tão querido pelos  norteamericanos, que em 2011 ficou em terceiro lugar na pesquisa  realizada anualmente pelo Harris Institute, abordando os artistas  favoritas da América. Ele é o único falecido da lista a aparecer desde  1994. Aqui vão mais 10 fatos sobre ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1) O nome real dele era Marion e isso não o impediu de se tornar um dos maiores machões do cinema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2) Ele foi recusado pela Academia Naval  dos EUA quando jovem e anos depois se tornou um dos grandes artistas de  filmes de guerra, inspirando legiões de jovens para o alistamento e não  só apoiou, como participou do esforço de guerra no Vietnã.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3) Por falar em guerra, em 1975, o  Imperador Hiroito do Japão visitou os Estados Unidos, seu antigo inimigo  na II Guerra, e fez questão de conhecer John Wayne.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4) De todos os&amp;nbsp; filmes que participou, foi ator principal em 142 deles. Um recorde nunca batido por nenhum outro artista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5) Seu maior “inimigo” em relação às suas  posições políticas foi o radical esquerdista Abbie Hoffman que, apesar  das diferenças, o admirava como ator e símbolo americano, chegando a  dizer: “Eu gosto do estilo de Wayne na sua totalidade. Quanto à sua  visão política, bem, suponho que mesmo os homens das cavernas sentiam um  pouco de admiração pelos dinossauros que estavam tentando devorá-los”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6) Ele gravou um disco falando como amava  seu país (“America: Why I Love Her”) e vendeu tanto no lançamento que  acabou concorrendo a um Grammy. Depois dos ataques de 11 de setembro,  ele foi relançado em CD e acabou se tornando um best seller de novo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7) Senso de humor único : em 1974, no  meio da Guerra do Vietnã, a revista National Lampoon resolveu tirar uma  do Duke e lhe convidou para uma entrega de prêmios, onde ele receberia a  estátueta das “Bolas de Metal”, pelo seu machismo e inacreditável  capacidade de perfurar pessoas. Wayne chegou à cerimônia em um jipe  blindado pilotado pelos Black Knights do 5o regimento do exército e  subiu ao palco improvisando piadas sobre destreza e agilidade.  Conquistou toda a platéia e saiu como herói.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8 ) Mel Brooks o encontrou quando começara a filmar &lt;em&gt;Banzé no Oeste&lt;/em&gt;  e lhe convidou a trabalhar no filme, uma esculhambação em cima de  faroestes. Wayne leu o script e respondeu através de um bilhete: “não  posso trabalhar nesse filme, mas saiba que serei a primeira pessoa na  fila no dia de seu lançamento”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9) Dennis Hopper andava armado e cheio de  drogas, ameaçava todo mundo nos estúdios. Um dia, John Wayne entrou em  um dos escritórios, arma em punho, procurando “aquele comunistazinho de  merda do Hopper”. Dennis se escondeu debaixo de uma mesa e não saiu até a  situação ficar segura. Ninguém enfrenta John Wayne, nem mesmo com  drogas na cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10) Capacidade única de responder  perguntas indiscretas: “eu como tanto quanto sempre comi, bebo mais do  que devia e minha vida sexual não é da sua maldita conta” (para a famosa  entrevista da Playboy em 1971).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-4717874513070926?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/4717874513070926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=4717874513070926&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4717874513070926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4717874513070926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/10-motivos-pelos-quais-john-wayne-e-uma.html' title='10 motivos pelos quais John Wayne é uma lenda masculina'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-AokBuV9Rh5g/Tgx4FmijIZI/AAAAAAAACC4/GjADCHr8EAM/s72-c/10+motivos+pelos+quais+John+Wayne+%25C3%25A9+uma+lenda+masculina+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-612727745781765359</id><published>2011-06-30T10:18:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:18:57.606-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O retrô cult da Pixar</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-6050pw-4Bis/Tgx3b47YNfI/AAAAAAAACC0/qFyKCp2XHO0/s1600/O+retr%25C3%25B4+cult+da+Pixar+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-6050pw-4Bis/Tgx3b47YNfI/AAAAAAAACC0/qFyKCp2XHO0/s320/O+retr%25C3%25B4+cult+da+Pixar+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/24/o-retro-cult-da-pixar/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steve Jobs é um visionário. Ele revolucionou  nossa interação com a tecnologia e criou uma marca arrebatadora que é  praticamente uma seita, já que os consumidores se portam como fiéis.  Como um homem que enxerga o futuro, ele vislumbrou que a computação  gráfica iria dominar o mercado de animações e comprou a Pixar de George  Lucas em 1986. Steve Jobs é um cara extremamente centralizador. Na  Apple, ele supervisiona tudo, da engenharia ao marketing. Só que não na  Pixar. Lá, ele confia em um bando de nerds que se tornaram o grande  trunfo e a grande qualidade do estúdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você até pode gostar dos desenhos da  Dreamworks ou da Fox Animation, mas nada bate o apuro visual, os  personagens bem desenvolvidos e o roteiro marcante da Pixar. E tudo isso  reside no fato de que John Lasseter e sua turma são realmente geeks de  carteirinha, com uma bagagem fora do comum de cultura pop. Quer ver?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;em&gt;Toy Story 2&lt;/em&gt;, Buzz Lightyear encontra finalmente seu arquiinimigo Zurg, que solta uma das mais famosas frases da saga de &lt;em&gt;Star Wars &lt;/em&gt;e  do cinema: “I am your father”, para delírio dos marmanjos. No mesmo  filme temos o pinguin Wheezy, que nada mais é do que uma homenagem ao  Linux. Em &lt;em&gt;Vida de Inseto&lt;/em&gt; temos P.T. Flea, o chefe da trupe de  insetos de circo, uma referência a P.T. Barnum, um dos maiores donos de  circo nos EUA. E que tal o fato de que Edna Mode de &lt;em&gt;Os Incríveis&lt;/em&gt; ser baseada na mítica Edith Head, a estilista de Hollywood que vestiu Audrey em &lt;em&gt;A Princesa &amp;amp; e Plebeu&lt;/em&gt;, Novak em &lt;em&gt;Um Corpo de Cai&lt;/em&gt;, Stanwick em &lt;em&gt;Pacto de Sangue&lt;/em&gt; e assinou o figurino de outras 426 produções? Não se convenceu? Em &lt;em&gt;Monstros S.A.&lt;/em&gt;,  Mike Wazowski leva sua namorada Celia a um dos mais disputados  restaurantes japoneses de Monstrópolis, o Harryhausen, só que Ray  Harryhausen foi o lendário mestre dos efeitos especiais nas décadas de  50 e 60 que usava do stop motion para fazer justamente os monstros de  clássicos como &lt;em&gt;Jasão e os Argonautas&lt;/em&gt; (seu último trabalho nessa área foi a primeira versão de &lt;em&gt;Fúria de Titãs&lt;/em&gt;). Até mesmo na escolha de dubladores há um cuidado. O Hudson Hornet do primeiro &lt;em&gt;Carros&lt;/em&gt;,  um automóvel de corridas aposentado, foi dublado por Paul Newman, que  também teve uma carreira nas pistas (e declarou que o carrinho foi um  dos seus dois melhores papéis).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, existem muitas referências nos  desenhos da Pixar e esse purismo acaba afetando até mesmo outras áreas e  outros colaboradores. Micheal Giacchino, por exemplo, quando compôs a  trilha de &lt;em&gt;Os Incríveis&lt;/em&gt;, baseou-se no trabalho que John Barry  fez nos anos 60 para os filmes de James Bond e, não contente com isso,  resolveu juntar a orquestra toda em um estúdio de gravação e gravar as  músicas em aparelhos analógicos para se conseguir o mesmo tipo de som.&amp;nbsp;  Preciosismo? Não, esse é o modo Pixar de trabalhar. E quando você ouve a  trilha (e ela vale muita a pena) sente a diferença.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tenho como saber se os animadores estão envolvidos no marketing do próximo filme da Pixar, &lt;em&gt;Carros 2&lt;/em&gt;,  mas a aventura que vai fazer Lightning McQueen e seu amigo Tow Mater  viajarem pelo mundo e ainda se envolverem com um agente secreto inglês,  Finn McMissille, uma referência ao Aston Martin DB5 de Bond e dublado  por Michael Caine (por que não Connery? Será que ele não topou?)&amp;nbsp; está  com uma campanha fantástica com cartazes imitando o estilo dos anos 1950  e 1960. Alguns deles lembram posteres vintage de turismo e outros,  antigos cartazes de filmes de 007 (como o que ilustra esse post). A  estética é impressionante, a qualidade da arte é incrível e você pode  conferir em nossa galeria especial &lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/fotos/cultura-e-sociedade/cinema/a-versao-retro-do-filme-cars-2/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O desenho estréia em 24 de junho e, pelo que vi em outra campanha de &lt;em&gt;Carros 2&lt;/em&gt;, teremos um automóvel de corrida brasileiro, a “carrinha” Carla Veloso (veja &lt;a href="http://www.impawards.com/2011/cars_two_ver15.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). É esperar para ver. E torcer!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-612727745781765359?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/612727745781765359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=612727745781765359&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/612727745781765359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/612727745781765359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/o-retro-cult-da-pixar.html' title='O retrô cult da Pixar'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-6050pw-4Bis/Tgx3b47YNfI/AAAAAAAACC0/qFyKCp2XHO0/s72-c/O+retr%25C3%25B4+cult+da+Pixar+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-7112836991237554554</id><published>2011-06-30T10:14:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:14:53.945-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Muito antes de ‘Velozes e Furiosos’</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tIc8ymwEetE/Tgx2UeRKFyI/AAAAAAAACCw/e_R5qpxyYO8/s1600/Muito+antes+de+%25E2%2580%2598Velozes+e+Furiosos%25E2%2580%2599+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-tIc8ymwEetE/Tgx2UeRKFyI/AAAAAAAACCw/e_R5qpxyYO8/s320/Muito+antes+de+%25E2%2580%2598Velozes+e+Furiosos%25E2%2580%2599+-+Revista+Alfa.png" width="59" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/22/muito-antes-de-velozes-e-furiosos/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A série ‘Velozes e Furiosos”, agora em  quinta&amp;nbsp; edição, consegue encantar o pessoal que curte altas doses de  testosterona combinadas com nitro e carros potentes e ainda coloca  rachas ilegais, contrabando e FBI na jogada, ou seja, com a moral: você  tem que ser um criminoso para gostar de velocidade. Acontece que essa é  uma fórmula antiga, que remonta aos anos 70 e 80 e que fez muito sucesso  nas telonas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/vanishing-point.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;Em 1971, tivemos o considerado “maior clássico de perseguição nas estradas”, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Corrida Contra o Destino&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;(&lt;em&gt;Vanshing Point&lt;/em&gt;  no original), onde o ator Barry Newman faz Kowalski, um ex-fuzileiro  naval, ex-policial, ex-herói no Vietna, ou seja, um ex alguma coisa, que  é contratado para levar um Dodge Chalenger 1970 de Denver para San  Francisco (cerca de 2041 kilômetros de distância) e é desafiado a fazer  isso em 15 horas (ou seja, tem quen manter, no mínimo 140 km/h para  vencer). É óbvio que toda a polícia vai atrás dele e um DJ cego, que tem  acesso às transmissões dos tiras, fica dando dicas ao neurótico  corredor pela rádio. O filme é tão marcante para a cultura pop que  inspirou bandas como Primal Scream, Guns N´ Roses em suas músicas,  Audioslave no videoclip de ‘Show me how to live” e, obviamente, Quentin  Tarantino em &lt;em&gt;Á Prova de Morte&lt;/em&gt;. Foi refilmado com Viggo Mortensen e lançado em DVD e Blu-Ray no Brasil pela Fox.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/220px-Gumball_rally_movie_poster.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Cinco anos depois eis que surge &lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Gumball Rally, &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;onde  o recém-falecido ator Michael Sarrazin faz um empresário rico e  entediado que promove uma corrida que vai de Nova York à Los Angeles em  menos tempo possível e infringindo todas as leis de trânsito. É um filme  de época, mas tem coisas bem sacadas. Cada competidor está em um carro,  então você tem Micheal e seu parceiro em um AC Shleby Cobra 1966, Raul  Julia e co-piloto em uma Ferrari 365 GTS/4 1972, dois policiais  corredores em um Dodge Polara ’71, Gary Busey em um Chevrolet Camaro  ’72, duas garotas em uma Porshe 911 Targa, dois velhos ingleses em uma  Mercedes 300SL Roadster, um cara e sua namorada em um Rolls Royce Silver  Shadow 1969 e mais uma Corvete, um Chevy Van e um Jaguar. Este último  nunca sai da garagem, porque os produtores haviam pedido à Jaguar que  lhes fornecessem um carro para o filme. Como o fabricante se recusou,  eles acabaram fazendo com que o automóvel “quebrasse” e nunca  participasse da corrida. Pelo filme ter sido dirigido e produzido por  Charles Bail, um ex-dublê, prepare-se para muitos acidentes de carro e  algumas cenas impressionantes como a corrida começando em NY (filmado em  um domingo de manhã com as ruas fechadas) e até mesmo nos canais de Los  Angeles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/o_smokey_and_the_bandit.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Em 1977, surge o primeiro &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Agarre-me se Puderes&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;  com Burt Reynolds, Sally Fields e Jackey Gleason. Mais uma vez uma  aposta que exige o não cumprimento das leis de trânsito conduz a trama  do filme, sem os resultados catastróficos de &lt;em&gt;Vanishing Point. &lt;/em&gt;Reynolds  é desafiado a levar cerveja de Texarcana no Texas para a Georgia, cerca  de 2900 kilômetros em 28 horas. Para conseguir&amp;nbsp; isso, ele chama seu  amigo Snowman para dirigir o caminhão, enquanto distrai os ‘smokeys’,  gíria para polícia rodoviária nos EUA com Pontiac Firebird Trans Am  1977. É outro filme cheio de acidentes e cenas fantásticas na estrada e  ainda conta com Gleason, um famoso e antigo comediante da TV  norteamericana, que se divertiu no papel do ferrenho policial Buford T.  Justice, improvisando falas e fazendo caretas inesquecíveis. O filme  consagrou a música ‘East, Bound and Down’ de Jerry Reed, fez com que as  vendas do Trans Am dobrassem em dois anos e foi um sucesso tão grande  (só perdeu em bilheteria em 1977 para &lt;em&gt;Star Wars&lt;/em&gt;), que gerou  duas continuações (a terceira um caça-níqueis em Burt só aparece em uma  cena). Foi lançado em DVD no Brasil pela Universal e, segundo sua filha,  era um dos filmes preferidos de Alfred Hitchcock (ou como ele chamava,  um prazer com culpa).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/220px-Cannonball_run.jpg"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Assim  como fez Paul Newman nos anos 1960, Reynolds ficou tão ligado às  corridas que em 1981 estrelou outro classicão das estradas, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quem Não Corre, Voa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;,  acompanhado de um elenco estelar, Roger Moore (como um milionário que  se acha parecido com Roger Moore e finge ser 007), Farah Fawcett no auge  da beleza,o comediante&amp;nbsp; Don De Luise, os veteranos do Rat Pack Sammy  Davis Jr e Dean Martin e Jackie Chan em seu segundo filme americano.  Baseado em uma corrida ilegal que realmente aconteceu nos anos 70 e que  atravessava todo os EUA (a Cannonball Baker Sea-To-Shining-Sea Memorial  Trophy Dash), o filme tinha uma ambulância Dodge Sportsman modificada,  uma Ferrari 308 GTS (que na verdade era do diretor do filme), uma  Lamborghini Countach, um Subaru GL computadorizado, um Chevrolet  Chevelle Laguna, um Aston martin DB5 e um Rolls Royce Silver Shadow  disputando o primeiro prêmio. Rendeu mais de 70 milhões só lá no país de  Obama e acabou gerando uma continuação mais sem graça em 1984 com boa  parte do elenco e ainda Frank Sinatra em sua última aparição nas telonas  (depois fez uma ponta na série &lt;em&gt;Magnum&lt;/em&gt; em 1987, mas para a TV). Você ainda acha esse filme em DVD no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-7112836991237554554?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/7112836991237554554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=7112836991237554554&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7112836991237554554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7112836991237554554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/muito-antes-de-velozes-e-furiosos.html' title='Muito antes de ‘Velozes e Furiosos’'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-tIc8ymwEetE/Tgx2UeRKFyI/AAAAAAAACCw/e_R5qpxyYO8/s72-c/Muito+antes+de+%25E2%2580%2598Velozes+e+Furiosos%25E2%2580%2599+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-3823089759779203197</id><published>2011-06-30T10:11:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:11:04.180-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O primeiro filme ‘da hora’</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Z-rUpkCPAIY/Tgx1BmoPZ-I/AAAAAAAACCs/VK2upIgUxj8/s1600/O+primeiro+filme+%25E2%2580%2598da+hora%25E2%2580%2599+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Z-rUpkCPAIY/Tgx1BmoPZ-I/AAAAAAAACCs/VK2upIgUxj8/s320/O+primeiro+filme+%25E2%2580%2598da+hora%25E2%2580%2599+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/19/o-primeiro-filme-da-hora/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi essa semana o trailer do novo filme de Colin Farrell (agora em versão sem drogas -- e mais cheinho), &lt;em&gt;Fright Night. &lt;/em&gt;No elenco estão Anton Yelchin (o novo Chekov de &lt;em&gt;Star Trek&lt;/em&gt;)  e aquela-que-só-faz-papel-de-mãe-desesperada-depois-que-emagreceu Toni  Collete. Pois bem, esse filme é refilmagem de um pequeno clássico  descartável dos anos 1980, que fez história no Brasil, &lt;em&gt;A Hora do Espanto&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1981, um novato Sam Raimi lançou seu ótimo &lt;em&gt;Evil Dead -- A Morte do Demônio,&lt;/em&gt;um filme trash, produção totalmente B que unia terror e humor. Era o chamado, em português, terrir. No mesmo ano veio &lt;em&gt;Um Lobisomem Americano em Londres&lt;/em&gt; de John Dante com a mesma fórmula e efeitos especiais incríveis para a época. Em 1985, estreou &lt;em&gt;A Hora do Espanto &lt;/em&gt;nos  cinemas, contando a história de um teen, Charley Brewster que descobre  que seu novo vizinho, bonitão e sedutor, é um vampiro. Ninguém acredita  no cara, especialmente sua namorada e seu melhor amigo esquisito (que  acabam vítimas do sanguessuga). Para conseguir salvar a garota, Brewster  busca a ajuda de um apresentador de TV que tem um programa de filmes de  terror trash, Peter Vincent (homenagem a dois grandes nomes do cinema  de horror, Peter Cushing e Vincent Price) e os dois enfrentam o  vampirão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/sarandon.jpg" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-medium wp-image-6791" height="259" src="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/sarandon-300x259.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;De famoso no elenco, só duas pessoas decadentes: o sempre careteiro, ex-menino prodígio de Hollywood, e ex-Dr. Cornelius de &lt;em&gt;Planeta dos Macacos, &lt;/em&gt;Roddy  McDowall no papel de Peter Vincent e o primeiro marido de Susan  Sarandon, cujo grande papel na vida foi o de amante de Al Pacino no  ótimo &lt;em&gt;Um Dia de Cão&lt;/em&gt;, Chris Sarandon como Jerry Dandridge (isso é  nome de vampiro?). William Ragsdale (que nunca mais fez nada que  preste) era Brewster, Stephen Geoffreys (quem? sim, ele só fez porcaria)  era seu melhor amigo, Evil Eddie e Amanda Bearse, na época uma gatinha,  era a namoradinha de Charley. Ela depois ficou bem famosa como Marcy  D´Arcy, a vizinha dos Bundy na série &lt;em&gt;Married with Children&lt;/em&gt; e depois se tornou ativista gay nos EUA.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme era divertidíssimo, dosava bem os  efeitos de terror com boas piadas e teve uma grande identificação com o  pessoal jovem, tanto nos  EUA (onde faturou mais de 24 milhões de  dólares) como no Brasil, já que o  vampiro era um tremendo sedutor que  pegava as suas vítimas em boates, se vestia na moda e dava um baile nos  heróis que eram da nossa idade. O sucesso foi tanto que gerou uma  continuação bem ruim (desta vez Brewster enfrenta a irmã de Dandridge) e  também uma tremenda babaquice no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/petervincenteh3.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-thumbnail wp-image-6801" height="150" src="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/petervincenteh3-150x150.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;Como  aqui a bilheteria foi muito boa, os luminares das distribuidoras em  terras tupiniquins decidiram que se colocassem “A Hora” no nome do filme,  o pessoal iria relacionar&amp;nbsp; com &lt;em&gt;Fright Night&lt;/em&gt; e o sucesso estaria garantido. Assim, &lt;em&gt;Nightmare on Elm Street&lt;/em&gt;, aquele com Johnny Depp e com o infame Freddie Kruger se chamou…. &lt;em&gt;A Hora do Pesadelo.&lt;/em&gt; Já &lt;em&gt;Silver Bullet&lt;/em&gt;, outro bom filme de lobisomem baseado em Stephen King virou….. &lt;em&gt;A Hora do Lobisomem. &lt;/em&gt;O  rei do terror teve interferência até na literatura, já que um de seus  livros, ‘Salem´s Lot’ que trata de vampiros, mas nunca usa a palavra  vampiro (cita alho, crucifixo etc e você faz a relação) foi lançado  como…..&lt;em&gt;A Hora do Vampiro.&lt;/em&gt; O campeão de forçada de barra ficou com o filme &lt;em&gt;Dead Zone&lt;/em&gt;, também inspirado em King. Aqui, eu juro, teve o surreal e estúpido nome de ….&lt;em&gt;A Hora da Zona Morta&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-3823089759779203197?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/3823089759779203197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=3823089759779203197&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3823089759779203197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3823089759779203197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/o-primeiro-filme-da-hora.html' title='O primeiro filme ‘da hora’'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Z-rUpkCPAIY/Tgx1BmoPZ-I/AAAAAAAACCs/VK2upIgUxj8/s72-c/O+primeiro+filme+%25E2%2580%2598da+hora%25E2%2580%2599+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-7512839903799557288</id><published>2011-06-30T10:05:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:05:06.683-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Quando o bom moço ficou mau</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Oj5yY2vrP6M/Tgx0BzmrVyI/AAAAAAAACCo/cGyAAT_3GDw/s1600/Quando+o+bom+mo%25C3%25A7o+ficou+mau+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Oj5yY2vrP6M/Tgx0BzmrVyI/AAAAAAAACCo/cGyAAT_3GDw/s320/Quando+o+bom+mo%25C3%25A7o+ficou+mau+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/16/quando-o-bom-moco-ficou-mau/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, 16 de maio, comemora-se os 106 anos  do nascimento de Henry Fonda, que junto com James Stewart, foi um dos  mais famosos bons moços do cinema. Fonda sempre foi o herói, o menino  desprotegido, o idealista, o cara em que todos confiam. Foi assim em &lt;em&gt;Vinhas da Ira &lt;/em&gt;(de 1940), um belíssimo libelo contra a pobreza escrito por John Steinbeck; em &lt;em&gt;Paixão dos&amp;nbsp; Fortes&lt;/em&gt; (1943), onde viveu Wyatt Earp, &lt;em&gt;Mister Roberts &lt;/em&gt;(ao lado de Jimmy Cagney), &lt;em&gt;O Mais Longo dos Dias &lt;/em&gt;(1962) e chegou a retratar até mesmo o mais louvado e honesto presidente dos Estados Unidos, Abe Lincoln.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isso até surgir Sérgio Leone em sua vida. O diretor italiano, que já havia brilhado em &lt;em&gt;Por um Punhado de Dólares&lt;/em&gt; (1964), &lt;em&gt;Por uns Dólares a Mais &lt;/em&gt; (1965) e &lt;em&gt;Três Homens em Conflito &lt;/em&gt;(1966), fez o impossível. Transformou Fonda em um vilão implacável e cruel em &lt;em&gt;Era uma Vez no Oeste&lt;/em&gt; de 1968.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este foi o primeiro filme da trilogia dos Estados Unidos, dirigido por Leone (os outros foram &lt;em&gt;Quando Explode a Vingança&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Era uma vez na America&lt;/em&gt;)  e tratava da ganância dos magnatas das ferrovias que não hesitavam em  contratar matadores para eliminar famílias inteiras, cujas fazendas  ficavam no caminho dos trens (era mais barato fazer isso do que comprar a  propriedade ou desviar o caminho). E foi justamente para Henry Fonda  que sobrou o terrível Frank (sem sobrenome mesmo). Logo na primeira cena  em que ele aparece, onde um pai e seus filhos são mortos por seu bando,  um dos capangas nota que sobrou uma criança viva e pergunta: “Frank, o  que fazemos agora?”. E Frank responde: “Agora que você disse meu nome…” e  mata o pimpolho. Assim mesmo. A sangue frio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele  também não respeitava muito seu chefe, o milionário Morton, que, apesar  de aleijado, apanha do seu contratado, a torto e à direito (segundo  Frank não dava para se fiar em um cara que usa cinto e suspensório e  assim não confia nem nas próprias calças). No caminho da dupla surge  Charles Bronson andando o tempo todo com uma gaita e sedento de vingança  (você só descobre porquê no final do filme), Jason Robards como o  divertido bandido procurado Cheyenne e a deslumbrante e vitaminada  Claudia Cardinalle.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ator não queria o papel. Leone voou aos  Estados Unidos e conseguiu convencê-lo ao dizer que a platéia veria um  homem matar uma criança e quando a câmera mostrasse seu rosto, seria  Henry Fonda e todos ficariam chocados. Ainda assim, ele foi procurar seu  amigo Eli Wallach que trabalhara em &lt;em&gt;Três Homens em Conflito&lt;/em&gt;, que lhe disse “aceite porque você vai ter momentos ótimos”. E assim aconteceu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando Fonda chegou à Itália para filmar,  apareceu com um grande bigode e lentes castanho escuro para dar mais  cara de vilão a Frank. Leone ficou louco da vida&amp;nbsp; emandou-lhe raspar  imediatamente. Frank devia ter a cara de anjo de Fonda, com olhos azuis e  tudo mais. No fim, o ator gostou tanto da experiência que acabou  recomendando a James Coburn que aceitasse o papel principal em &lt;em&gt;Quando Explode a Vingança.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme foge um pouco do estilo da  trilogia do Homem sem Nome. Era mais lento, mais contemplativo com  poucos diálogos e pouca ação.&lt;em&gt; &lt;/em&gt;Seus personagens são mais  tristes, nada glamurosos. É como um fim para aqueles faroestes cheios de  mocinhos e bandidos. Neste filme não há ninguém bom (até mesmo  Cardinale é uma aproveitadora). Só há aqueles que são cruéis demais e  outros de menos. Mesmo com poucos diálogos, certas linhas são  fenomenais, especialmente as de Fonda. Quando Frank é indagado por seu  chefe no porquê matou aquela família se a ordem era apenas assustá-los,  ele dispara:”as pessoas se apavoram quando estão morrendo”. Ou o  sensacional diálogo entre Bronson e Jason Robards, quando o primeiro  entrega o segundo para ganhar uma recompensa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Harmonica: &lt;em&gt;acho que há uma recompensa de cinco mil dólares por esse homem, não é?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cheyenne: &lt;em&gt;Judas se contentou com 4970 dólares a menos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Harmonica: &lt;em&gt;Não existia dólares naquela época.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cheyenne: &lt;em&gt;É. Mas já existiam FDPs.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim &lt;em&gt;Era uma Vez no Oeste&lt;/em&gt; é  um show para quem aprecia uma direção perfeita, grandes atores, bom  roteiro e, principalmente, um dos melhores duelos finais de todos os  tempos. E, em tempo, tudo regado à belíssima trilha de Ennio Morricone.  Em 2008, a revista especializada Empire promoveu uma pesquisa com 10 mil  pessoas, 150 diretores e 50 críticos para escolher os 100 maiores  filmes da história. &lt;em&gt;Era uma Vez&lt;/em&gt; ficou em 14o lugar, o mais alto western do ranking. Vai desprezar algo assim?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-7512839903799557288?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/7512839903799557288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=7512839903799557288&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7512839903799557288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7512839903799557288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/quando-o-bom-moco-ficou-mau.html' title='Quando o bom moço ficou mau'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Oj5yY2vrP6M/Tgx0BzmrVyI/AAAAAAAACCo/cGyAAT_3GDw/s72-c/Quando+o+bom+mo%25C3%25A7o+ficou+mau+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-2856771632130562930</id><published>2011-06-30T10:01:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T10:01:14.520-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Eternas musas de Cannes</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-t1HwkByAWrU/Tgxy7xKvCgI/AAAAAAAACCk/omlxjGj_hak/s1600/Eternas+musas+de+Cannes+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-t1HwkByAWrU/Tgxy7xKvCgI/AAAAAAAACCk/omlxjGj_hak/s320/Eternas+musas+de+Cannes+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/15/eternas-musas-de-cannes/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-content"&gt;       &lt;div style="text-align: justify;"&gt;O festival de Cannes entra em sua  segunda (e última) semana, com artistas e beldades desfilando para  gáudio dos paparazzo e da imprensa especializada. Criado em 1939 e  anulada pela II Guerra, a primeira edição do Festival aconteceu somente  em 1946 e logo se tornou o lugar para ver e ser visto por amantes da  sétima arte. É um misto de festival de filmes cult com espírito de  revista de fofocas, mas gente como Steven Soderbergh (com &lt;em&gt;Sexo, Mentiras e Videotapes)&lt;/em&gt;, Quentin Tarantino (com &lt;em&gt;Pulp Fiction&lt;/em&gt;),&amp;nbsp; Bahz Luhrman (com &lt;em&gt;Vem Dançar Comigo&lt;/em&gt;)  e Lars Von Trier, devem muito de suas carreiras a ele. E uma das  características mais legais é que sempre tem a “musa” informal da festa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/Brigitte.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;Em 1953, quem dominou Cannes foi a belíssima &lt;strong&gt;Brigitte Bardot&lt;/strong&gt;,  então com apenas 19 aninhos. A menina, modelo da revista Elle e  aspirante a dançarina, encantou todo mundo com seu belíssimo corpo e  sorriso matador e, três anos depois, voltou triunfante ao festival, já  famosa, com o filme &lt;em&gt;E Deus Criou a Mulher&lt;/em&gt; de Roger Vadin, então seu marido. Loira e ainda bonita, é um dos grandes símbolos da era clássica do balneário francês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/sophia1.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A italiana &lt;strong&gt;Sophia Loren&lt;/strong&gt;  era outra figurinha constante do festival nos anos 1950 até que em 1961  ganhou o prêmio de melhor atriz por sua performance como uma mãe que  tenta proteger a filha na II Guerra na Itália no belíssimo drama,  dirigido por Vittorio de Sicca, &lt;em&gt;Duas Mulheres&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/jayne.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A peituda &lt;strong&gt;Jayne Mansfield&lt;/strong&gt;,  ex-playmate e primeira atriz premiada (com Globo de Ouro) a aparecer  nua em um filme, causou furor em 1964, quando resolveu brincar só de  biquini em uma fonte de Cannes. Obviamente que uma legião de fotógrafos  estava lá para registrar o momento. Uma curiosidade: a atriz Mariska  Hargetay do seriado &lt;em&gt;Law and Order – Special Victims Unit&lt;/em&gt; é filha de Mansfield, mas não herdou em as formas abundantes, nem a sensualidade da mãe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/jscannes3.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você pode nunca ter ouvido falar nela, mas com certeza já ouviu &lt;strong&gt;Jane Birkin&lt;/strong&gt;,  uma das atrizes e cantoras mais lindas do mundo, meio que cantar. Ela  encantou Cannes ao lado de seu mentor e segundo marido,&amp;nbsp; o feião Serge  Gainsbourg em 1969. Birkin, que já havia sido casada com John Barry, o  cara que musicou os filmes de James Bond de 60 a 80, se apaixonou por  Gainsbourg e os dois presentearam o mundo com a nauseabunda canção &lt;em&gt;Je t’aime…moi non plus&lt;/em&gt;. Sim, era ela que sussurava e tinha orgasmos na canção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/Kinski.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ciência ainda vai explicar como a atriz &lt;strong&gt;Nastassja Kinski&lt;/strong&gt; pode ser filha de um dos caras mais horrorosos do mundo, o polonês Klaus Kinski (de &lt;em&gt;Fitzcarraldo&lt;/em&gt;). Com apenas 18 anos, a gatíssima atriz levou um Globo de Ouro e encantou o pessoal de Cannes, com seu trabalho em &lt;em&gt;Tess &lt;/em&gt;de  Roman Polanksi (outro carinha feio pacas e de muito bom gosto para  mulheres). Kinski, a menina, voltou depois em 1984, com o mega cult e  emblemático &lt;em&gt;Paris Texas&lt;/em&gt; de Wim Wenders.]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/natalie-portman-bald.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E não podemos esquecer da bela &lt;strong&gt;Natalie Portman&lt;/strong&gt;,  que provou ser deslumbrante até mesmo sem cabelo, quando desfilou pelo  tapete vermelho em 2005, careca, graças à sua (ótima, diga-se de  passagem) performance em &lt;em&gt;V de Vingança&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/Silva.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;Agora de todas as musas que Cannes já teve (e olha que até Madonna já passou por lá), nada mais interessante que a “modelo” &lt;strong&gt;Simone Silva&lt;/strong&gt;.  Em 1954, ela foi escolhida “Miss Festival” e fez questão de posar para  uma foto junto do ator norteamericano Robert Mitchum. Na hora de posar, a  moça quis mostrar dois de seus maiores atributos para surpresa de  Mitchum (que não quis por a mão) e do fotógrafo que, no afã de não  perder a cena, caiu e quebrou o pulso e uma perna. Ela foi expulsa de  Cannes.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-2856771632130562930?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/2856771632130562930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=2856771632130562930&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/2856771632130562930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/2856771632130562930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/eternas-musas-de-cannes.html' title='Eternas musas de Cannes'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-t1HwkByAWrU/Tgxy7xKvCgI/AAAAAAAACCk/omlxjGj_hak/s72-c/Eternas+musas+de+Cannes+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-745857166514026450</id><published>2011-06-30T09:56:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T09:56:42.813-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>A saga de Jason Voorhees</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WYjZEGAN458/TgxxvMGxZWI/AAAAAAAACCg/q7CPOouEc9o/s1600/A+saga+de+Jason+Voorhees+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-WYjZEGAN458/TgxxvMGxZWI/AAAAAAAACCg/q7CPOouEc9o/s320/A+saga+de+Jason+Voorhees+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/13/a-saga-de-jason-voorhees/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode falar o que quiser mas nos anos 1980 não houve figura mais aterradora que o Jason da cinessérie &lt;em&gt;Sexta-Feira 13&lt;/em&gt;. Não tinha para Freddy Krueger (de &lt;em&gt;A Hora do Pesadelo&lt;/em&gt;) ou para Mike Myers (o assassino de &lt;em&gt;Halloween&lt;/em&gt;  e não o comediante) ou para qualquer outro homicida das telas. O terror  era Jason, uma máquina humana de matar, sempre em silêncio, sempre  ressucitando, sempre detonando qualquer ser humano que aparecia na  frente. “Ele é como um grande tubarão branco. A única coisa que você  pode esperar é sobreviver a ele”, disse o grande mestre da sanguinoleira  desta década, Sean Cunningham.&amp;nbsp; De menino afogado a super-homem do mau,  o grandalhão passou por muitas e más (e não poucas e boas, como diria  Millôr) em seus mais de 30 anos de existência na cultura pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por incrível que pareça, no primeiro  filme de 1980, Jason ainda não era aquele que conhecemos. Ele aparecia  nas memórias de sua mãe, Pamela Voorhees, inconformada com a morte de  seu filho , ainda pequeno, no lago do Acampamento Crystal Lake. Culpando  o pessoal do parque e buscando vingança, a matriarca matava jovens, até  que, 10 mortes depois, a corajosa Alice Hardy consegue decapitar a&amp;nbsp;  madame.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme foi execrado por uns (inclusive pela atriz que faz a Sra. Voorhees) e louvado por outros e eis que surge &lt;em&gt;Sexta-Feira 13 Parte II&lt;/em&gt;  de 1981. Desta vez, descobre-se que Jason está vivo e quer vingar a  morte de sua zelosa progenitora. Então, cinco anos depois dos  acontecimentos do primeiro filme, mata nove jovens e no final, é mais  uma menina que dá fim ao maníaco assassino, depois de encontrar um  barraco com a cabeça mumificada de Pamela e um monte de corpos. Neste  filme, Jason usava um saco na cabeça e é deixado no campo, enquanto a  moça é levada de ambulância.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só que ele não morreu. Mudou-se para o acampamento ao lado em &lt;em&gt;Parte III&lt;/em&gt;  (1982) e dá-lhe mandar mais adolescentes para o país dos pés juntos (o  número vai aumentando e desta vez foram 12). Foi nesse filme que ele  rouba a máscara de hockey de uma de suas vítimas e acaba virando sua  marca registrada. No fim – adivinhe – outra mulher, Chris Higgins, enfia  um machado na cabeça do grandão e fica histérica (existe outro final em  que ele mata ela). Só lembrando que, por ser sequencia direta do  anterior, se passa em sábado, 14.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Sexta-feira 13 – O Capítulo Final&lt;/em&gt;  (1984) mostra o corpo de Jason chegando ao necrotério, ressucitando,  matando quem estava lá e voltando a Crystal Lake. Tudo isso no domingo,  dia 15. Desta vez é um casal, Trish e Tommy, que dá um fim ao cara,  depois que 13 pessoas perdem a vida e é o filme com mais nudez na série.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só que não era o fim. Para 1985, os produtores tentaram introduzir um novo Jason em &lt;em&gt;Parte 5 – Um Novo Começo&lt;/em&gt;.  O Tommy do filme anterior é internado em um manicômio e morre de medo  que o maníaco volte (apesar do corpo ter sido cremado). Liberado, vai  parar em uma casa de acolhimento para jovens, onde mortes acontecem e o  assassino&amp;nbsp; uma máscara de hockey. No final, era apenas um babaca louco  imitando seu ídolo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As coisas não deram muito certo e Jason reapareceu em &lt;em&gt;Parte 6 – Jason Vive &lt;/em&gt;(1986)  e quem o traz de volta à vida é justamente Tommy. Na verdade ele não  havia sido cremado e o rapaz traumatizado vai tentar destruir o corpo&amp;nbsp;  quando dá um raio o revive (é sério isso). Jason mata 18 pessoas e Tommy  consegue atraí-lo para o lago onde ele havia se afogado quando criança e  colocá-lo no fundo, acorrentado. Em tempo, o raio o transformou em algo  sobrehumano, tá?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;em&gt;Parte 7 – A Matança Continua, &lt;/em&gt;os  roteiristas resolveram chutar o pau da barraca e fazem com que uma  menina telecinética solte Jason do fundo lago acidentalmente (ela queria  ressucitar o pai) e, muitas matanças depois, é ela que vai atraí-lo  para dentro da água de novo, com – pasmem! – a ajuda do fantasma do pai.  Aí então, em &lt;em&gt;Parte 8 – Jason Ataca Nova York&lt;/em&gt;, o maníaco é  trazido à vida por um cabo elétrico submarino (essa é ótima) e persegue  estudantes em uma excursão até Manhattan.Desta vez, dois deles conseguem  dar fim ao cara quando, no esgoto da Grande Maçã, lixo tóxico o  transforma em criança. Desta vez, ele fala uma frase: “mamãe, não deixe  que eu me afogue”. Não é lindo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não responda ainda, ele voltou em &lt;em&gt;Jason Vai para o Inferno- A última Sexta-feira, &lt;/em&gt;onde  é explicada a força sobrenatural do cara e como ele ressucita. Ele é  uma espécie de demônio que precisa passar seu coração de corpo em corpo.  Aí, num twist de roteiro digno de novela americana, descobrimos que ele  tem uma meia irmã e uma sobrinha e é a infante quem vai impedir que ele  se torne imortal e que manda sua alma desgraçada para o inferno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aí, em 2002, eis que surge &lt;em&gt;Jason X&lt;/em&gt;,  onde o governo dos Estados Unidos pega o corpo dele para estudar sua  constante regeneração. É óbvio que ele acorda, mata os pesquisadores e  em uma luta com o único sobrevivente os dois acabam congelados e o  monstro acorda 455 anos depois e, ainda por cima, turbinado.  Nanotecnologia faz com que seu corpo se torne metal e indestrutível, mas  ele morre no final, OK?&amp;nbsp; Finalmente veio o encontro dos dois mais  famosos do terror oitentista em &lt;em&gt;Freddy vs Jason&lt;/em&gt; e em 2009 tivemos um novo &lt;em&gt;Sexta-Feira 13&lt;/em&gt;, sem previsão de continuação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somando todos os filmes, Jason matou 167  pessoas, talvez como uma forma de provar algo à sua mãe, como explicaria  Freud; talvez porque não tem personalidade ou motivação nenhuma, agindo  como uma máquina. Seu alvo são só humanos – não mata animais – e vai em  cima especialmente dos jovens mais safadinhos (geralmente são as moças  direitas e virginais que sobrevivem). Em 1992, ganhou um prêmio pelo  conjunto de sua obra no MTV Movie Awards e ao retirar a máscara, revelou  que era, na verdade, o comediante Jon Lovitz. Em tempo, Jason nasceu em  13 de junho de 1946, uma sexta-feira 13.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-745857166514026450?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/745857166514026450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=745857166514026450&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/745857166514026450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/745857166514026450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/saga-de-jason-voorhees.html' title='A saga de Jason Voorhees'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-WYjZEGAN458/TgxxvMGxZWI/AAAAAAAACCg/q7CPOouEc9o/s72-c/A+saga+de+Jason+Voorhees+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-107605740066992976</id><published>2011-06-30T09:49:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T09:49:38.811-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Convite à dança com três gênios</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nO0ErU6OTZQ/TgxwaFDHSaI/AAAAAAAACCc/aS4mAYsB38o/s1600/Convite+%25C3%25A0+dan%25C3%25A7a+com+tr%25C3%25AAs+g%25C3%25AAnios+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-nO0ErU6OTZQ/TgxwaFDHSaI/AAAAAAAACCc/aS4mAYsB38o/s320/Convite+%25C3%25A0+dan%25C3%25A7a+com+tr%25C3%25AAs+g%25C3%25AAnios+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/11/convite-a-danca-com-tres-genios/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem entrou hoje, quarta-feira, no  Google, viu uma belíssima animação homenageando a dançarina e coreógrafa  Martha Graham, nascida a 117 anos. Graham está para a dança moderna  norteamericana assim como Gershwin está para a música, Lee Strassberg  para a interpretação e Marlon Brando para qualquer ator. Ela acreditava  que o corpo podia transmitir idéias que palavras não conseguiam  expressar e que a dança era uma forma de se conseguir desvendar a alma  humana.&amp;nbsp; Infelizmente, Martha não fez cinema e não trabalhou em nenhum  filme (somente em&amp;nbsp; documentários), mas não só deu aulas para Bette Davis  e Gregory Peck, ensinando-os a se movimentar, como influenciou gerações  de dançarinos como Twylla Tharp -- cuja corpo de dança&amp;nbsp; participou dos  três grandes filmes de Milos Forman, &lt;em&gt;Hair &lt;/em&gt;(1978- abaixo), &lt;em&gt;No Tempo do Ragtime &lt;/em&gt;(1980) e &lt;em&gt;Amadeus &lt;/em&gt;(1984) -- e o grande Bob Fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É legal falar sobre Fosse, já que este  também criou um estilo totalmente diferente de dança, unindo essa  visceralidade de Graham com uma batida mais jazzistica, muito mais  sensual (ele é, por exemplo, um dos autores e o coréografo original de &lt;em&gt;Chicago&lt;/em&gt; na Broadway). Existe uma história ótima com ele nas filmagens de &lt;em&gt;Dá-me um Beijo &lt;/em&gt;de  1953, logo no ínicio de sua carreira. O filme era uma comédia musical  totalmente convencional para a época&amp;nbsp; (embora bastante divertida) e em  um intervalo, ele começou a mostrar para sua parceira de cena, Carol  Haney, uma dança totalmente diferente. Alguém viu o que rolava e chamou o  diretor George Sidney que, encantado, pediu para ele repetir aquilo  frente às câmeras. Aquela sequência de 66 segundos foi o prenúncio de um  futuro brilhante e arrebatador.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fosse foi para Hollywood querendo ser um  novo Fred Astaire. Não conseguiu isso (o páreo era duro), mas também  deixou sua marca e, assim, chegamos ao terceiro e último retratado deste  post. Na terça-feira dia 10 de maio, celebrou-se os 112 anos do  nascimento de Frederick Austerlitz Jr ou Fred Astaire, um americano de  Omaha, filho de imigrantes austríacos que se tornou a imagem da  elegância da dança nas telas. Existe uma lenda ótima que reza que em seu  primeiro teste em Hollywood, o avaliador escreveu “Não canta.  Ligeiramente careca. Também dança”, mas aquele rapaz magro e longelíneo  foi longe e até mesmo seu maior “concorrente” na MGM, Gene Kelly, chegou  a dizer que “a história da dança no cinema, começa com Fred Astaire”.  Perfeccionista ao extremo, do tipo que repetia a mesma cena dezenas de  vezes seguidas até chegar ao resultado que pretendia, ele ganhou o  respeito de muitos e o ódio de alguns, inclusive de sua maior parceira,  Ginger Rogers. Os dois podiam se odiar, mas como disse Katherine  Hepburn, enquanto ele dava classe a ela, ela dava sexualidade a ele. Já  Rogers disse que ela fazia tudo o que ele fazia, de costas e salto alto!  Astaire ficou rico com o cinema. Foi um dos primeiros atores a ganhar  participação nos lucros de seus filmes, se aposentou e voltou ao cinema  várias vezes e ganhou até mesmo um Grammy póstumo. Muitas foram suas  parceiras (a preferida foi Rita Hayworth) e filmes, mas talvez a cena  mais famosa de sua carreira tenha sido a de &lt;em&gt;Núpcias Reais&lt;/em&gt; de 1951 quando ele, literalmente, sobe as paredes, em uma coreografia (e efeito)&amp;nbsp; impressionante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-107605740066992976?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/107605740066992976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=107605740066992976&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/107605740066992976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/107605740066992976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/convite-danca-com-tres-genios.html' title='Convite à dança com três gênios'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-nO0ErU6OTZQ/TgxwaFDHSaI/AAAAAAAACCc/aS4mAYsB38o/s72-c/Convite+%25C3%25A0+dan%25C3%25A7a+com+tr%25C3%25AAs+g%25C3%25AAnios+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-6167622506889448110</id><published>2011-06-30T09:45:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T09:45:42.394-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>George Clooney chega aos 50 (e nossas namoradas ainda o querem)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FUzB-lmva5U/TgxvhkhuxaI/AAAAAAAACCY/BHcNorsL47I/s1600/George+Clooney+chega+aos+50+%2528e+nossas+namoradas+ainda+o+querem%2529+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-FUzB-lmva5U/TgxvhkhuxaI/AAAAAAAACCY/BHcNorsL47I/s320/George+Clooney+chega+aos+50+%2528e+nossas+namoradas+ainda+o+querem%2529+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/08/george-clooney-chega-aos-50-e-nossas-namoradas-ainda-o-querem/"&gt;&lt;b&gt;Link&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é fácil competir com George Clooney. O  cara – versão reeditada, renovada e moderna&amp;nbsp; de Cary Grant – é o que  realmente podemos chamar de galã e símbolo sexual. E o mais legal de  tudo é que ele não se porta assim. Parece que quanto mais ele tenta se  afastar dessa pecha, mais interesante fica, tanto para homens (c0mo role  model) quanto para mulheres (para nosso azar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Clooney tem o visual e o senso de humor de Grant, só que adicionou uma turma de talentos à &lt;em&gt;la&lt;/em&gt;  Rat Pack como parceiros, tendo os igualmente modelos de masculinidade  Brad Pitt, Matt Damon, Andy Garcia, entre outros. É um sujeito que adora  encher o saco da imprensa com seu sarcasmo e a famosa &lt;em&gt;poker face&lt;/em&gt;.  Por algum tempo cultivou a mensagem que era gay, mas ninguém se atrevia  a publicar isso como verdade. E depois aparece desfilando com a modelo  Elisabetta Cannalis, uma beldade sardenha de 1,70m e 33 anos de idade,  ex-apresentadora de um programa de esportes na Itália.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, é nesse pais que o ator passa uma  parte do ano, mais especificamente na cidade de Laglio, à beira do Lago  Cuomo, um lugarzinho paradisíaco na Lombardia, cercado dos Alpes. Já em  Los Angeles, sua casa é um puxadinho de apenas 632 m2.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Clooney já impressionou todo mundo com  certas bizarrices.&amp;nbsp; Ele, por exemplo, teve um porco de estimação, Max,  que levava em entrevistas, deixava dormir em sua cama e chegou a  colocá-lo para passear no avião de John Travolta. Loucura? Não, estilo  George Clooney de ser.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E tem os filmes. O cara consegue estar muito bem em comédias como &lt;em&gt;Os Homens que Encaravam Cabras, Queime Depois de Ler, E, aí, meu Irmão, Cadê Você?&lt;/em&gt; e ótimo em dramas como &lt;em&gt;Syriana, Conduta de Risco, Amor sem Escalas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Um Homem Misterioso&lt;/em&gt;.  Aliás, são nos dramas mesmo que ele tenta fugir da imagem de galã,  interpretando personagens fracassados ou destruídos. E também não  podemos esquecer do incrível &lt;em&gt;Boa Noite e Boa Sorte,&lt;/em&gt; filme que  dirigiu, escreveu e atuou em 2005, narrando a história do jornalista  Edward Murrow e sua batalha contra o senador McCarthy nos anos 50. O  filme foi indicado para seis Oscars, mas ficou a ver navios. Mesmo  alguns filmes ruins ou médios que ele faz escapam da mediocridade total  por causa de Clooney.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje em dia, além de atuar, Clooney faz  um trabalho humanitário e forte na África, especialmente em Darfur e  desde 2008 é mensageiro da paz pela ONU. Além disso, para seu espanto,  foi convocado como testemunha de defesa de Berlusconi no caso do premier  italiano e a garota de programa menor de idade e sua única reação foi  de surpresa pois, segundo ele, só encontrou o político uma vez e para  falar de Darfur.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para terminar, uma frase que resume seu  estilo de vida e de ser. Clooney fez campanha para Barack Obama e em uma  entrevista foi perguntado se um dia concorreria à presidência dos EUA.  Sua resposta foi curta e grossa: “Não. Eu dormi com muitas mulheres,  experimentei muitas drogas e estive em festas demais”. Quer melhor que  isso?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-6167622506889448110?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/6167622506889448110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=6167622506889448110&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6167622506889448110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6167622506889448110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/george-clooney-chega-aos-50-e-nossas.html' title='George Clooney chega aos 50 (e nossas namoradas ainda o querem)'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FUzB-lmva5U/TgxvhkhuxaI/AAAAAAAACCY/BHcNorsL47I/s72-c/George+Clooney+chega+aos+50+%2528e+nossas+namoradas+ainda+o+querem%2529+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-7370246775837112270</id><published>2011-06-30T09:42:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T09:42:16.229-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>As 10 piores mães do cinema</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Tg_7C4CKjwE/TgxuWVILV3I/AAAAAAAACCU/zhmCn0L8gh0/s1600/As+10+piores+m%25C3%25A3es+do+cinema+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Tg_7C4CKjwE/TgxuWVILV3I/AAAAAAAACCU/zhmCn0L8gh0/s320/As+10+piores+m%25C3%25A3es+do+cinema+-+Revista+Alfa.png" width="65" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/05/as-10-piores-maes-do-cinema/"&gt;&lt;b&gt;Link &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-content"&gt;       &lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você deve estar pensando porque  escolher 10 piores mães e não as 10 melhores para se comemorar o dia das  mães. Provavelmente pensa que eu tenho problemas maternos. Não, minha  mãe é ótima. Provavelmente a sua também. E tivemos, obviamente, mães  legais nas telonas. Quer mais mãezona que Sarah Connors, que enfrentou  dois modelos de andróides nos dois primeiros filmes da série &lt;em&gt;Exterminador do Futuro&lt;/em&gt;, só para salvar a cria (e isso porque no primeiro ela nem estava grávida ainda)? Ou que tal a maternal Diane Wiest em &lt;em&gt;Edward Mãos de Tesoura&lt;/em&gt;?  Só que fica muito mais divertido ver como o  cinema retratou algumas  mães como praticamente irmãs do tinhoso. A lista abaixo traz algumas  delas, em ordem decrescente de neurose, e não considera as madastras dos  desenhos da Disney. Aliás, o velho Walt, segundo o livro ‘O Príncipe  Negro de Hollywood’, tinha um complexo materno terrível, pois apanhava  demais do pai neuras e a mãe ficava quieta e nunca o defendia. Entendeu  porque nos desenhos antigos o pai era ausente e quem cuidava era a  madastra? Freud explica muito, mas não as mães abaixo:&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/voorhees.jpg"&gt;&lt;/a&gt;10. Sra. Voorhess de &lt;em&gt;Sexta-feira 13&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O amor por seu filhinho era tão grande  que quando ela achou que ele tinha se afogado no lago Camp Crystal,  passou a matar, dilacerar e decapitar todo e qualquer adolescente com  sede de sexo no local (porque só a virgenzinha da turma sobrevivia nos  filmes). Quando finalmente conseguiram matá-la ao final do primeiro  filme de 1980, surge seu rebento, o querido Jason, pronto para vingar a  mãe e ainda usando seu presente de Natal favorito: uma máscara de  Hockey. Ah, Édipo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/05/Manchurian.jpg"&gt;&lt;/a&gt;9. Sra. Eleanor Shaw Iselin de &lt;em&gt;Sob o Domínio do Mal&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sra. Iselin só queria o melhor para seu  filhinho, foi por isso que o fez passar por uma lavagem cerebral para  se tornar mais dócil e aceitar melhor seus planos, que envolviam  assassinatos, golpes e espionagem. Na ótima versão de 1962 com Frank  Sinatra, foi interpretada pela grande Angela Lansbury, tão convincente  que mesmo sendo apenas três anos mais velha que Lawrence Harvey, parecia  ser mesmo mãe dele. Na insossa refilmagem de 2004, o papel ficou a  cargo de Meryl Streep.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;8. Sra. Linda de &lt;em&gt;À Procura da Felicidade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você ficou louco da vida com Charlize Theron em &lt;em&gt;A Estrada&lt;/em&gt;  por abandonar marido e filho num EUA pós-apocalíptico cheio de  canibais, imagine alguém fazer isso na vida real. Foi o caso de Linda,  esposa de Chris Gardner, que cansada dos fracassos do marido, caiu fora e  o largou desempregado e com o filho pequeno. O cara conseguiu sair  dessa, ficar milionário (para o azar dela) e ainda virar referência em  paternidade, como mostrado no edificante filme de&amp;nbsp; 2006 com Will Smith.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;7. Sra. Bates de &lt;em&gt;Psicose&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda mãe sonha em inspirar os filhos, mas  essa foi longe demais. O que podemos imaginar é que ela devia ser muito  casca-grossa&amp;nbsp; e possessiva para fazer com que o pobre Norman quisesse  que ela lhe fizesse companhia mesmo depois que ela, bem, o abandonou. E  mais, a senhora era tão ciumenta que não admitia que o menino se  interessasse por moças, especialmente se estivessem no banho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;6. Sra. Beverly R. Sutphin de &lt;em&gt;Mamãe é de Morte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Serial Mom&lt;/em&gt; (para você ver como  certos nomes em português são terríveis) trazia Kathleen Turner como uma  matriarca que possui características típicas de certas mães: ela  defende sua família a todo custo e gosta de tudo em ordem. Acontece que  para cumprir essas funções maternas, ela não hesita em assassinar gente e  importunar vizinhos, na ótima comédia de humor negro do independente  John Waters de 1994.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5. Sra. Elaine Robinson de &lt;em&gt;A Primeira Noite de um Homem&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;‘Deus lhe abençoe, Sra Robinson’, dizia a  música de Simon &amp;amp; Garfunkel, no clássico de Mike Nichols de 1967. A  senhora em questão era interpretada por Anne Bancroft e seduz e se  torna amante do noivo pateta de sua filha, o ótimo Dustin Hoffman (que  na vida real era apenas seis anos mais novo que ela).&amp;nbsp; O filme foi  considerado o 17o melhor já feito no cinema pelo pessoal do AFI. A sra.  Stiffler de &lt;em&gt;American Pie&lt;/em&gt; é claramente inspirada em Robinson, só que transa com o amigo de seu filho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4. Sra. Beth Jarret de &lt;em&gt;Gente como a Gente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mary Tyler Moore era uma simpática e  amada atriz da televisão americana, até impressionar a todos como a Sra  Jarret, uma mãe amarga depois que um de seus filhos morre afogado. O  outro, que nunca foi seu preferido, acaba se sentindo tão isolado e  culpado por estar vivo que tenta um suicídio. E ela nem consegue  apoiá-lo depois disso. O drama deu a Robert Redford o Oscar de direção e  ainda levou as estatuetas de Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro e  Melhor Filme em 1980.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3. Sra. Margaret White de &lt;em&gt;Carrie, a Estranha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mãe de Carrie é realmente um terror.  Fanática religiosa, consegue transformar até mesmo a primeira  menstruação da menina num&amp;nbsp; pesadelo horroroso. A menina que sofre  bullying na escola, aquase não tem amigos e é cheia de complexos, acaba  fazendo um estrago danado quando aciona poderes psicocinéticos, depois  de uma “brincadeira” na escola. O livro de estréia de Stephen King,  acabou dando fama ao diretor Brian de Palma e ao ator John Travolta em  sua segunda aparição nas telonas. A performance de Piper Laurie como a  sra. White provavelmente inspirou Barbara Hershey em &lt;em&gt;Cisne Negro.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2. Sra. Joan Crawford de &lt;em&gt;Mamãezinha Querida&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Joan Crawford foi uma grande atriz dos anos 40 e 50, trabalhando em clássicos como &lt;em&gt;Johnny Guitar, O que Teria Acontecido com Baby Jane&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Almas em Suplício. &lt;/em&gt;Depois  de sua morte em 1977, uma de suas filhas adotadas, Christina, escreveu  um livro relatando como a atriz era psicótica, abusiva e lhe espancava  constantemente. Estranhamente, ela e o irmão Christopher haviam sido  excluídos da herança da mãe, “por razões que os dois sabem bem”, de  acordo com o testamento. O sucesso do livro, levou a um filme estrelado  por Faye Dunaway, que se consagrou com a famosa cena do “nada de cabides  de arame”, onde Crawford espanca a filha com o tal cabide. Há alguns  anos, Christopher Crawford declarou à revista Vanity Fair que não se  lembra de nada do que havia sido mostrado no livro.&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1. Sra. Mary de &lt;em&gt;Preciosa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais uma história real que merece o  primeiro lugar. Claireece Precious Jones tem uma das vidas mais  desgraçadas já mostradas na tela. É obesa ao extremo, ignorante, foi  estuprada pelo pai e tem que aguentar a mãe viciada e alcoólatra que a  humilha e agride o tempo todo. Incapaz de mudar sua vida, a progenitora  culpa a filha de todas as suas mazelas e tenta, a todo custo, destruir  seus sonhos. O pesadíssimo papel dramático deu à cantora Mo’nique um  Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2010 (o filme também levou de  Melhor Roteiro Adaptado).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-7370246775837112270?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/7370246775837112270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=7370246775837112270&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7370246775837112270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7370246775837112270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/as-10-piores-maes-do-cinema.html' title='As 10 piores mães do cinema'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Tg_7C4CKjwE/TgxuWVILV3I/AAAAAAAACCU/zhmCn0L8gh0/s72-c/As+10+piores+m%25C3%25A3es+do+cinema+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-8135286085993003218</id><published>2011-06-30T09:36:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T09:36:52.520-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>James Brown &amp; The Blues Brothers</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0yh2Ypqn4yQ/TgxtfqNFemI/AAAAAAAACCQ/H9bCSYdcWdQ/s1600/James+Brown+%2526+The+Blues+Brothers+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-0yh2Ypqn4yQ/TgxtfqNFemI/AAAAAAAACCQ/H9bCSYdcWdQ/s320/James+Brown+%2526+The+Blues+Brothers+-+Revista+Alfa.png" width="66" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/03/james-brown-the-blues-brothers/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se uma pneumonia não o tivesse levado em  2006, James Joseph Brown, o “Mr. Dynamite”, o “Padrinho do Soul e do  Funk”, “o Homem que mais trabalha no showbizz” teria completado 78 anos  nessa terça, 03 de maio. O homem que revolucionou a música negra  norteamericana e que era bom amigo de Elvis e de Little Richard, foi um  rei nas rádios (e nas prisões) e também em trilhas sonoras. Suas músicas  constam em mais de 220 filmes, programas de TV e seriados. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como ator, Brown apareceu em pouquíssimos  filmes ficcionais (porque como ele mesmo, constou de 90 produções entre  TV, documentários e telona). Um deles foi o lamentável &lt;em&gt;Rocky IV, &lt;/em&gt;a  mais incrível propaganda da era Reagan a aparecer no cinema, cantando  ‘Livin´ in America’ (que Weird Al Yankowic parodiou em ‘Livin with a  Hernia’) e o outro é o fenomenal &lt;em&gt;The Blues Brothers &lt;/em&gt;(ok, eu me recuso a chamar de &lt;em&gt;Os Irmãos Cara de Pau&lt;/em&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;The Blues Brothers&lt;/em&gt; não só é um  marco na história dos musicais como também na história da música. Os  personagens, Elwood e Jake Blues, interpretado pelos indefectíveis Dan  Aykroid e John Belushi, respectivamente, vieram do programa Saturday  Night Live e sua banda era formada por gente de gabarito como Donald  “Duck” Dunn (que veio do Booker T. and The MGs), Willie Hall (baterista  da banda de Isaac Hayes) e Matt ‘Guitar’ Murphy (que tocou com  Howlin´Wolf), entre outros. Tinha ainda Paul Schaeffer como tecladista  (ele é o cara que hoje lidera a banda do programa de David Letterman),  mas foi expulso por ter ido trabalhar em outro filme e substituído por  Murphy Dunne. Depois de lançarem um disco, ‘A Briefcase Full of Blues’,  que chegou ao 1o lugar no Billboard 200 em 1978, o caminho mais certo  era que os personagens fossem para as telas de cinema e em 1980, o filme  foi lançado com a direção de John Landis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;The Blues Brothers &lt;/em&gt;conseguiu  reunir a nata do jazz, soul, blues e do R&amp;amp;B, conseguindo tirar muita  gente do ostracismo. Estão lá Cab Calloway, famoso nos anos 30 e 40 por  ser o rei do “scat” (quando se canta balbuciando); a poderosa Aretha  Franklin, John Lee Hooker (em uma cena não creditada onde canta “Boom  Boom” na rua), o versátil Ray Charles e James Brown como o reverendo  Cleophus James (em seu coral está ainda Chaka Khan como solista). Os  números musicais são incríveis, mesmo porque nem Aretha, nem Brown  conseguiam dublar a si mesmos, por isso, o rei do soul teve que gravar  sua música em cena mesmo (já para a cantora, foi feita uma colcha de  retalhos, apenas com as cenas onde ela conseguiu sincronizar sua boca  com a música). Com um time desse dá-lhe grandes clássicos como  “Everybody Needs Somebody to Love”, “Minnie the Moocher”, “Sweet Home  Chicago”, “Jailhouse Rock”, “She Caught the Katy” e a ótima “Theme from  Rawhide”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E se música não é a sua praia, então &lt;em&gt;The Blues Brothers&lt;/em&gt;,  pode lhe impressionar pelas mais loucas perseguições de carro filmadas,  inclusive a famosa cena onde eles invadem um shopping center,  destruindo tudo o que acham na frente. Nos extras do DVD em comemoração  aos 25 anos do filme, Landis explica que eles acharam um shopping  abandonado e fechado, encheram o estacionamento de carros O km,  conseguiram completar parte do térreo com lojas famosas (umas permitiram  que seus produtos fossem destruídos, outras não) e ainda colocaram  dezenas de dublês profissionais como visitantes para conseguir escapar  do carro dos irmãos (o Bluesmobile) e dos dois carros da polícia que o  perseguiam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme foi o segundo lugar em bilheteria em sua estréia (perdeu para &lt;em&gt;O Império Contra-Ataca&lt;/em&gt;)  e foi a décima bilheteria do ano. Tornou-se cult, faturou mais de US$  100 milhões no decorrer dos anos e colocou Chicago como ótima opção para  filmagens (depois dele, mais de 200 filmes foram feitos lá). Quando  completou 30 anos, o Vaticano soltou uma nota dizendo que é um dos  melhores filmes católicos de todos os tempos (assista e verá porque eles  “estavam em uma missão de Deus”).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu tive a sorte de ver esse filme nos  cinemas em 1980. Tinha acabado de completar 13 anos de idade e saí do  cinema tão alucinado, que tive que pedir adiantamento de mesada para  conseguir comprar o LP com a trilha sonora (que desgastou de tanto  escutar ‘Sweet Home Chicago’). Até hoje, é um grande clássico nas  comédias, um excepcional musical e um dos filmes mais divertidos já  feitos. E, em tempo, a continuação, &lt;em&gt;Blues Brothers 2000&lt;/em&gt;, só vale pela última cena, uma jam session com os melhores bluseiros do mundo.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-8135286085993003218?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/8135286085993003218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=8135286085993003218&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8135286085993003218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/8135286085993003218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/james-brown-blues-brothers.html' title='James Brown &amp; The Blues Brothers'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0yh2Ypqn4yQ/TgxtfqNFemI/AAAAAAAACCQ/H9bCSYdcWdQ/s72-c/James+Brown+%2526+The+Blues+Brothers+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-2315821607248262925</id><published>2011-06-30T09:33:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T09:33:15.070-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O esquecido Glenn Ford</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YTFuF8JTDOI/TgxsrbIocuI/AAAAAAAACCM/bLR0IvjUKKU/s1600/O+esquecido+Glenn+Ford+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-YTFuF8JTDOI/TgxsrbIocuI/AAAAAAAACCM/bLR0IvjUKKU/s320/O+esquecido+Glenn+Ford+-+Revista+Alfa.png" width="66" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em maio de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/05/01/o-esquecido-glenn-ford/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Domingo, 01 de maio, seria aniversário de  um astro esquecido, o grande Glenn Ford. Esquecido porque é difícil ver  o rosto de Ford em algum clipe de melhores filmes, melhores atores ou  grandes astros, apesar do cara ter sido um ator de primeira grandeza nos  anos 50 e 60 no cinema e depois teve uma sucedida carreira na TV.  Contratado pela Columbia em 1939, ele parou sua carreira para se alistar  na época da II Guerra, mas não viu nenhum combate e sim foi usado como  radialista pelo setor de relações públicas das Forças Armadas. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finda a guerra, Glenn apareceu em um dos filmes mais sensuais da história do cinema ao lado da estonteante Rita Hayworth. Era &lt;em&gt;Gilda &lt;/em&gt;de  1946, um clássico eterno, onde o ator é o braço direito de um sinistro  dono de cassino na America do Sul e que se vê frente a frente a um  antigo affair, a Gilda do título. O filme ficou famoso pelo que foi  chamado de strip-tease de uma luva, onde Rita, bêbada, canta ‘Put the  Blame on Mame, Boy’ com uma sensualidade ímpar. Este foi o primeiro dos  quatro filmes que a dupla fez junto par romântico: &lt;em&gt;Os Amores de Carmem &lt;/em&gt;(1948), &lt;em&gt;Uma Viúva em Trinidad &lt;/em&gt;(1952), &lt;em&gt;Dinheiro é a Armadilha &lt;/em&gt;(1966).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como sucesso de &lt;em&gt;Gilda&lt;/em&gt;, Ford fez  carreira em filmes policiais noir, western (ele era mencionado como o  gatilho mais rápido entre os atores, sacando uma arma em 0,4 segundos e  batendo John Wayne) e aventuras como &lt;em&gt;The Undercover Man&lt;/em&gt; (1949),&amp;nbsp; o imperdível &lt;em&gt;Os Corruptos&lt;/em&gt; de 1953 (ele é um policial durão que luta contra a gangue de Lee Marvin e contra a corrupçãp na polícia), &lt;em&gt;Sementes da Violência &lt;/em&gt;(1955 -- que consagrou a música ‘Rock Around the Clock’ de Bill Haley), &lt;em&gt;Cimarron &lt;/em&gt;(1960) e &lt;em&gt;Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse &lt;/em&gt;(1962). Também arriscou em dramas como &lt;em&gt;Meodia Interrompida &lt;/em&gt;(1955) e comédias leves como &lt;em&gt;A Casa de Chá do Luar de Agosto &lt;/em&gt;de 1956, onde Marlon Brando faz papel de japonês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na década de 1970, Glenn foi para a TV, primeiramente como um xerife do interior em &lt;em&gt;Cade´s County. &lt;/em&gt;O ator era tão bem quisto aqui no Brasil que o seriado se chamava &lt;em&gt;Glenn Ford é a Lei&lt;/em&gt; em terras tupiniquins. Em 1975 veio sua segunda série,&amp;nbsp; &lt;em&gt;The Family Holvak.&lt;/em&gt;Em 1978, uma nova geração pode curtir Glenn Ford como o pai terráqueo de Clark Kent em &lt;em&gt;Superman, O Filme. &lt;/em&gt;O  diretor Richard Donner ainda lhe prestou uma homenagem, colocando a  famosa ‘Rock Around the Clock’ no rádio na cena onde Jonathan Kent  morre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de sempre ser bonzinho no cinema e  conseguir a mocinha no final do filme, na vida real, Ford foi casado  quatro vezes (uma delas com a sensacional sapateadora Eleanor Powell) e  manteve péssimas relações com todas. Mesmo com seu único filho, as  coisas não foram fáceis e os dois só se deram bem no final da vida do  ator. Ele morreu em 30 de agosto de 2006, com 90 anos de idade e em uma  de suas últimas entrevistas disse que só queria ser lembrado como um  homem que fez seu melhor e que acreditava em Deus.&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-2315821607248262925?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/2315821607248262925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=2315821607248262925&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/2315821607248262925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/2315821607248262925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/o-esquecido-glenn-ford.html' title='O esquecido Glenn Ford'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-YTFuF8JTDOI/TgxsrbIocuI/AAAAAAAACCM/bLR0IvjUKKU/s72-c/O+esquecido+Glenn+Ford+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-6867993882852325316</id><published>2011-06-30T09:30:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T09:30:22.709-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Uma entrevista exclusiva com Alfred Hitchcock</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8nqyWvE5Hf4/Tgxr1BbDlzI/AAAAAAAACCI/Y8GNdq3pDAs/s1600/Uma+entrevista+exclusiva+com+Alfred+Hitchcock+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-8nqyWvE5Hf4/Tgxr1BbDlzI/AAAAAAAACCI/Y8GNdq3pDAs/s320/Uma+entrevista+exclusiva+com+Alfred+Hitchcock+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/29/uma-entrevista-exclusiva-com-alfred-hitchcok/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Alfred Hitchcock faleceu há exatos 31  anos e além de nos legar 67 filmes maravilhosos, ele tinha uma  capacidade incrível de soltar frases desconcertantes, regadas ao fino  humor inglês, sempre cheio de ironia. Pesquisando algumas dessas  citações, dá para se brincar e imaginar como seria uma entrevista com o  grande mestre do suspense aqui na Alfa para os amantes do cinema hoje:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor adora nos assustar e fazer com que fiquemos grudados na poltrona ao ver um de seus filmes. O que o assusta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu me assusto facilmente. Aqui está minha lista pessoal de produção  de adrenalina: 1. crianças, 2. policiais, 3. lugares altos e 4. que meu  próximo filme não será tão bom quanto o anterior. Eu também tenho medo  de ovos, mais que medo, eles me revoltam. Aquela coisa redonda branca,  sem buracos… você já viu coisa mais revoltante que a gema de ovo  quebrando e saindo aquele líquido amarelo?&amp;nbsp; Sangue é alegre, vermelho,  mas a gema do ovo é amarela, nojenta. Nunca provei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como o senhor explica essa necessidade das pessoas de sentir medo no cinema?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Medo não é tão difícil de se entender. Afinal, não éramos todos  assustados quando crianças? Nada mudou desde que Chapeuzinho Vermelho  enfrentou o lobo mau. O que nos assusta hoje é exatamente igual ao que  nos assustava antes. É só um lobo diferente. Este complexo de medo está  enraizado em cada indivíduo. O único meio que achei de se livrar dos  meus medos foi fazer filmes sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A televisão explora muito a violência, o suspense e o terror. O senhor acha isso bom?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A televisão colocou o asassinato de volta a onde ele pertencia:  dentro das residências. Alguns de nossos mais requintados assassinatos  foram domésticos, realizado com ternura em lugares simples, acolhedores  como a mesa da cozinha. A televisão tem feito muito pela psiquiatria,  difundindo informações sobre ela, bem como contribuindo para a sua  necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Falando de cinema, qual é o segredo para se fazer um bom filme?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um bom filme é aquele quando o preço do jantar, dos ingressos e da  babá valeram a pena. Se um filme é bom, o som pode ser cortado e a  platéia continua a entender o que está acontecendo. O segredo de um bom  filme reside em três coisas: script, script, script.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E o segredo de um bom suspense?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não existe terror no estrondo, apenas na antecipação dele. E dê  prazer à plateia. O mesmo prazer que têm quando acordam de um pesadelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A direção não influencia um bom filme?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em um filme ficcional, o diretor é Deus. Em um documentário, Deus é o diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alguns críticos dizem que seus filmes são quase um auto-plágio, como &lt;em&gt;Frenesi&lt;/em&gt; que lembra muito &lt;em&gt;The Lodger&lt;/em&gt;. Como o senhor vê isso?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Auto-plágio é o mesmo que estilo. Eu sou diretor de um tipo de filme.  Se eu dirigisse Cinderela, as pessoas iriam ficar procurando um corpo  na carruagem. Nos filmes, assassinatos são muito limpos e eu mostro como  é confuso matar um homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor tem fama de não gostar de atores, mas sempre consegue atuações soberbas deles…&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há uma história terrível que eu odeio atores. Imagine alguém odiando  James Stewart. . . . Eu não posso imaginar como o boato começou. Claro  que pode, eventualmente, ser porque eu fui uma vez citado como dizendo  que os atores são gado. Meus amigos atores sabem que eu nunca seria  capaz de tal observação impensada, rude e insensível, que eu nunca iria  chamá-los de gado. . . O que eu disse foi que, provavelmente, os atores  devem ser tratados como gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor discute o personagem com eles?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando o ator vem até mim e quer discutir seu personagem, eu digo:  “Está no script”. Se ele diz: “Mas qual é a minha motivação?”, eu  respondo: “Seu salário”. Walt Disney tem o melhor elenco. Se ele não  gosta de um ator, é só rasgá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existe algum ator que o senhor realmente gostou de trabalhar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cary Grant foi o único ator que amei em minha vida inteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E a obsessão por louras?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Loiras fazem as melhores vítimas. Eles são como a neve virgem onde aparecem as pegadas sangrentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para terminar, como o senhor resumiria o sucesso de sua carreira?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sorte é tudo … Minha sorte na vida foi ser uma pessoa realmente  assustada. Tenho sorte de ser um covarde, de ter um baixo limiar para o  medo, porque um herói não poderia fazer um bom filme de suspense.&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-6867993882852325316?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/6867993882852325316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=6867993882852325316&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6867993882852325316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6867993882852325316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/uma-entrevista-exclusiva-com-alfred.html' title='Uma entrevista exclusiva com Alfred Hitchcock'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8nqyWvE5Hf4/Tgxr1BbDlzI/AAAAAAAACCI/Y8GNdq3pDAs/s72-c/Uma+entrevista+exclusiva+com+Alfred+Hitchcock+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-3351163287242766647</id><published>2011-06-30T09:26:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T09:26:46.801-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O homem que dirigia plateias</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QFFmM9jSFCY/Tgxq0KzyGvI/AAAAAAAACCE/q6YHhEnaa_4/s1600/O+homem+que+dirigia+plateias+-+Revista+Alfa.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-QFFmM9jSFCY/Tgxq0KzyGvI/AAAAAAAACCE/q6YHhEnaa_4/s320/O+homem+que+dirigia+plateias+-+Revista+Alfa.png" width="63" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/27/o-homem-que-dirigia-plateias/"&gt;Link&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alfred Hitchcock saiu da vida para virar  uma marca. E de qualidade. No dia 29 de abril faz 31 anos que o grande  mestre do suspense (não do terror, como alguns dizem) faleceu aos 80  anos de idade. Hitch inovou na maneira de fazer as pessoas suarem frio e  agirem como ‘voyeurs’ dos acontecimentos, desenvolveu técnicas  cinematográficas de vanguarda e acabou inspirando toda uma geração de  cineastas famosos, entre eles François Trufaut que o entrevistou e  transformou o trabalho em um belo, ótimo e indispensável livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hitch foi o grande explorador do  ‘MacGuffin’, um termo da indústria cinematográfica que resume o motivo  pelos quais os personagens de um filme agem durante a história, e que,  na grande maioria dos casos, perde completamente o significado na trama.  Por exemplo, em &lt;em&gt;Ronin&lt;/em&gt; de Frankenheimer, o MacGuffin é a famosa  pasta prata que todos querem pegar. O filme acaba e não sabemos o que  havia lá dentro. Em &lt;em&gt;Avatar, &lt;/em&gt;o MacGuffin é o mineral no planeta.  Com o MacGuffin, Hitchcock conseguia conduzir a plateia e supreendê-la  de repente. Veja o caso de &lt;em&gt;Psicose&lt;/em&gt; (1960). A trama inicial do  filme, com Janet Leigh roubando o dinheiro do chefe e fugindo, acaba  subitamente quando é morta no chuveiro. Quando o filme termina, você nem  está mais pensando na grana. Já em &lt;em&gt;Um Corpo que Cai&lt;/em&gt;,  considerado pela crítica especializada como o melhor filme dele, o  MacGuffin muda à medida que a história vai acontecendo, da vertigem para  a investigação de um caso banal, para depois se tornar a obsessão do  personagem principal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mestre também adorava trabalhar com o  conceito de “homem errado”. Explicando, em grande parte dos seus filmes,  alguém inocente caia de gaiato ou era confundido com outra pessoa, e se  via em uma trama que atentava à sua própria vida. Foi assim em &lt;em&gt;Pacto Sinistro&lt;/em&gt; de 1951 quando dois estranhos combinam de cada um matar uma pessoa para o outro e a brincadeira vai longe demais, em &lt;em&gt;Intriga Internacional &lt;/em&gt;onde Cary Grant (um dos atores favoritos do diretor) é confundido com um agente secreto, &lt;em&gt;O Homem que sabia demais&lt;/em&gt; com James Stewart e família sendo envolvidos em um plano de assassinato, &lt;em&gt;A Tortura do Silêncio, &lt;/em&gt;onde&amp;nbsp;  Monty Cliff é um padre acusado de assassinato sendo que o assassino  confessou o crime a ele, mas no confessionário (o que o impede de falar à  polícia) e, obviamente, &lt;em&gt;O Homem Errado&lt;/em&gt; com Henry Fonda sendo acusado de um crime que não cometeu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro grande mote de seus filmes era a suspeita ou será que aquele cara normal não é um psicopata? Em &lt;em&gt;The Lodger &lt;/em&gt;de 1927, uma senhoria desconfia que seu locatário é um assassino serial. Já em &lt;em&gt;Suspeita &lt;/em&gt;de 1941, Joan Fontaine ascha que seu marido, Cary Grant, quer matá-la. No sensacional &lt;em&gt;Janela Indiscreta, &lt;/em&gt;Jimmy Stewart e Grace Kelly (lindíssima) vigiam o apartamento do vizinho de frente, suspeito de ter matado a esposa e em &lt;em&gt;A Sombra de uma Dúvida&lt;/em&gt;, o filme preferido de Sir Alfred, era o sofisticado tio de Teresa Wright ser a bola da vez, podendo ser um matador de viúvas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hitchcock teve uma criação pesada. Seu  pai o mandava para a delegacia constantemente com um bilhete pedindo  para ele ser preso por um dia e assim saber o que acontecia com quem  andava fora da lei. A mãe o fazia ficar de pé na beira da cama por horas  se se comportasse mal. A obesidade o fazia uma criança retraída. O  resultado foi que muitos personagens seus tinham alguma fixação pela mãe  como Claude Rains em &lt;em&gt;Interlúdio&lt;/em&gt;, o assassino serial de &lt;em&gt;Frenesi &lt;/em&gt;que  odiava mulheres mas adorava a mãe e obviamente Norman Bates. Por ser  extremamente gordo, também nutria uma paixão secreta por suas atrizes,  geralmente louras, e apesar de casado, sempre se cercava de mulheres  deslumbrantes como Ingrid Bergman, Grace Kelly, Shirley MacLaine, entre  outras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hitchcock gostava de pregar peças e inventar factóides. Ruy Castro, no livro &lt;em&gt;Saudades do Século XX&lt;/em&gt;,  conta que o diretor adorava ficar no fundo dos elevadores e quando este  estava lotado, simulava uma conversa onde contava como tinha matado uma  pessoa e disposto do corpo, para desespero de quem estava junto à porta  e não podia olhar para trás. Para o filme &lt;em&gt;39 Degraus&lt;/em&gt;, algemou  os dois atores principais e afirmou que havia perdido a chave, só para  que as cenas iniciais, com os dois presos um ao outro, ficassem mais  realistas. Ele também ajudou a definir a lenda de que todo o filme era  desenhado em storyboards antes da filmagem e que a pré-produção era tão  rigorosa e detalhista, que nunca um roteiro era alterado nas filmagens.  Balela pura. Muitos scripts sofreram mudanças como em alguns casos  desenhistas foram chamados para fazer o storyboard depois do filme  feito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por  outro lado é verdade que fez uma aparição-surpresa em todos os seus  filmes, geralmente no começo para não distrair a plateia. E até nessa  mania conseguiu ser criativo. Seu filme &lt;em&gt;Lifeboat&lt;/em&gt; era todo  passado em um barco salva-vidas depois de um naufrágio. O diretor pensou  em aparecer como um cadáver boiando no mar, mas como tinha pavor de  afogamento descartou a idéia. Como fazia dieta na época, teve a grande  sacada: um dos personagens carrega um jornal no bote e existe uma  propaganda com Hitchcock anunciando um remédio para emagrecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inexplicavelmente Alfred Hitchcock nunca ganhou um Oscar ou um Globo de Ouro ou um Emmy (pela série de TV &lt;em&gt;Alfred Hitchcock presents&lt;/em&gt;),  nem mesmo uma Palma de Ouro em Cannes. Em compensação, inspirou gente  como Steven Spielberg, Brian De Palma, John Carpenter, Sam Raimi, M.  Night Shyamalan, Martin Scorsese, George A. Romero, Peter Bogdanovich,  Dario Argento, William Friedkin, David Cronenberg e Quentin Tarantino;  no livro ’101 Filmes para Ver antes de Morrer” ele é disparado, o  diretor mais citado, com 18 filmes e na escolha dos 100 Melhores Filmes  que Disparam o Coração do American Film Institute, ele entrou com nove: &lt;em&gt;Psicose&lt;/em&gt; (1960) em primeiro lugar, &lt;em&gt;Intriga Internacional&lt;/em&gt; (1959) em quarto, &lt;em&gt;Os Pássaros&lt;/em&gt; (1963) em sétimo, &lt;em&gt;Janela Indiscreta&lt;/em&gt; (1954) em 14o., &lt;em&gt;Um Corpo Que Cai &lt;/em&gt;(1958) em 18o, &lt;em&gt;Pacto Sinistro&lt;/em&gt; (1951) em 32o, &lt;em&gt;Interlúdio &lt;/em&gt;(1946) em 38o., &lt;em&gt;Disque M Para Matar&lt;/em&gt; (1954) em 48o. e &lt;em&gt;Rebecca, a Mulher Inesquecível &lt;/em&gt;(1940) em 80o.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele dizia que o segredo era fazer a  plateia sofrer o máximo possível para depois lhes dar o mesmo prazer de  acordar de um pesadelo. E esta é a melhor definição de seu legado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-3351163287242766647?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/3351163287242766647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=3351163287242766647&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3351163287242766647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3351163287242766647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/06/o-homem-que-dirigia-plateias.html' title='O homem que dirigia plateias'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-QFFmM9jSFCY/Tgxq0KzyGvI/AAAAAAAACCE/q6YHhEnaa_4/s72-c/O+homem+que+dirigia+plateias+-+Revista+Alfa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-3253759673377719010</id><published>2011-04-26T09:48:00.000-03:00</published><updated>2011-04-26T09:48:34.333-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>11 fatos sobre Al Pacino</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-excP4jwsAkE/Tba-in78v2I/AAAAAAAACCA/rObdcliyHZQ/s1600/11+fatos+sobre+Al+Pacino++Revista+Alfa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-excP4jwsAkE/Tba-in78v2I/AAAAAAAACCA/rObdcliyHZQ/s320/11+fatos+sobre+Al+Pacino++Revista+Alfa.jpg" width="83" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/25/11-fatos-sobre-al-pacino/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-content"&gt;       &lt;div style="text-align: justify;"&gt;Al Pacino é, sem dúvida, um dos maiores monstros do cinema,  que conseguiu  sobreviver sem virar uma caricatura de si mesmo.  Explico, Bob De Niro  hoje só faz papel de Robert De Niro. Dustin  Hoffman ficou simpático  demais. Warren Beaty sumiu, mas Pacino arrisca e  tem hoje a mesma força  de interpretação do seu início de carreira. Ele  completa hoje 71 anos de idade e, pesquisando sobre ele, descobri queo  cara tem uma das biografias mais interessantes de Holywood, portanto  aqui vão algumas curiosidades sobre ele, um dos meus atores favoritos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;1. O cara é solteiro até hoje. Tem um par de gêmeos com Beverly D´Angelo (a esposa da cinessérie &lt;em&gt;Férias Frustradas&lt;/em&gt;) e uma filha com a professora de interpretação Jan Tarrant, mas sempre se recusou a casar. Bom menino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Seu pai e avós eram de Corleone na Sicília, terra de Vito Andolini, o Don Corleone de &lt;em&gt;O Poderoso Chefão,&lt;/em&gt; filme que o consagrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Recusou o papel de Han Solo em &lt;em&gt;Guerra nas Estrelas&lt;/em&gt; e  sinceramente, não dá para imaginar Pacino como o anti-herói de Lucas.  Ainda nessa linha do “nada a ver com ele”, também dispensou &lt;em&gt;Contatos Imediatos do Terceiro Grau &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Uma Linda Mulher.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Estudou no Actor´s Studio e é um dos maiores representantes do  “método” de Lee Strassberg (que reza, entre outras coisas, que você deve  viver o papel e trazer emoções reais de sua vida para compor uma cena).  O ator Alec Badwin chegou a escrever uma tese de 65 páginas para seu  curso na NCU só sobre a forma como Pacino atua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Ninguém o queria para ser Michale Corleone, o filho hesitante de Don Corleone em &lt;em&gt;O Poderoso Chefão&lt;/em&gt;,  embora muitos atores consagrados na época quisessem o papel (Robert  Redford, Warren Beatty, Jack Nicholson, Ryan O’Neal, Robert De Niro e  outros brigaram por ele). Copolla insistiu em manter o ítalo-americano  baixinho no filme e fez com que sua carreira deslanchasse. Anos mais  tarde, Pacino pediu sete milhões para repetir o papel no &lt;em&gt;Chefão III&lt;/em&gt; e Copolla ficou tão louco da vida que ameaçou começar o filme no enterro de Michael Corleone. Fecharam por cinco milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Pacino não quis trabalhar em &lt;em&gt;Apocalypse Now&lt;/em&gt;, pois,  segundo ele, faria qualquer coisa por Copolla, menos lutar numa guerra.  Também não pegou o papel do detetive David Kujan no fantástico &lt;em&gt;Os Suspeitos&lt;/em&gt; de Brian Singer e diz que é seu maior arrependimento (o subestimado Chazz Palminteri acabou ficando com ele).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Não lhe faltam prêmios. Já ganhou um Oscar de Melhor Ator por &lt;em&gt;Perfume de Mulher, &lt;/em&gt;dois Tonys (o prêmio dado ao teatro) por &lt;em&gt;Does a Tiger Wear a Necktie?&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;The Basic Training of Pavlo Hummel&lt;/em&gt;, um&lt;br /&gt;Emmy por &lt;em&gt;Angels in America&lt;/em&gt;  e ainda tem um prêmio Cecil B De Mille, dado pela imprensa estrangeira  de Hollywood (a que organiza o Globo de Ouro) por sua contribuição ao  cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Além disso, a força de sua interpretação o faz figura constante em  qualquer lista de cinema. Quando a revista especializada Premiere  escolheu as 100 maiores performances de todos os tempos no cinema,  Pacino apareceu e quarto lugar por seu Sonny Wortzik do fantástico &lt;em&gt;Um Dia de Cão&lt;/em&gt; e em 20o. lugar por Michael Corleone. A mesma publicação colocou Tony Montana do sanguinário &lt;em&gt;Scarface&lt;/em&gt; como o 74o. maior personagem do cinema, e o American Film Institute deu a seu &lt;em&gt;Serpico, &lt;/em&gt;o policial que desafiou a corrupção na polícia de NY,&lt;em&gt; &lt;/em&gt;o 40o. lugar entre os 100 Maiores Heróis e Vilões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Geralmente quando um ator vai interpretar um cego, usa uma lente  especial para lhe tirar a visão. Isso se o ator não é Al Pacino. Para &lt;em&gt;Perfume de Mulher&lt;/em&gt;,  ele interpretou o militar deficiente visual, simplesmente acostumando  os olhos a não focar em nada. Parece fácil? Tente aí. Já em &lt;em&gt;Insônia&lt;/em&gt; a coisa foi mais fácil, já que ele é um insone crônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. A voz original do barman Moe de &lt;em&gt;Os Simpsons &lt;/em&gt;é inspirada na de Pacino em &lt;em&gt;Um Dia de Cão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Ficou de 1985 a 1990 afastado dos cinemas depois do fracasso do drama épico &lt;em&gt;Revolução&lt;/em&gt; dedicando-se ao teatro, sua maior paixão. Voltou com &lt;em&gt;Vítimas de uma Paixão, &lt;/em&gt;um bom filme policial que eternizou a música &lt;em&gt;Sea of Love.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-3253759673377719010?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/3253759673377719010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=3253759673377719010&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3253759673377719010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/3253759673377719010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/11-fatos-sobre-al-pacino.html' title='11 fatos sobre Al Pacino'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-excP4jwsAkE/Tba-in78v2I/AAAAAAAACCA/rObdcliyHZQ/s72-c/11+fatos+sobre+Al+Pacino++Revista+Alfa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-1240522738442092077</id><published>2011-04-26T09:44:00.000-03:00</published><updated>2011-04-26T09:44:27.134-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O cinema do ponto de vista de um artista</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5R-CmaBiQY4/Tba931JoONI/AAAAAAAACB8/gv8q362OABU/s1600/O+cinema+do+ponto+de+vista+de+um+artista++Revista+Alfa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-5R-CmaBiQY4/Tba931JoONI/AAAAAAAACB8/gv8q362OABU/s320/O+cinema+do+ponto+de+vista+de+um+artista++Revista+Alfa.jpg" width="83" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/20/o-cinema-do-ponto-de-vista-de-um-artista/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-content"&gt;       &lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na semana passada coloquei &lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/14/cinco-sites-para-curtir-cinema-de-um-jeito-diferente/"&gt;aqui &lt;/a&gt;alguns  links de sites dedicados ao cinema e um dos mais interessantes é o de  Massimo Carnevale e seu sketchesnatched (uma brincadeira com rascunhos  &lt;sketckes&gt; e fragmentos &lt;snatches&gt;). Ele é um artista de  Roma que está ganhando notoriedade no mundo inteiro graças a um hobby:  desenhar cenas de seus filmes marcantes. Ligado aos quadrinhos  italianos, especialmente ao famoso estúdio Sergio Bonelli (de Dylan Dog,  em breve em um cinema perto de você), Carnevale ganhou a America quando  passou a desenhar as capas da ótima série de quadrinhos &lt;em&gt;Y-O Último Homem&lt;/em&gt; e posteriormente, &lt;em&gt;Vikings&lt;/em&gt;, ambos da Vertigo (linha adulta da DC Comics) e também Terminator 2029 da Dark Horse.&lt;/snatches&gt;&lt;/sketckes&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Extremamente reservado (é difícil  conseguir informações sobre ele na internet), o romano de 43 anos topou  responder a duas perguntas para a ALFA (mesmo porque, segundo ele, seu  inglês é péssimo):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Por que um blog com cenas de filmes pintadas? É um hobby ou o plano para um trabalho maior como uma exposição ou um livro?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Massimo: eu não tenho planos para ele, é  simplesmente aquilo que se propõe, rascunhos feitos rapidamente, com as  cenas de acordo com meu estilo de pintura. Sketchesnathed nasceu para  eu brincar e veio de uma paixão que tenho por cinema, nada mais do que  isso. Só que eu notei que existe um interesse enorme em cima dele, por  isso se algo de bom acontecer a partir dele, ótimo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Uma das melhores coisas do site é  que você coloca uma cena que representa um filme, mas não  obrigatoriamente o elemento mais óbvio. Por exemplo de &lt;em&gt;O Grande Lebowski&lt;/em&gt; você traz o Jesus de Tutturro ao invés de Jeff Bridges. Como é esse seu critério de escolha de uma imagem de um filme?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Massimo: Não há uma regra em si. Às  vezes eu foco na cor de uma cena em particular, outras vezes na  atmosfera. o resultado dessa composição não é sempre pesado. O que é  certo é que eu assisti todos esses filmes e eles, em sua grande maioria,  são parte da minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Veja a galeria especial da Alfa &lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/fotos/cultura-e-sociedade/cinema/a-arte-de-massimo-carnevale/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-1240522738442092077?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/1240522738442092077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=1240522738442092077&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1240522738442092077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1240522738442092077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/o-cinema-do-ponto-de-vista-de-um.html' title='O cinema do ponto de vista de um artista'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-5R-CmaBiQY4/Tba931JoONI/AAAAAAAACB8/gv8q362OABU/s72-c/O+cinema+do+ponto+de+vista+de+um+artista++Revista+Alfa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-4819790815304388264</id><published>2011-04-26T09:41:00.000-03:00</published><updated>2011-04-26T09:41:50.014-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Roberto Carlos era uma brasa nas telas, mora?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-W1Gc_Xi3sck/Tba9PxhrjvI/AAAAAAAACB4/b24g80UD7jg/s1600/Roberto+Carlos+era+uma+brasa+nas+telas%252C+mora++Revista+Alfa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-W1Gc_Xi3sck/Tba9PxhrjvI/AAAAAAAACB4/b24g80UD7jg/s320/Roberto+Carlos+era+uma+brasa+nas+telas%252C+mora++Revista+Alfa.jpg" width="83" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/19/roberto-carlos-era-uma-brasa-nas-telas-mora/"&gt;Link&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Roberto Carlos cantou para muita gente,  fez música para todo tipo de mulher e é até hoje o soberano das rádios  populares, mas não apareceu muito nas telas de cinema, como seria de  esperar de um ídolo desse porte.Por mais que fosse chamado de “Elvis  Presley brasileiro” por Carlos Imperial no programa Clube do Rock, o Rei  não seguiu os mesmos passos do monarca americano e trabalhou como ator  apenas cinco vezes entre as décadas de 50 e 70, além de compor nove  trilhas sonoras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira vez dele no cinema foi justamente quando o Brasil estava descobrindo o endiabrado Rock´n´Roll . O filme era &lt;em&gt;Minha Sogra é da Polícia&lt;/em&gt;  de 1958 com Costinha, Wilza Carla e a comediante Violeta Ferraz, onde  Roberto e Erasmo eram para lá de coadjuvantes. Infelizmente, a única  cena do filme que achei disponível na internet, não consta o filho de  Lady Laura, mas vale a pena conferir Cauby Peixoto (sim, ele!) cantando  ‘That´s Rock’, composta por Imperial:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1958 ainda, o Rei apareceu numa pontinha do filme &lt;em&gt;Alegria de Viver&lt;/em&gt;  com Eliana (não é a dos dedinhos), Yoná Magalhães, John Herbert,  roteiro de Chico Anysio e direção de Watson Macedo. Em 1965, já famoso,  Roberto, ao lado de Erasmo e Wandeléia, passou a apresentar o programa &lt;em&gt;Jovem Guarda&lt;/em&gt;  e os três se tornaram ídolos da juventude pós-revolução. O diretor e  produtor Roberto Farias quis capitalizar em cima do sucesso estrondoso  do trio e os colocou em duas aventuras no cinema em 1968: &lt;em&gt;Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Roberto Carlos em Ritmo de Aventura&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No primeiro, o trio está no Japão quando  a ternurinha compra uma estatueta e logo todos passam a ser perseguidos  pelo cruel Pierre (o sempre vilão José Lewgoy) e seu bando de lutadores  orientais. A cantora cai prisioneira e a intrépida dupla de astros  descobre que a estatueta é guardada por um gênio chamado Eugênio. Assim,  entre altos e baixos, a aventura vai parar no Rio de Janeiro, onde  estaria escondido um tesouro fenício. Aqui está o momento onde eles  descobrem onde está a fortuna:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já &lt;em&gt;Em Ritmo de Aventuras&lt;/em&gt;,  brinca com metalinguagem e traz Roberto Carlos como ele mesmo, sendo  perseguido por vilões que querem levá-lo aos EUA, para que possam  produzir músicas em massa com a ajuda de um (até então chamado de)  cérebro eletrônico. O cantor, no melhor estilo James Bond brazuca,  dirige carros, aviões, tanques, helicópteros e até foguete nesse filme  que tinha ainda Reginaldo Farias no elenco, roteiro de Paulo Mendes  Campos e que consagrou, entre outras, as músicas ‘Eu Sou Terrível’ e  ‘Quando’, esta num clipe genial filmado no alto do Copan, em São Paulo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1971 o cantor deu as caras nas telas de cinema&amp;nbsp; com &lt;em&gt;Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora&lt;/em&gt;,  mais uma vez sob a batuta de Roberto Farias. No filme, é um mecânico de  carros apaixonado pela namorada do patrão, o piloto de corridas Rodolfo  (Raul Cortez). Quando este desiste de correr e vai para a Europa,  Roberto com a ajuda de seu parceiro Pedro Navalha (o indefectível  Erasmo) corre o grande prêmio Brasil em Interlagos em seu lugar e o Rei  mostra que também domina as pistas. Aqui a abertura do filme:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois desse sucesso, o Rei abandonou o cinema e só se mostrou de novo em &lt;em&gt;Uma Noite em 1967&lt;/em&gt;,  o ótimo documentário de Ricardo Cali e Renato Terra sobre o famoso  festival da TV Record na década de 60. É de se pensar o que teria sido  se Roberto Carlos tivesse continuado sua carreira cinematográfica. Será  que teríamos &lt;em&gt;Roberto Carlos e a Mulher de 40&lt;/em&gt;? &amp;nbsp; Ao Rei, parabéns por 70 anos de muito sucesso e carisma.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-4819790815304388264?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/4819790815304388264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=4819790815304388264&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4819790815304388264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4819790815304388264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/roberto-carlos-era-uma-brasa-nas-telas.html' title='Roberto Carlos era uma brasa nas telas, mora?'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-W1Gc_Xi3sck/Tba9PxhrjvI/AAAAAAAACB4/b24g80UD7jg/s72-c/Roberto+Carlos+era+uma+brasa+nas+telas%252C+mora++Revista+Alfa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-4098777644628237398</id><published>2011-04-26T09:38:00.000-03:00</published><updated>2011-04-26T09:38:40.181-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>‘Planeta dos Macacos’ ganha prequel</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jrNmkJVT5RU/Tba8LQcLXOI/AAAAAAAACB0/BuyxPGmm0F8/s1600/%25E2%2580%2598Planeta+dos+Macacos%25E2%2580%2599+ganha+prequel++Revista+Alfa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-jrNmkJVT5RU/Tba8LQcLXOI/AAAAAAAACB0/BuyxPGmm0F8/s320/%25E2%2580%2598Planeta+dos+Macacos%25E2%2580%2599+ganha+prequel++Revista+Alfa.jpg" width="83" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/18/planeta-dos-macacos-ganha-prequel/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;em&gt;Planeta dos Macacos&lt;/em&gt;, o clássico  de 1968, é um dos meus filmes favoritos e uma das ficções científicas  mais inteligentes que já foram filmadas. É ácido, crítico e muito mais  uma fábula sobre as mazelas dos seres humanos do que um filme sobre  macacos que dominam a Terra (eu particularmente vibro com um dos líderes  dizendo que “o grande símio fez o macaco à sua imagem e semelhança”).  Baseado no livro do Pierre Boulle, o roteiro passou primeiro pelas mãos  de Rod Serling, criador do seriado &lt;em&gt;Twilight Zone&lt;/em&gt; que colocou humanos e macacos como amigos, para depois ficar com Michael Wilson, que também escrevera &lt;em&gt;Um Lugar ao Sol&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Ponte do Rio Kwai&lt;/em&gt;,  e que, por ter sido perseguido pela comissão de atividades  antiamericanas de MacCarthy, deu um ar mais soturno e pesado na  história, que gira em cima de astronautas que caem em um planeta onde  símios são inteligentes e não só escravizam, como abominam humanos  (estes regredidos a uma condição animal, vivendo em bandos e sem  capacidade de fala). &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Planeta dos Macacos&lt;/em&gt; redefiniu  duas coisas na arte cinematográfica: maquiagem e merchadising.  Explicando melhor, a técnica de dar expressão aos atores mesmo de  máscara era baseada em tratamentos que foram feitos com mutilados de  guerra e inédita até então.&amp;nbsp; Ao invés de horrendas máscaras de borracha,  os atores tinham próteses aplicadas diretamente sobre sua pele. Roddy  McDowall, que fazia um dos macacos principais, Cornelius, curtia tanto  suas feições símias que, só para zoar, saía para andar pela cidade ou  dirigia para casa, sem tirar a maquiagem. O filme também foi o primeiro a  investir pesadamente em merchandising e no seu lançamento dá-lhe  lancheiras, camisetas, brinquedos etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando você tem um ótimo roteiro, uma direção segura (de Franklin J. Shaeffner, que faria anos depois &lt;em&gt;Patton&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Papillon&lt;/em&gt;),  um final arrebatador (que é para ser surpresa, mas a capa do DVD  entrega) e um elenco afinado com Charlton Heston, Roddy, Kim Hunter (de &lt;em&gt;Uma Rua Chamada Pecado&lt;/em&gt; como a macaca Zira) e Maurice Evans (o pai da &lt;em&gt;Feiticeira&lt;/em&gt;  e aqui como o sarcástico e perigoso Dr. Zaius), o resultado é sucesso  na certa. O filme rendeu, só nos Estados Unidos, cinco vezes mais que o  budget e gerou uma série de continuações:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;De Volta ao Planeta dos Macacos&lt;/em&gt;  (1970): uma nova missão sai à procura dos astronautas que sumiram e  apenas um astronauta sobrevive. Ele encontra Charlton Heston e descobrem  um grupo de humanos inteligentes que louvam a bomba atômica e temem uma  ação militar dos macacos. No final, a Terra explode e sua paciência com  o filme também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;A Fuga do Planeta dos Macacos &lt;/em&gt;(1971):  antes da Terra acabar, três macacos acabam fugindo em uma nave e voltam  no tempo chegando à São Francisco dos anos 1970. Depois que os humanos  descobrem que os macacos vão dominar o planeta, eles passam a ser  perseguidos, tem um filho (César) e acabam sendo mortos. O filhote é  criado então pelo dono de um circo. É o mais divertido e bem bolado de  todos na sequência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;A Conquista do Planeta dos Macacos&lt;/em&gt;  (1973): péssimo filme, com roteiro furadíssimo onde, no futuro, símios  são usados como empregados e escravos até que César promove uma  revolução.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Planeta dos Macacos -- A série de TV&lt;/em&gt;  (1974): seriado que fez sucesso aqui no Brasil, consagrou um gorila (o  general Urko, feito por Mark Lenard, este uma lenda na série Jornada nas  Estrelas por ter sido o pai de Spock) e teve só uma temporada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Return to the Planet of Apes&lt;/em&gt; (1975-76): desenho animado com humanos e macacos em guerra, mas os bichos agora andam de carro. Chegou a passar no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2001, Tim Burton “reimaginou” (em suas palavras), o universo de &lt;em&gt;Planeta dos Macacos,&lt;/em&gt;  para a decepção de todos e surpresa de alguns que até hoje não entendem  a última cena -- esta mais próxima do final do livro francês original.  Agora a Fox soltou o primeiro trailer de &lt;em&gt;Rise of the Planet of the Apes &lt;/em&gt;(A  Ascenção do Planeta dos Macacos), que vai mostrar mesmo como os bichos  dominaram o planeta e deve estrear em agosto. Pelo que se pode notar,  James Franco faz um cientista que desenvolve uma fórmula para combater  doenças degenerativas no cérebro e as testa em macacos, que ganham  inteligência, em especial, um chipanzé chamado César. A direção é do  desconhecido inglês Rupert Wyatt e os efeitos especiais ficam com a Weta  de Peter Jackson (e assim Andy Serkins, que já foi o Gollum e Kink  Kong, está no filme, ok?). Veja o trailer e tema. Se esse for um  recomeço para a série, então a coisa vai ser bem ruim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-4098777644628237398?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/4098777644628237398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=4098777644628237398&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4098777644628237398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4098777644628237398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/planeta-dos-macacos-ganha-prequel.html' title='‘Planeta dos Macacos’ ganha prequel'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-jrNmkJVT5RU/Tba8LQcLXOI/AAAAAAAACB0/BuyxPGmm0F8/s72-c/%25E2%2580%2598Planeta+dos+Macacos%25E2%2580%2599+ganha+prequel++Revista+Alfa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-16390523237628902</id><published>2011-04-26T09:34:00.000-03:00</published><updated>2011-04-26T09:34:10.935-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Os cinco filmes obrigatórios de Chaplin</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nqCCWeCbpq0/Tba6G49PCsI/AAAAAAAACBw/_uv5Qa78uY0/s1600/Os+cinco+filmes+obrigat%25C3%25B3rios+de+Chaplin++Revista+Alfa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-nqCCWeCbpq0/Tba6G49PCsI/AAAAAAAACBw/_uv5Qa78uY0/s320/Os+cinco+filmes+obrigat%25C3%25B3rios+de+Chaplin++Revista+Alfa.jpg" width="72" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/15/os-cinco-filmes-obrigatorios-de-chaplin/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Charles Chaplin, cujo aniversário de  nascimento comemora-se nesse sábado é uma figura controversa. Como mito,  ficou a imagem do humanista, pacifista e comediante, que valorizava a  vida, a solidariedade&amp;nbsp; e o sentimento. Por outro lado, ele era um homem  irrascível, nervoso e muito safado. Não podia ver um rabo de saia que já  a levava para a cama e depois tinha que aguentar processos e mais  processos de paternidade na justiça. Marlon Brando (outra figurinha  difícil e que foi dirigido por Chaplin em &lt;em&gt;A Condessa de Hong Kong&lt;/em&gt;) disse que Charlie foi provavelmente o homem mais sádico que ele conhecera.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que esse homem também tinha uma  capacidade fenomenal de fazer filmes inteligentes, bonitos,  estruturados, comoventes e de uma sentimentalidade que é difícil de se  encontrar mesmo hoje. E como ele era um perfeccionista profundo, acabava  assumindo as rédeas do roteiro, direção, produção e até mesmo da trilha  sonora (o cara ganhou um Oscar de Melhor Trilha Sonora por &lt;em&gt;Luzes da Cidade&lt;/em&gt;).&amp;nbsp;  E é interessante&amp;nbsp; notar que a obra dele não ficou velha ou antiquada.  Assistir seus filmes, mesmo os que beiram um século de existência, ainda  é uma experiência impressionante hoje. Assim selecionei os cinco  principais filmes do genial Carlitos, só colocando de fora &lt;em&gt;O Garoto&lt;/em&gt;, que já foi comentado &lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/01/05/um-garoto-de-90-anos-de-idade/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1. Em busca de Ouro (1925)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chaplin dizia que era o filme pelo qual  ele queria ser lembrado, um misto delicioso de comédia, drama e romance  com o vagabundo indo ao Klondike tentar achar ouro. Algumas cenas se  tornaram clássicas como a da dança dos pãezinhos (que Groucho Marx, em  sua autobiografia, afirma que assistiu Chaplin fazê-la, antes da fama,  num teatro de vaudeville) e quando ele e seu parceiro, no auge da fome,  resolvem comer uma bota (filmada em 63 takes com o comediante comendo  uma bota de alcaçuz, o que lhe rendeu uma entrada num hospital por  choque de insulina). Foi tão bem sucedido em sua estréia que Charlie  relançou o filme nos cinemas em 1942 com uma nova trilha sonora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2. Luzes da Cidade&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os filmes falados já estavam na moda, mas Chaplin insistiu em fazer &lt;em&gt;Luzes&lt;/em&gt;  mudo e acabou criando um clássico capaz de fazaer até mesmo fãs  ardorosos do Stallone chorarem como criança. Foi considerado a melhor  comédia romântica da história do cinema pelo AFI e até mesmo Orson  Welles chegou a dizer que era seu filme favorito. O maltrapilho Carlitos  se apaixona por uma florista cega (que o toma por um milionário) e faz  de tudo, sempre de maneira a causar confusão, para conseguir dinheiro  para pagar a operação pode devolver a visão à menina. A cena do ringue  de boxe, com o bailado dos dois lutadores, ficou famosíssima:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3. Tempos Modernos (1936)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O último filme mudo de Chaplin, cheio de  efeitos sonoros e com uma palhinha dele cantando no final, é uma  tremenda crítica ao capitalismo, às massacrantes horas de trabalho na  linha de produção e os maus tratos aos pobres. O comediante faz um  operário que enlouquece no trabalho e acaba internado. Na saída do  hospital é confundido com um ativista de esquerda (na sensacional cena  da bandeira vermelha) e vai preso. Ao ser solto, conhece uma orfã (a  gatíssima Paulette Goddard, que acabou se tornando sua amante na vida  real) e passam a viver juntos, até que as autoridades aparecem para  perturbar suas vidas. O filme seria usado contra ele anos mais tarde  snas investigações dos comitês anti-comunistas de MacCarthy, mas é sem  dúvida nenhuma, uma das melhores e mais belas comédias do cinema. Abaixo  a famosa ‘Canção Sem Sentido’, que mostra a voz de Chaplin pela  primeira vez nas telas, e onde ele não fala língua nenhuma, inventando  as palavras e contando a história por expressões corporais:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4. O Grande Ditador (1940)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hitler odiava o filme e não era para  menos. Chaplin começou a produzir o filme em 1937, ou seja, bem antes do  alemão ser considerado uma ameaça ao mundo e só o lançou em 1940,  quando a Guerra já tinha começado. O comediante afirmou anos depois que  se na época soubesse das atrocidades nazistas, não teria conseguido  brincar como brincou, mas que o valor de seu filme era justamente zombar  com o nacional-socialismo. A obra tem cenas memoráveis como a disputa  infantil entre o teutônico Adenoyd Hinkel e o italiano Naparoni, a dança  com o globo terrestre, os discursos furiosos do alemão e finalmente as  belas palavras do barbeiro judeu travestido de ditador no final do  filme. Foi a maior bilheteria da carreira de Chaplin com mais de cinco  milhoes de dólares só nos EUA e seu valor histórico é inestimável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="youtube"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5. Monsieur Verdoux (1947)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um Chaplin diferente, que nada lembrava a  figura do simpático vagabundo, agora em uma absurda comédia de humor  negro. A idéia e o roteiro do filme eram de Orson Welles, que pretendia  dirigir Charlie no filme, mas o segundo afirmou que nunca havia deixado  ninguém o dirigir antes e não começaria com esse filme e comprou a  história de Welles, alterando alguns pontos da trama. Ele é Henry  Verdoux, um suave e polido bancário que, para sustentar a família,  casa-se e mata fúteis senhoras ricas, até ser desmascarado. Chaplin o  considerou o filme mais inteligente e brilhante de toda sua carreira,  mas foi um fracasso de bilheteria no mundo todo. Numa incrível  coincidência, um Henry Verdoux, bancário, acabou processando o diretor  por ter usado seu nome na obra. A frase mais famosa do filme, “um  assassinato lhe faz um vilão, milhões deles lhe fazem um herói”,  aludindo aos soldados numa guerra, foi tirada do abolicionista Beilby  Porteus, um bispo que viveu no século 17.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-16390523237628902?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/16390523237628902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=16390523237628902&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/16390523237628902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/16390523237628902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/os-cinco-filmes-obrigatorios-de-chaplin.html' title='Os cinco filmes obrigatórios de Chaplin'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-nqCCWeCbpq0/Tba6G49PCsI/AAAAAAAACBw/_uv5Qa78uY0/s72-c/Os+cinco+filmes+obrigat%25C3%25B3rios+de+Chaplin++Revista+Alfa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-6961292332479174170</id><published>2011-04-26T09:25:00.000-03:00</published><updated>2011-04-26T09:25:14.444-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Cinco sites para curtir cinema de um jeito diferente</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-d-enMP-RzL0/Tba5Pfa1DWI/AAAAAAAACBs/HKLj_UDzcX8/s1600/Cinco+sites+para+curtir+cinema+de+um+jeito+diferente++Revista+Alfa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-d-enMP-RzL0/Tba5Pfa1DWI/AAAAAAAACBs/HKLj_UDzcX8/s320/Cinco+sites+para+curtir+cinema+de+um+jeito+diferente++Revista+Alfa.jpg" width="83" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/14/cinco-sites-para-curtir-cinema-de-um-jeito-diferente/"&gt;Link&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com mais de 100 anos de idade, o cinema  continua atraindo mais e mais legiões de fãs, apesar de seu fim já ter  sido decretado com o aparecimento da TV, depois a TV a Cabo, o  videocassete e agora com os downloads ilegais. Fim mesmo? Ok, existem aí  algumas produções que só dá para se assistir quando é reprise na TV  aberta, dublada e com intervalos, mas tem muitas outras que, para  curtir, somente dentro do aconchego da sala de cinema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por essa razão, e por ter tantos  fanáticos pela coisa (assim como eu), é que existem alguns sites bem  legais para se consultar&amp;nbsp; e que não falam exatamente dos filmes, mas sim  de elementos que cercam a magia da sétima arte. Confira&amp;nbsp; cada um deles,  mas só lembro que eles estão em inglês:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;1. Internet movie CAR database (IMCDB)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;Pois é. É exatamente o que você leu: um  banco de dados das&amp;nbsp; máquinas que já apareceram nas telonas e telinhas,  inclusive em animações (por exemplo, o Relâmpago McQueen do desenho &lt;em&gt;Carros&lt;/em&gt; é um Chevrolet Monte Carlo 1997 e o carro de Bob Parr em &lt;em&gt;Os Incríveis &lt;/em&gt;é um Nash Metropolitan, que já apareceu até em &lt;em&gt;Grease 2&lt;/em&gt;.  Divertido, né?). E os caras que colaboram não se atem apenas aos carros  dos personagens principais. Tem doido que marca até mesmo os automóveis  que estão estacionados na rua em uma determinada cena. No ranking de  montadoras, a Ford fica na pole position, com mais de 42 mil citações,  seguida pela Chevrolet, Mercedes, Volkswagen e Renault, só para citar os  cinco primeiros lugares. Aliás, o Ford Crown Victoria é o modelo que  mais aparece em filmes (ele é o carro usado pela polícia americana em  muitas cidades), com o Mustang em segundo lugar e o Impala em  terceiro.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para conferir essa e muitas outras estatísticas, acesse &lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.imcdb.org/" target="_blank"&gt;www.imcdb.org&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. O site permite comentários. &lt;div class="wp-caption alignright" id="attachment_4811" style="width: 220px;"&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/files/2011/04/Seinfeld318-beretta2.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;2. Internet Movie Firearms Database&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um pouco menos organizado que os dos  carros e sem as estatísticas prontas, o IMFDB se especializou nas armas  de fogo mostradas em filmes, seriados, anime e video-games. Brincando,  dá para saber que o grande Humphrey Bogart portou muitos Colts nos  filmes que atuou, independente se era bandido ou mocinho, tendo  particular interesse no modelo M 1911, ou que Eastwood usava uma  Winchester 1866, vulgo “Yellow Boy”, para livrar Eli Wallach da forca em  &lt;em&gt;Três Homens em Conflito &lt;/em&gt;ou ainda que o&lt;em&gt; DR. House &lt;/em&gt;teria sido baleado com uma Glock 21, como mostrado no episódio ‘Sem Razão’ da segunda temporada&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;Se seu negócio for tiroteio, entre em &lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.imfdb.org/" target="_blank"&gt;www.imfdb.org&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;3. Internet Movie Posters Awards&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;Um site só dedicado a posteres de filmes  do mundo todo, em todas as versões possíveis e imagináveis. Ou seja, o  paraíso para marqueteiros. O IMPA é atualizado constantemente, tem  material que dificilmente a gente veria aqui no Brasil (como os&amp;nbsp;  cartazes para seriados de TV, por exemplo) e ainda faz uma votação para  ser decidido os bambambam do ano, em categorias como Melhor e Pior  Poster, Melhor Teaser Poster, Poster Mais Engraçado, Poster Mais  Assustador, Melhor e Pior Frase de Poster, Melhor Motion Poster, Prêmio  ‘Não muito sério’, Pior Poster de Blockbuster, Poster Mais Corajoso,  Melhor Poster de Personagem, Melhor frase séria de Poster, Melhor Poster  para TV, e os Destaques para posteres Internacionais.&amp;nbsp; Confira em &lt;strong&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;a href="http://www.impawards.com/" target="_blank"&gt;www.impawards.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;4. 100 Things I learned&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Totalmente colaborativo, é o site  perfeito para você brincar de crítico e desfilar humor e muito sarcasmo,  comentando o que você aprendeu com determinado filme. A idéia é que  cada filme exposto tenha 100 lições “educativas” e o pessoal aproveita  para escancarar as bobagens e os clichês que desfilam nas telonas. Por  exemplo, para &lt;em&gt;Avatar&lt;/em&gt; aprendemos que “quando alienígenas  disparam flechas de seis pés de comprimento, por mais que elas viajem a  mais de 60 quilômetros por hora, é a neurotoxina que mata, não a seta em  si” ou que, de acordo com &lt;em&gt;Tron – O Legado,&lt;/em&gt; “dentro do seu PC,  os programas vão a clubes, beber e dançar, e também frequentam arenas de  jogo. Por isso, não é de se admira r que os usuários tenham de esperar  tanto tempo para cada programa iniciar”. Você participa da brincadeira  no &lt;strong&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;a href="http://www.100thingsilearned.com/" target="_blank"&gt;www.100thingsilearned.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e pode ainda comentar as postagens alheias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;5. Sketches Snatched&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é o blog do artista italiano Massimo Carnevale, responsável pelas capas de &lt;em&gt;Y-O Último Homem&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Vikings, &lt;/em&gt;gibis  da Vertigo (o ramo adulto da DC Comics). Totalmente descompromissado, o  cara desenha uma cena que possa representar um filme em questão, mas  nunca caindo na obviedade. Para clássico descolado &lt;em&gt;O Grande Lebowski&lt;/em&gt;, ele pinta o ‘Jesus’ de John Turturro e não o personagem título de Jeff Bridges. Em &lt;em&gt;2001 – Uma Odisséia no Espaço&lt;/em&gt;,  o retratado é o Dr. Dave Bowman velho, jantando, lá pelo final do  filme. Para curtir e babar (porque eu aposto que você VAI querer ter uma  ilustração dessas na parede da sua sala de TV), entre em &lt;strong&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;a href="http://http//sketchesnatched.blogspot.com" target="_blank"&gt;http://sketchesnatched.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-6961292332479174170?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/6961292332479174170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=6961292332479174170&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6961292332479174170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/6961292332479174170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/cinco-sites-para-curtir-cinema-de-um.html' title='Cinco sites para curtir cinema de um jeito diferente'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-d-enMP-RzL0/Tba5Pfa1DWI/AAAAAAAACBs/HKLj_UDzcX8/s72-c/Cinco+sites+para+curtir+cinema+de+um+jeito+diferente++Revista+Alfa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-7907518301318823328</id><published>2011-04-14T11:35:00.000-03:00</published><updated>2011-04-14T11:35:54.588-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>‘Rio’ é para se ver dublado</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-MelJS26c934/TacGCbxsmkI/AAAAAAAACBo/82iGI0700pQ/s1600/%25E2%2580%2598Rio%25E2%2580%2599+%25C3%25A9+para+se+ver+dublado+-+Revista+Alfa_1302790428836.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-MelJS26c934/TacGCbxsmkI/AAAAAAAACBo/82iGI0700pQ/s320/%25E2%2580%2598Rio%25E2%2580%2599+%25C3%25A9+para+se+ver+dublado+-+Revista+Alfa_1302790428836.jpeg" width="85" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/13/rio-e-para-se-ver-dublado/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recebi um release bem legal falando que o Brasil está em segundo lugar no número de pessoas que assistiram &lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt;  em sua estréia (*). A Rússia ficou na primeira colocação e é lógico que  a gente começa imaginar – com todos os pré-conceitos, caricaturas e  arquétipos do mundo – o que deve ser para um russo, recém saído de um  inverno congelante, ver um desenho sobre o lado mais bonito do Rio de  Janeiro. Aliás, a animação é isso mesmo: o que o Rio tem de bom, de uma  maneira que acho que não víamos no cinema desde o belo &lt;em&gt;Bossa Nova &lt;/em&gt;(2000)  de Bruno Barreto. É o Rio da alegria do carnaval, das praias, das  bundas, da asa delta, do samba e foca principalmente no Rio de Janeiro  histórico com a Lapa e Santa Teresa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente que, como todo desenho  animado existem os vilões e aí o outro lado da cidade se apresenta, mas  de maneira bem suave. Assim, o contrabandista de pássaros e sua cacatua  sádica (ótima, diga-se de passagem) moram na favela (uma comunidade  alegre com ruas tortuosas) e não dá para negar que o diretor Carlos  Saldanha foi corajoso pacas ao colocar micos batedores de carteira no  Cristo Redentor, talvez aludindo ao fato que alguns turistas penam um  pouco na Cidade Maravilhosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fundo, é um filme legal, com boa  história, bons personagens e uma trilha muito legal assinada por  Carlinhos Brown e Sergio Mendes. E pela primeira vez na vida, eu me  arrependi de assistir um desenho legendado. Explicando melhor e abrindo  um parênteses, desde os anos 1960, a Disney passou a integrar grandes  nomes na dublagem de suas animações, muitas vezes incorporando uma  característica física do dublador em seu personagem. Eu, por exemplo,  sou fanático pelo tigre Shere Kahn de &lt;em&gt;Mowgli&lt;/em&gt; justamente porque  foi o ator inglês George Sanders que o dublou, impondo um indefectível  sotaque britânico carregado no felino e dando um ar de calma&amp;nbsp; e  autoconfiança em uma máquina natural de matar. Não dá para se assistir &lt;em&gt;Alladin&lt;/em&gt; sem escutar Robin Williams se divertindo como o gênio ou ver &lt;em&gt;A Bela e a Fera&lt;/em&gt; sem se emocionar com a decana Angela Lansbury cantando a música-tema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No caso de &lt;em&gt;Rio&lt;/em&gt;, porém, as vozes  em inglês é que soam falsas no meio do cenário carioca, por mais que  sejam feitas por atores de calibre como Anne Hathaway ou Jamie Foxx  (que, aliás, manda bem cantando). Aí sim, o Rio de Janeiro aparece ser  mais caricato, coisa para inglês ver (cheio de Pedros, Luizes, Nicos e  outros nomes mais “chicanizados”). O melhor mesmo é aguentar aquela  sessão cheia de crianças gritando e curtir o desenho em bom e claro  português. E, desta vez, nem o sotaque carioca carregado vai incomodar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(*) Somos segundo lugar no mundo em  platéia para a estréia do desenho, mas primeiro em bilheteria, o que  prova que pagamos mesmo mais caro pela sessão de cinema, não é?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-7907518301318823328?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/7907518301318823328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=7907518301318823328&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7907518301318823328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/7907518301318823328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/rio-e-para-se-ver-dublado.html' title='‘Rio’ é para se ver dublado'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-MelJS26c934/TacGCbxsmkI/AAAAAAAACBo/82iGI0700pQ/s72-c/%25E2%2580%2598Rio%25E2%2580%2599+%25C3%25A9+para+se+ver+dublado+-+Revista+Alfa_1302790428836.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-1688367441915998893</id><published>2011-04-14T11:34:00.000-03:00</published><updated>2011-04-14T11:34:18.368-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Lumet e a arte de dirigir pessoas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uMERKNvshQY/TacFoGFlAhI/AAAAAAAACBk/1hLlISW5cJg/s1600/Lumet+e+a+arte+de+dirigir+pessoas+-+Revista+Alfa_1302790418400.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-uMERKNvshQY/TacFoGFlAhI/AAAAAAAACBk/1hLlISW5cJg/s320/Lumet+e+a+arte+de+dirigir+pessoas+-+Revista+Alfa_1302790418400.jpeg" width="85" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/11/lumet-e-a-arte-de-dirigir-pessoas/"&gt;Link&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sidney Lumet, o fantástico diretor  americano que faleceu no sábado, dia 09, aos 86 anos, foi chamado certa  vez de “o sonho de direção de qualquer ator”, pois buscava a colaboração  de todos os envolvidos para conseguir realizar o melhor trabalho. Longe  de ser um ditador por trás das câmeras, ele queria a opinião de todos.  Com esse estratégia deu a chance para que brilhassem as grandes estrelas  do cinema como Ralph Richardson, Marlon Brando, Richard Burton,  Katharine Hepburn, James Mason, Rod Steiger, Vanessa Redgrave, Paul  Newman, Sean Connery, Henry Fonda, Dustin Hoffman, Albert Finney, Simone  Signoret, Anne Bancroft, Anthony Perkins, Jane Fonda, Faye Dunaway,  Timothy Hutton e Ali MacGraw. Ou seja, ele não só dirigiu os melhores,  como conseguiu o melhor de cada um deles.O diretor acreditava muito na  espontaneidade da interpretação, longe dos padrões do Actor´s Studio de  Lee Strassberg e chegou a formar um grupo de atores que não aceitavam as  regras impostas por Lee e Stella Adler, só que isso não o fazia  dispensar muito ensaio antes da cena ser finalmente filmada. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lumet foi ator na juventude e isso o  ajudou a entender a dificuldade em se interpretar e as complicadas  relações entre atores e diretores. Partindo para a direção em peças  off-broadway, foi descoberto pela TV americana&amp;nbsp; e dirigiu seriados de  sucesso até surgir a chance de levar &lt;em&gt;12 Homens e uma Sentença &lt;/em&gt;para as telonas (falei deste filme &lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/03/21/12-homens-e-uma-sentenca-e-obrigatorio-para-qualquer-homem/"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ser um verdadeiro  representante do neorealismo que influenciou os filmes a partir da  década de 1950, Lumet acreditava piamente que o amor e a justiça  prevalecerão acima de tudo e vendeu esse rigor moral e ético em seus  primeiros filmes como&amp;nbsp; &lt;em&gt;A Colina dos Homens Perdidos&lt;/em&gt; de 1965 (filmaço com Sean Connery sobre uma prisão do exército inglês na II Guerra), &lt;em&gt;Serpico&lt;/em&gt; de 1973 (drama policial com Al Pacino – um de seus atores favoritos – sobre corrupção policial) e &lt;em&gt;O Veredito&lt;/em&gt; de 1982 (um dos melhores filmes de Paul Newman).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua experiência teatral o levou a transformar grandes peças em belíssimos filmes como &lt;em&gt;The Fugitive Kind &lt;/em&gt;de 1959 com Brando, &lt;em&gt;Longa Jornada Noite Adentro&lt;/em&gt; de 1962 com Katherine Hepburn, &lt;em&gt;Equus&lt;/em&gt; de 1977 com Richard Burton e &lt;em&gt;Armadilha Mortal&lt;/em&gt;,  um filmaço com grandes reviravoltas estrelando Christopher Reeves e  Michael Caine. Nos anos 70 e 80, ficou mais conhecido pela crítica  social em 0bras importantíssimas como &lt;em&gt;Rede de Intrigas &lt;/em&gt;(um ácido drama sobre televisão e ja ganhou seu post &lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/01/24/network-e-o-lado-podre-da-tv/"&gt;aqui&lt;/a&gt;), &lt;em&gt;Um Dia de Cão&lt;/em&gt; (um dos melhores trabalhos com Al Pacino sobre o assalto real a um banco) e &lt;em&gt;Power&lt;/em&gt;, com Richard Gere sobre o mundo do marketing político. Apesar desse currículo cometeu crimes como &lt;em&gt;O Mágico Inesquecível&lt;/em&gt;, a versão negra de &lt;em&gt;O Mágico de Oz&lt;/em&gt; com Michael Jackson e Diana Ross.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não dá para entender muito o porquê, mas  nos últimos 20 anos Lumet dirigiu somente filmes menores e ruins  ,especialmente a partir de &lt;em&gt;Negócios de Família &lt;/em&gt;de 1989&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;uma tentativa de fazer uma comédia de humor negro com Sean Conney, Dustin Hoffman e Matthew Broderick. Dirigiu &lt;em&gt;Uma Estranha entre Nós&lt;/em&gt;, que nada mais é do que uma refilmagem de &lt;em&gt;A Testemunha&lt;/em&gt;, mas desta vez entre judeus hassídicos e não entre Amish; refilmou um ótimo filme de John Cassavetes, &lt;em&gt;Gloria,&lt;/em&gt; colocando Sharon Stone no papel título e tentou extrair algum tipo de interpretação de Vin Diesel (com cabelo!) em &lt;em&gt;Find Me Guilty&lt;/em&gt; de 2006.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que alivia os fãs do grande mestre é que seu canto do cisne foi o pesadíssimos (mas interessante) &lt;em&gt;Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto&lt;/em&gt;  de 2007 onde Philip Seymour Hoffman, Ethan Hawke e Albert Finney dão um  show de interpretação. Apesar da qualidade de seus filmes, do poder de  sua direção e para sua grande decepção, ele foi nomeado para cinco  Oscars e recebeu apenas um honorário; seis Globo de Ouro e só levou uma  estatuteta e seus filmes concorreram a quatro Palmas de Ouro em Cannes e  não levaram nada. Mas como disse Spike Lee, “Seu grande trabalho vai  viver entre nós para sempre e isso é muito mais importante que um Oscar.  Ya-Dig?”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-1688367441915998893?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/1688367441915998893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=1688367441915998893&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1688367441915998893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1688367441915998893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/lumet-e-arte-de-dirigir-pessoas.html' title='Lumet e a arte de dirigir pessoas'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-uMERKNvshQY/TacFoGFlAhI/AAAAAAAACBk/1hLlISW5cJg/s72-c/Lumet+e+a+arte+de+dirigir+pessoas+-+Revista+Alfa_1302790418400.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-4227182054003792531</id><published>2011-04-14T11:32:00.000-03:00</published><updated>2011-04-14T11:32:29.506-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Pop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Jesse James: bandido real, herói no cinema</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Qs2qB5fTsAw/TacFNhaiRdI/AAAAAAAACBg/Yyrg2eTx6Mo/s1600/Jesse+James-+bandido+real%252C+her%25C3%25B3i+no+cinema+-+Revista+Alfa_1302790405474.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Qs2qB5fTsAw/TacFNhaiRdI/AAAAAAAACBg/Yyrg2eTx6Mo/s320/Jesse+James-+bandido+real%252C+her%25C3%25B3i+no+cinema+-+Revista+Alfa_1302790405474.jpeg" width="85" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/08/jesse-james-o-bandido-real-heroi-no-cinema/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vi na internet que essa semana marcou o  aniversário de morte de um dos bandidos do velho oeste mais celebrado  pelo cinema, Jesse James. O homem que se viu falido depois da Guerra da  Secessão e aterrorizou, pelo menos, seis estados norteamericanos em  poucos anos,&amp;nbsp; foi morto por Robert Ford&amp;nbsp; em 3 de abril de 1882 e acabou  entrando para a mitologia contemporânea como uma pessoa resoluta, firme e  de ótimas intenções.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que na verdade, James matava  mesmo (seu primeiro assassinato foi aos 14 anos de idade, segundo  relatos), roubava muito e era tão contra a abolição da escravatura que  jurou matar todo negro livre do Missouri, mas mesmo assim Hollywood  sempre o retratou como um herói trágico, o homem que não teve saída a  não ser cair no crime. Curiosamente, o primeiro cara a retratar Jesse  James no cinema (mudo) foi justamente Jesse James Jr, seu filho. Ele era  advogado, passeava por aí com pseudônimo de Tim Edwards,&amp;nbsp; justamente  para não ficar relacionado com o pai, mas quando o velho foi reabilitado  pela história como um produto social da America pos-Guerra Civil, pode  sair do ostracismo e estrear dois filmes em 1921. Em um deles, sua irmã  atuou como coadjuvante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1939, o bandido caiu nas graças do público porque o astro e símbolo sexual da época, Tyrone Power, o interpretou em &lt;em&gt;Jesse James – Lenda de Uma Era sem Lei &lt;/em&gt;de  Henry King. Henry Fonda fazia seu irmão, Frank James, e com o sucesso  estrondoso do filme, os produtores tascaram uma continuação no ano  seguinte, &lt;em&gt;A Volta de Frank James&lt;/em&gt;, onde ele vai atrás dos irmãos  Ford, sedento de vingança (na vida real, ele se entregou para poder  enterrar o irmão, cumpriu pena e criou uma espécie de museu&amp;nbsp; sobre sua  vida contraventora). Em 1941, foi o astro do faroeste limpinho, Roy  Rogers, que assumiu o manto do bandido em &lt;em&gt;Jesse James at the Bay.&lt;/em&gt;  No filme, uma fantasia sem tamanho, James se junta a um grupo para  lutar contra os magnatas malvados da companhia de trens. Clayton Moore, o  Lone Ranger (Zorro aqui no Brasil, mas é aquele que é amigo do Tonto),  também teve sua chance em &lt;em&gt;The Adventures of Frank and Jesse James&lt;/em&gt; de 1947, assim como o rei do western B, Audie Murphy, em várias produções. Em 1957, Robert Wagner interpretou o personagem em &lt;em&gt;Quem foi Jesse James?&lt;/em&gt;,  um filme onde o diretor&amp;nbsp; Nicholas Ray cortou 17 minutos na edição, para  poder retratar o fascínora de maneira mais benevolente, pois acreditava  que James e seu irmão foram vítimas das circunstâncias.&amp;nbsp;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez um dos filmes mais interessantes sobre James e seu bando é &lt;em&gt;Cavalgada de Proscritos &lt;/em&gt;de 1980 (também conhecido como &lt;em&gt;Cavalgada Infernal &lt;/em&gt;na tv à cabo e lançado como &lt;em&gt;A Longa Jornada&lt;/em&gt;  em DVD aqui no Brasil). Pouco conhecido do público, o que diferencia  essa obra era seu tom “familiar”, por assim dizer. Isso porque os irmãos  James eram interpretados pelos irmãos Keach (James e Stacy). Já seus  comparsas, os irmãos Younger,&amp;nbsp; eram feitos pelo clã Carradine (com  David, Keith e Robert) e os Millers por Dennis e Randy Quaid. Os  covardes Ford ficaram a cargo dos irmãos Christopher e Nicholas Guest. O  diretor George Hill, um subestimado mestre da violência nos anos 80 com  grandes filmes como &lt;em&gt;Warriors – Selvagens da Noite&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;48 Horas, &lt;/em&gt;acabou ganhando uma Palma de Ouro no Festival de Cannes por esse filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos 20 anos, quem brincou de Jesse James foram Stewart Copeland (o ex-baterista do The Police) em &lt;em&gt;Horse Opera&lt;/em&gt; de 1993, Rob Lowe em &lt;em&gt;Frank e Jesse&lt;/em&gt; de 1995, Colin Farrell em &lt;em&gt;Jovens Justiceiros&lt;/em&gt; de 2001 e obviamente Brad Pitt em &lt;em&gt;O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford&lt;/em&gt; de 2007 (este último, muito parecido com o filme de George Hill). Até mesmo Kadu Moliterno vestiu o manto do bandido na novela &lt;em&gt;Bang Bang &lt;/em&gt;da Globo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme &lt;em&gt;O Homem que Matou o Fascínora &lt;/em&gt;prega  que quando a lenda é maior que a realidade, divulga-se a lenda. É assim  com James, Billy the Kid e outros membros do panteão do faroeste, como  acontece com Lampião no Brasil, que ele está longe de ser aquela figura  defensora dos oprimidos que todos valorizam.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-4227182054003792531?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/4227182054003792531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=4227182054003792531&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4227182054003792531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/4227182054003792531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/jesse-james-bandido-real-heroi-no.html' title='Jesse James: bandido real, herói no cinema'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_-PxWnOoGPYY/TJfddkeI7KI/AAAAAAAAB4M/rsTpFsX6qdU/S220/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Qs2qB5fTsAw/TacFNhaiRdI/AAAAAAAACBg/Yyrg2eTx6Mo/s72-c/Jesse+James-+bandido+real%252C+her%25C3%25B3i+no+cinema+-+Revista+Alfa_1302790405474.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5524748578768427434.post-1949265515149306024</id><published>2011-04-14T11:30:00.000-03:00</published><updated>2011-04-14T11:30:37.636-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revista Alfa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Gregory Peck era o cara</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-08HC8sR653c/TacEyqH7clI/AAAAAAAACBc/h5XZiLrqB_s/s1600/Gregory+Peck+era+o+cara+-+Revista+Alfa_1302790391339.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-08HC8sR653c/TacEyqH7clI/AAAAAAAACBc/h5XZiLrqB_s/s320/Gregory+Peck+era+o+cara+-+Revista+Alfa_1302790391339.jpeg" width="85" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Publicado no site da revista Alfa em abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2011/04/05/gregory-peck-era-o-cara/"&gt;Link&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Há 95 anos nascia Eldred Gregory Peck,  filho de um farmacêutico em San Diego. Quando faleceu em 2003, vítima de  uma broncopneumonia, já tinha se tornado uma lenda cinematográfica e um  dos maiores modelos de comportamento para homens de todos os tempos.  Peck é uma espécie de role-model meu desde que assisti &lt;em&gt;Da Terra Nascem os Homens&lt;/em&gt; (que comentei &lt;a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/o-bom-o-mal-e-o-cool/2010/10/08/um-filme-sobre-um-homem-raro/"&gt;aqui&lt;/a&gt;) e na vida real não se distanciou muito de seus personagens. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se formos analisar os grandes homens do  cinema, cada um representava uma faceta masculina diferente. Humphrey  Bogart era o durão; Cary Grant, o charmoso; Clark Gable, o masculino;  Marlon Brando, o selvagem; Monty Cliff, o problemático; James Dean, o  revoltado e Gregory Peck era o bom moço. Só que a diferença era que ele  nunca era o bom moço bundão. Era um bom moço graças à força do caráter,  de um homem que não entrega sua ética e que tem orgulho das decisões que  tomou na vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas caracteríticas acabaram sendo elevadas quando interpretou o advogado Atticus Finch em &lt;em&gt;O Sol é Para Todos&lt;/em&gt;  de 1962. O filme é todo do ponto de vista de três crianças (uma delas,  na vida real, seria Truman Capote), então aquele homem que se dispõe a  defender um negro acusado injustamente de ter estuprado uma menina acaba  ganhando um ar de mito, de super-herói. Talvez por essa razão é que o  personagem foi escolhido o maior herói do cinema pelo American Film  Institute e Peck tenha ganho seu único Oscar, além de ter se tornado  amigo pessoal de Harper Lee, a autora da obra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O bom rapaz de Peck era um sedutor. Mesmo amnésico, conquista Ingrid Bergman no ótimo &lt;em&gt;Quando Fala o Coração&lt;/em&gt; de 1945 , dirigido por Hitchcock. Em &lt;em&gt;As Neves do Kilimanjaro &lt;/em&gt;de 1952, é a vez de Ava Gardner&amp;nbsp; ser sua grande paixão.Como o Rei Davi em &lt;em&gt;Davi e Betsabá &lt;/em&gt;(1951)  tem como par romântico, Susan Hayward. E, obviamente, não podemos  deixar de lado aquela que o tornou metade da dupla mais charmosa das  telonas, Audrey Hepburn, com quem contracenou no delicioso &lt;em&gt;A Princesa&amp;nbsp; e o Plebeu &lt;/em&gt;de 1953 (foi ele quem apresentou Mel Ferrer a Audrey, com que ela se casaria).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O bom rapaz podia ser heróico, explodindo bases nazistas na ótima aventura &lt;em&gt;Os Canhões de Navarone&lt;/em&gt; de 1961, como um jornalista que finge ser judeu para mostrar o antisemitismo americano em &lt;em&gt;A Luz é Para Todos&lt;/em&gt; (1947), defendendo sua família de um psicopata na primeira versão de &lt;em&gt;Círculo do Medo&lt;/em&gt; (1962) ou ainda mostrando que a terceira idade pode ser herói na guerra com &lt;em&gt;Espionagem em Goa &lt;/em&gt;(1980).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, por fim, o bom rapaz podia ser assustador também, tentando livrar o mundo do anticristo com &lt;em&gt;A Profecia&lt;/em&gt; de 1976, sendo o mais vingativo e revoltado dos personagens da literatura, Capitão Ahab, em &lt;em&gt;Moby Dick &lt;/em&gt;(1956) ou incorporando um dos mais conhecidos e sádicos nazistas, Dr. Joseph Mengele em &lt;em&gt;Os Meninos do Brasil&lt;/em&gt; de 1978.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fora das telas, Peck foi um dos que  brigou com o comitê do Senador MacCarthy que perseguia os esquerdistas  que atuavam no cinema, se tornou inimigo de Richard Nixon e foi um dos  que protestaram abertamente contra a Guerra do Vietnã.&amp;nbsp; Ganhou uma  Medalha Presidencial da Liberdada, a maior honraria civil nos EUA,  entregue pelo ´residente Lyndon Johnson. Foi casado duas vezes e teve  cinco filhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muita gente gente diz que George Clooney  é “o novo Cary Grant”. Brad Pitt é “o novo Steve McQueen”. Dificilmente  aparecerá um novo Gregory Peck. Ao ‘gringo velho’, minhas eternas  saudações.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5524748578768427434-1949265515149306024?l=crspucci.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crspucci.blogspot.com/feeds/1949265515149306024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5524748578768427434&amp;postID=1949265515149306024&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1949265515149306024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5524748578768427434/posts/default/1949265515149306024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crspucci.blogspot.com/2011/04/gregory-peck-era-o-cara.html' title='Gregory Peck era o cara'/><author><name>Claudio R S Pucci</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03707503488769920338</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g
